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Chuvas impactam o preço do café no Brasil no início desta quinta-feira (24)

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As chuvas que começaram a cair nas regiões produtoras de café no Brasil nesta quinta-feira (24) influenciaram a queda dos preços do grão. De acordo com o boletim do Escritório Carvalhaes, essas precipitações devem desacelerar os danos causados às lavouras, mas não serão suficientes para recuperar as perdas já observadas. “Há prejuízos consideráveis na formação da safra de café brasileira de 2025. Agora, será necessário monitorar o ciclo das chuvas e as médias de temperatura durante a primavera e o verão. Somente a partir de março de 2025 será possível avaliar com mais precisão o tamanho das perdas”, afirmou o analista de mercado Eduardo Carvalhaes.

Nesta manhã, por volta das 9h (horário de Brasília), os preços do café arábica registraram uma queda de 145 pontos, com o contrato de dezembro/24 sendo negociado a 250,90 cents/lbp. O vencimento de março/25 apresentou recuo de 140 pontos, com valor de 249,65 cents/lbp, enquanto o contrato de maio/25 também teve uma baixa de 140 pontos, cotado a 248,15 cents/lbp.

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O café robusta também registrou desvalorizações, com o contrato de novembro/24 caindo US$ 6, para US$ 4.476 por tonelada. Já o vencimento de janeiro/25 recuou US$ 6, para US$ 4.437 por tonelada, e o de março/25 apresentou baixa de US$ 8, sendo negociado a US$ 4.349 por tonelada.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Boi gordo: mercado trava negócios, frigoríficos pressionam preços e arroba segue perto de R$ 350

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O mercado do boi gordo opera em ritmo lento nesta terça-feira, com negociações travadas em diversas regiões do país e pressão baixista sobre a arroba. A combinação entre escalas de abate mais confortáveis, menor apetite dos frigoríficos e enfraquecimento do consumo interno na segunda quinzena do mês mantém o setor cauteloso.

Nas principais praças pecuárias, os frigoríficos seguem atuando de maneira seletiva nas compras, tentando alongar as escalas e reduzir os preços ofertados aos pecuaristas. Em contrapartida, parte dos produtores resiste às ofertas abaixo das referências consideradas ideais, o que reduz a fluidez dos negócios.

Em São Paulo, o boi gordo comum segue negociado ao redor de R$ 348/@ a prazo, enquanto o chamado “boi China” alcança até R$ 353/@ em negócios pontuais destinados à exportação. Dados do indicador Cepea/Esalq apontam média paulista próxima de R$ 349,17/@ a prazo.

Já em Minas Gerais, as referências giram em torno de R$ 330/@, enquanto a novilha gorda varia entre R$ 300/@ na região de Belo Horizonte e R$ 315/@ no Triângulo Mineiro.

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Mercado futuro do boi gordo na B3 mantém viés de cautela

Na B3, os contratos futuros do boi gordo seguem oscilando com viés de baixa no curto prazo, refletindo o cenário mais pressionado do mercado físico. Os vencimentos de maio e junho operam próximos de R$ 337/@, enquanto os contratos para outubro permanecem acima de R$ 350/@, indicando expectativa de melhora no segundo semestre.

Segundo analistas do setor, a volatilidade segue elevada tanto no físico quanto na bolsa, especialmente diante das incertezas envolvendo consumo doméstico, exportações e comportamento da oferta de animais terminados.

Consumo enfraquecido limita repasses no atacado

No mercado atacadista, a carne bovina enfrenta maior dificuldade de escoamento. O enfraquecimento do poder de compra da população no fim do mês reduz a demanda no varejo e limita reajustes ao longo da cadeia produtiva.

Com isso, frigoríficos mantêm postura defensiva nas compras de gado, priorizando operações mais curtas e evitando formação excessiva de estoques.

Apesar da pressão no curto prazo, agentes do setor seguem atentos ao desempenho das exportações brasileiras de carne bovina, que continuam sustentando parte importante da demanda. O mercado também monitora as condições climáticas e a capacidade de retenção dos animais nas propriedades, fatores que podem alterar o equilíbrio entre oferta e procura nas próximas semanas.

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O Indicador do Boi Gordo Cepea/B3 fechou a última atualização próximo de R$ 345,30/@ à vista, enquanto a média paulista a prazo permaneceu acima de R$ 349/@.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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