AGRONEGÓCIO

Minha Rua é Show de Bola leva telões a quatro bairros para Brasil x Noruega em Cuiabá

Publicado em

A torcida cuiabana já tem encontro marcado neste domingo (5), às 16h, horário de Cuiabá, para acompanhar mais um desafio da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Por meio da campanha Minha Rua é Show de Bola, a Prefeitura de Cuiabá instalará telões em quatro ruas da capital, transformando as vias mais votadas no Instagram em grandes pontos de encontro para moradores, familiares e amigos vibrarem juntos no confronto contra a Noruega, válido pelas oitavas de final.

As ruas contempladas nesta rodada do concurso foram:

• Travessa L6 (Jardim Liberdade)
https://maps.app.goo.gl/C3FAmLoQi9Xf921M9

• Rua Alta Floresta (CPA II)
https://maps.app.goo.gl/mTSStWiUsMGgX9139

• Rua Santa Isabel (Bairro Santa Isabel)
https://maps.app.goo.gl/zNSRfAVJgfKgN4Tx6

• Rua U (Primeiro de Março)
https://maps.app.goo.gl/mv8UUMLaaPiFNQJh9

Escolhidas por meio de votação nas redes sociais oficiais da Prefeitura, elas receberão estrutura completa com telão de alta qualidade para a transmissão da partida.

Mobilização e tradição

A expectativa é de mais uma grande festa da torcida. Embalada pela emocionante vitória de virada sobre o Japão, que garantiu a classificação, a Seleção Brasileira entra em campo em busca de uma vaga nas quartas de final. Enquanto isso, os bairros de Cuiabá prometem repetir o clima de união e alegria que marcou os jogos anteriores.

Leia Também:  Governo de Goiás Anuncia Resultado Definitivo do PAA Leite 2024

Idealizada pelo prefeito Abilio Brunini, a campanha resgata uma das tradições mais bonitas dos bairros cuiabanos: reunir vizinhos para torcer pelo Brasil. Desde o início do Mundial, a iniciativa fortalece a convivência comunitária e incentiva a participação popular, premiando as ruas mais engajadas.

Sucesso de público

Ao todo, 20 ruas já foram contempladas nas cinco etapas da campanha. Desde o lançamento, 84 ruas participaram da disputa, e as publicações nas redes sociais da Prefeitura ultrapassaram 6,8 milhões de visualizações, alcançando mais de 308 mil contas.

Como funciona

A dinâmica permite que, a cada rodada, novas comunidades realizem o sonho de receber o evento, já que as ruas vencedoras deixam a competição, abrindo espaço para novos bairros. Para concorrer nas próximas fases, basta que os moradores enviem fotos e vídeos mostrando a decoração e a mobilização da vizinhança, que depois são submetidos à votação popular pela internet.

Neste domingo, os telões prometem reunir centenas de cuiabanos em diferentes regiões da cidade para empurrar, em uma só voz, a Seleção Brasileira rumo ao hexacampeonato.

Leia Também:  Saúde de Cuiabá prorroga inscrições de processo seletivo para médicos psiquiatras até 6 de junho

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Empresas do agro têm até 31 de agosto para declarar “projetos do bem”

Published

on

Empresas do agronegócio que utilizaram incentivos fiscais da Lei do Bem em 2025 têm até 31 de agosto para enviar ao governo as informações sobre seus projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. A prestação deve ser feita pelo Formulário de Pesquisa e Desenvolvimento, o FormP&D, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O prazo não representa uma nova rodada de inscrições. Trata-se da obrigação de informar os investimentos e benefícios já utilizados no ano-base de 2025. A empresa deve apresentar os projetos desenvolvidos, as dificuldades tecnológicas enfrentadas, os resultados alcançados e os gastos vinculados a cada atividade.

Instituída pela Lei nº 11.196, de 2005, a Lei do Bem permite que empresas tributadas pelo Lucro Real reduzam as bases de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Para utilizar o incentivo, a companhia também precisa ter apurado lucro fiscal e manter regularidade tributária.

A exclusão adicional corresponde, em regra, a 60% dos gastos elegíveis com pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação. O percentual pode subir para 70% ou 80%, conforme o aumento do número de pesquisadores contratados. Há ainda uma exclusão adicional de até 20% para projetos que resultem em patente concedida ou cultivar registrado.

Isso não significa que 60% do imposto devido será abatido. Se uma empresa registrar R$ 1 milhão em despesas elegíveis, por exemplo, poderá excluir outros R$ 600 mil da base tributável. Considerando uma alíquota combinada de IRPJ e CSLL de 34%, a economia tributária nominal poderia chegar a aproximadamente R$ 204 mil, desde que exista lucro suficiente para aproveitar integralmente o benefício.

Leia Também:  Exportações de Frutas do Paraná Crescem 33% em 2024 e Ultrapassam US$ 14 Milhões

O agronegócio reúne atividades com potencial para enquadramento porque grande parte das tecnologias precisa passar por experimentação antes da adoção comercial. Projetos com fertilizantes, bioinsumos, genética vegetal e animal, máquinas, sensores, automação, inteligência artificial, agricultura de precisão, rastreabilidade e processamento de alimentos podem ser considerados.

Ensaios de laboratório, testes de campo, construção de protótipos, plantas-piloto e desenvolvimento de novas formulações também podem integrar um projeto. O elemento central, entretanto, é a existência de incerteza tecnológica. A empresa precisa demonstrar que buscou resolver um problema técnico cujo resultado não era conhecido no início do trabalho.

A simples compra de uma máquina moderna, a instalação de um programa disponível no mercado ou a atualização rotineira de um produto não caracteriza automaticamente pesquisa e desenvolvimento. Melhorias administrativas, mudanças estéticas e adaptações sem desafio tecnológico também não costumam ser aceitas.

No campo, a comprovação pode exigir atenção adicional. Um projeto pode envolver testes realizados em diferentes propriedades, safras, solos e condições climáticas. Por isso, a empresa deve manter relatórios técnicos, contratos, notas fiscais, registros de ensaios, horas dedicadas pelos pesquisadores e critérios usados para vincular cada despesa ao projeto.

A legislação exige controle analítico dos custos. Gastos com pessoal técnico, materiais utilizados nos experimentos, testes e determinados serviços contratados no Brasil podem ser considerados, desde que atendam às regras. Recursos públicos recebidos na forma não reembolsável não podem integrar a mesma base do incentivo.

Leia Também:  Suinocultura em Mato Grosso do Sul avança com foco em sustentabilidade, tecnologia e bem-estar animal

O benefício é de utilização automática, sem aprovação prévia do MCTI. Isso não elimina a fiscalização posterior. O ministério analisa as informações técnicas, enquanto a Receita Federal pode verificar a apuração tributária e os documentos que sustentam os valores declarados.

Caso um projeto seja considerado uma melhoria comum, ou as despesas não estejam suficientemente comprovadas, a empresa poderá perder o incentivo e ser obrigada a recolher a diferença de impostos, acrescida de juros e penalidades.

A reforma tributária sobre o consumo não extingue a Lei do Bem. O novo sistema altera tributos incidentes sobre bens e serviços, enquanto o incentivo à inovação atua sobre IRPJ e CSLL. Para agroindústrias, fabricantes de máquinas, empresas de insumos, cooperativas e outras companhias do setor tributadas pelo Lucro Real, o mecanismo permanece como uma alternativa para reduzir o custo de projetos tecnológicos.

Em 2023, último resultado consolidado destacado pelo MCTI, 3.878 empresas utilizaram a Lei do Bem e declararam quase R$ 42 bilhões em investimentos. Para as companhias do agro que aproveitaram o incentivo em 2025, a prioridade agora é revisar os projetos e concluir o FormP&D até 31 de agosto.

SERVIÇO

Prazo: até 31 de agosto de 2026
Onde declarar: FormP&D do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Como acessar: o primeiro acesso deve ser feito pelo representante legal da empresa, mediante identificação na plataforma Gov.br. Depois da validação cadastral, outros usuários podem ser autorizados a preencher o formulário.
Quem deve declarar: empresas que utilizaram os incentivos da Lei do Bem no ano-base de 2025.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA