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Genética Avançada em Destaque na 98ª Expofeira de Pelotas

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As cabanhas que atuam com reprodutores das raças Angus e Brangus obtiveram resultados expressivos na 98ª Expofeira de Pelotas, encerrada no último domingo (13/10). O evento garantiu vendas notáveis durante os leilões de elite, liderados por renomados criatórios. A Cabanha Recalada, localizada em Capão do Leão (RS), destacou-se ao comercializar cotas de 50% das vacas TE80 e TE79 por R$ 33 mil, valorizando cada um dos ventres em R$ 66 mil. A Estância Tradição, de Santa Vitória do Palmar (RS), também registrou um desempenho notável, vendendo um touro Angus por R$ 42 mil. A Estância Santa Eulália, situada em Pelotas (RS), teve resultados aquecidos, comercializando um touro Angus por R$ 40 mil.

O leiloeiro Eduardo Knorr, responsável pela maior parte das ofertas da região, destacou os preços elevados alcançados. “Tivemos vários destaques nas principais raças, o que indica o potencial de investimento dos clientes em genética superior”, afirmou. No segmento Brangus, o preço mais alto foi obtido por um touro da Brangus Piratini, comercializado por R$ 26 mil, enquanto na Braford, o macho da Cabanha São Felipe foi vendido por R$ 32 mil.

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De acordo com Fábio Ruivo, proprietário da Cabanha Recalada, as cabanhas da Metade Sul do Brasil continuam a mostrar sua força, mesmo em anos desafiadores. “Os selecionadores da região realizam um trabalho sério de melhoramento genético, e isso ficou evidente nos resultados”, ressaltou. Segundo informações divulgadas pela organização da Expofeira, o volume total de negócios com a comercialização de animais atingiu R$ 3 milhões.

Os ganhos também foram evidentes no Leilão Montana da Gruta, promovido pela Estância da Gruta, tradicional criatório de Capão do Leão (RS). O lote mais valorizado foi o touro vermelho Zinco 1750, que foi vendido por R$ 20 mil. Este exemplar não apenas integrou o trio de grandes campeões da Montana da Expofeira, como também foi eleito o melhor touro da exposição. “Ofertamos touros de dois anos que já trabalham desde os 12 meses, apresentando características precoces e produtivas. Esses exemplares chegaram às pistas da Rural com uma média superior a 800 quilos, o que garante a fidelidade de nossos clientes, que retornam a cada ano”, concluiu o criador.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

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A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

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A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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