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Prorrogação de Inscrições para o IFC Brasil 2024: Última Chance com Desconto

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Os organizadores do VI International Fish Congress & Fish Expo Brasil (IFC Brasil 2024) anunciaram a prorrogação do prazo para inscrições com desconto até sexta-feira, 20 de setembro. O evento, que ocorre de 24 a 26 de setembro em Foz do Iguaçu, Paraná, oferece uma última oportunidade para se inscrever com valores promocionais de R$ 550 para profissionais e R$ 300 para estudantes. Após essa data, as taxas aumentarão para R$ 650 para profissionais e R$ 350 para estudantes.

A sexta edição do IFC Brasil consolidou-se como um dos principais encontros do setor, destacando-se pela qualidade dos debates, dos expositores e das inovações tecnológicas apresentadas. O congresso contará com mais de 40 conferencistas de 18 países, uma feira de negócios com mais de 150 expositores e uma rodada internacional de negócios com a Apex Brasil. O evento também inclui a apresentação de trabalhos científicos e diversas atividades simultâneas, conforme destaca Eliana Panty, CEO do IFC Brasil. “O IFC Brasil reunirá sete eventos simultâneos, como o Congresso Internacional de Aquicultura, a Feira de Tecnologias e Negócios, a 2ª edição do Aquacultura 4.0, promovida pela Embrapa Pesca e Aquicultura e Embrapa Digital, e a 2ª Rodada Internacional de Negócios, em parceria com a Apex Brasil e a Abipesca”, afirma.

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O presidente do evento, Altemir Gregolin, ressalta a importância do momento atual para o desenvolvimento do setor. “Nos últimos dez anos, houve um crescimento significativo na produção, consumo e comércio de pescado. As projeções da FAO indicam que essa tendência continuará, oferecendo muitas oportunidades para o Brasil. O IFC tem o objetivo de apoiar o Brasil na consolidação como um grande jogador global na produção e comercialização de pescado”, explica.

Programação Detalhada

No primeiro dia, 24 de setembro, o evento começará com um painel sobre economia azul e desenvolvimento sustentável, destacando a palestra de Gonçalo Santos, da Noruega, sobre “Megatendências na aquicultura mundial”. José Aguilar Manjarrez, da FAO para a América Latina e Caribe, discutirá “A transformação azul e as diretrizes para aquicultura”.

Às 11h, o foco será em exportações de pescado, com a participação de representantes da Apex Brasil, ABPA e empresas do setor, além da contribuição de Cesar Pinzon, da Colômbia, que abordará “A experiência da Colômbia no mercado internacional”. O congresso seguirá com discussões sobre a situação e perspectivas do mercado de pescado, a Lei da Pesca e Aquicultura e o crédito para a aquicultura brasileira. A abertura oficial do evento contará com um coquetel às 18h.

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Nos dias 25 e 26 de setembro, a programação será voltada para temas técnicos, como o Painel Aquicultura 4.0, com destaque para a palestra de Clênio Nailto Pillon, da Embrapa, sobre “Transformação digital na aquicultura 4.0”. Também serão abordadas inovações no setor, como o uso de nano bolhas para oxigenação, e temas de nutrição e melhoramento genético.

O último dia, 26 de setembro, será marcado pelo Dia do Produtor, com debates sobre sanidade aquícola, biossegurança, bem-estar animal e estratégias para a produção de camarão e tambaqui. Entre os palestrantes estarão Markus Schrittwieser, da SAN Group, e Maria Mercê, da Adisseo.

Mais informações sobre o IFC Brasil 2024 podem ser encontradas no site oficial ou através do e-mail [email protected].

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do trigo segue firme no Brasil, mas baixa liquidez trava novos negócios no mercado

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O mercado brasileiro de trigo atravessou mais uma semana de negociações limitadas, marcada pela baixa liquidez e pelo reduzido volume de negócios. O cenário reflete o período de transição entre safras, quando a oferta disponível diminui e compradores adotam uma postura mais cautelosa.

Segundo análise da Safras & Mercado, a disponibilidade da safra velha segue restrita, principalmente nos estados da Região Sul, fator que mantém os preços sustentados mesmo diante da demanda enfraquecida por parte da indústria moageira.

Moinhos mantêm postura defensiva nas compras

De acordo com o analista de Safras & Mercado, Elcio Bento, os moinhos continuam operando com cautela devido ao ritmo mais lento de moagem e às dificuldades para repassar aumentos de custos ao mercado consumidor.

A menor rentabilidade da farinha e dos derivados tem levado a indústria a reduzir sua agressividade nas aquisições, contribuindo para a lentidão das negociações.

“O mercado permanece sustentado pela escassez da oferta, mas a demanda segue retraída, limitando a fluidez dos negócios”, destaca o analista.

Paraná registra impasse entre compradores e vendedores

No Paraná, principal produtor nacional de trigo, o mercado permaneceu praticamente travado ao longo da semana.

As indicações de compra dos moinhos ficaram entre R$ 1.370 e R$ 1.400 por tonelada CIF, enquanto os produtores mantiveram pedidas entre R$ 1.400 e R$ 1.450 por tonelada FOB.

A diferença entre os preços desejados por vendedores e compradores dificultou o fechamento de novos contratos, mesmo com a baixa oferta disponível.

Rio Grande do Sul também enfrenta mercado lento

No Rio Grande do Sul, o comportamento foi semelhante.

As negociações concentraram-se em embarques programados para julho, com pagamentos previstos para agosto ou em prazos mais longos.

Os produtores mantiveram pedidas próximas de R$ 1.350 por tonelada FOB no interior do estado, enquanto os moinhos permaneceram afastados do mercado, alegando estoques confortáveis e baixa necessidade de reposição imediata.

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Cotações permanecem firmes nas principais praças

Apesar da redução dos negócios, os preços do trigo seguiram relativamente sustentados nas principais regiões consumidoras do país.

No encerramento da semana, as indicações registradas foram:

  • Curitiba (PR): R$ 1.480 por tonelada CIF;
  • Porto Alegre (RS): R$ 1.440 por tonelada CIF;
  • São Paulo (SP): R$ 1.641 por tonelada CIF.

O suporte continua vindo da escassez da oferta interna e da ausência de um fator de pressão mais intenso sobre as cotações.

Trigo argentino continua sendo referência para importação

No mercado externo, a Argentina segue como principal fornecedora de trigo para os moinhos brasileiros.

As indicações FOB para embarques em julho permaneceram em US$ 245 por tonelada para o trigo com 11% de proteína, nível que ainda não proporciona redução significativa nos custos de reposição da indústria nacional.

Segundo Safras & Mercado, o cenário internacional também contribui para a postura conservadora dos compradores brasileiros, que seguem adquirindo apenas volumes necessários para o abastecimento imediato.

Importações de trigo superam 4,4 milhões de toneladas na temporada

Levantamento da Safras & Mercado mostra que a programação de desembarques de trigo no Brasil acumulou 4,49 milhões de toneladas entre agosto de 2025 e junho de 2026.

Embora o volume seja expressivo, ele permanece abaixo do registrado no mesmo período da temporada anterior, quando os desembarques alcançaram 5,33 milhões de toneladas.

Ceará e São Paulo lideram recebimento do cereal

A concentração das importações continua ocorrendo nos principais polos consumidores do país.

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Os estados que mais receberam trigo na atual temporada foram:

  • Ceará: 963,7 mil toneladas (21,5%);
  • São Paulo: 941,3 mil toneladas (21,0%);
  • Bahia: 633,4 mil toneladas (14,1%);
  • Pernambuco: 575,9 mil toneladas (12,8%).

Na sequência aparecem:

  • Rio de Janeiro: 376 mil toneladas;
  • Paraná: 245,7 mil toneladas;
  • Rio Grande do Sul: 198,9 mil toneladas;
  • Paraíba: 154,6 mil toneladas;
  • Pará: 133,6 mil toneladas;
  • Espírito Santo: 93,7 mil toneladas;
  • Sergipe: 93,1 mil toneladas.
Argentina domina fornecimento de trigo ao Brasil

Entre abril e junho de 2026, a Argentina respondeu por 85,7% de todo o trigo importado pelo Brasil, totalizando 1,01 milhão de toneladas.

O desempenho reforça a posição estratégica do país vizinho no abastecimento do mercado brasileiro, favorecido pela proximidade geográfica, competitividade logística e complementaridade entre produção e consumo.

Outros fornecedores participaram com volumes menores:

  • Rússia: 30,1 mil toneladas;
  • Turquia: 26 mil toneladas;
  • Uruguai: 9,5 mil toneladas.

Também foram registrados 30 mil toneladas de cargas ainda sem origem definitiva confirmada.

Perspectiva segue de mercado sustentado no curto prazo

A expectativa para as próximas semanas é de manutenção do cenário de baixa liquidez, com os produtores mantendo posição firme nas pedidas e os moinhos atuando de forma seletiva nas compras.

Enquanto a oferta da safra velha continuar limitada e a nova colheita ainda não ganhar ritmo, o mercado tende a permanecer sustentado, embora sem força suficiente para acelerar o volume de negociações.

O comportamento da moagem, da demanda por farinha e da evolução da nova safra serão os principais fatores a definir a direção dos preços do trigo no segundo semestre.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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