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Capim Pé-de-Galinha: Planta Daninha que Pode Reduzir até 50% da Produção Agrícola

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O capim pé-de-galinha (Eleusine indica) é uma das plantas daninhas mais problemáticas para a agricultura no Brasil, com o potencial de reduzir a produção agrícola em até 50%. Esta planta invasora é notável pela sua alta capacidade de produção de sementes, sendo capaz de dispersar até 120 mil sementes por indivíduo. Além disso, o capim pé-de-galinha compete intensamente por recursos essenciais como água, luz e nutrientes com as culturas principais e serve como hospedeiro para pragas e doenças, o que amplia os danos nas lavouras.

Para enfrentar essa ameaça, Luís Grandeza, gerente de herbicidas da FMC, recomenda os herbicidas Azugro® e Ezanya®, que contêm a molécula exclusiva Isoflex® active. Segundo Grandeza, “essa molécula é crucial no combate à resistência do capim pé-de-galinha, especialmente em culturas como algodão e tabaco. O Isoflex® active inibe a síntese de DOXP (deoxyxylulose-5-phosphate synthase), proporcionando um controle superior e prolongado. A utilização desses produtos melhora a eficácia do controle e contribui para uma agricultura mais sustentável e produtiva.”

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A molécula Isoflex® active oferece uma abordagem inovadora ao inibir uma via bioquímica essencial para a sobrevivência da planta daninha, tornando-a uma ferramenta valiosa na gestão da resistência do capim pé-de-galinha a herbicidas.

Grandeza também ressalta a importância do manejo integrado de plantas daninhas como parte de uma estratégia de controle mais abrangente. Ele sugere que o uso de métodos mecânicos, como o arranquio manual, e práticas culturais, como a rotação de culturas, aliados aos herbicidas Azugro® e Ezanya®, são fundamentais para enfrentar a complexidade do controle do capim pé-de-galinha. “Utilizar métodos mecânicos, como o arranquio, e práticas culturais, como a rotação de culturas, em combinação com os herbicidas Azugro® e Ezanya® são essenciais para enfrentar a complexidade do controle dessa planta daninha”, conclui Grandeza.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chicago despenca e pressiona soja no Brasil em meio a tensão EUA-China e câmbio volátil

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Mercado da soja inicia dia sob pressão externa e atenção à geopolítica

O mercado brasileiro de soja iniciou o dia sob forte influência do cenário internacional, especialmente da queda acentuada na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) e das incertezas em torno das negociações entre Estados Unidos e China. O movimento de baixa no exterior tende a pressionar as cotações domésticas, mesmo após sessões recentes de maior firmeza nos portos brasileiros.

A reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês Xi Jinping, em Pequim, concentrou a atenção dos traders globais. O mercado trabalha com a possibilidade de ajustes em tarifas e acordos comerciais envolvendo o agronegócio, incluindo a soja, mas ainda sem confirmação de aumento relevante nas compras chinesas além dos volumes já previamente comprometidos.

Chicago recua até 2% com expectativa de acordo e realização de lucros

Na Bolsa de Chicago, os contratos da soja registraram queda próxima de 2% em alguns vencimentos, com perdas entre 6 e 15 pontos ao longo da manhã. O movimento ocorre após recentes altas e reflete realização de lucros, além da cautela com o desfecho das negociações geopolíticas.

Rumores indicam possíveis ajustes tarifários entre as duas maiores economias do mundo, incluindo suspensão de tarifas adicionais sobre produtos agrícolas. Ainda assim, o mercado avalia que não há, até o momento, anúncio concreto de compras adicionais de soja pela China.

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O farelo de soja chegou a sustentar parte das cotações na sessão anterior, com alta superior a 3%, enquanto o óleo recuou, reforçando a volatilidade no complexo da oleaginosa.

Câmbio e cenário financeiro ampliam volatilidade no Brasil

O dólar comercial opera em leve queda, próximo de R$ 4,97, o que adiciona pressão adicional às cotações internas da soja. A moeda, no entanto, segue sensível a fatores políticos e externos, alternando momentos de fraqueza e recuperação ao longo das sessões recentes.

No mercado financeiro global, as bolsas asiáticas encerraram o pregão em baixa, enquanto os mercados europeus avançam. O petróleo também recua, contribuindo para um ambiente de maior cautela nos mercados de commodities.

Mercado físico no Brasil mostra leve alta em portos e estabilidade no interior

Apesar da pressão externa, o mercado físico brasileiro registrou variações positivas pontuais em algumas regiões. No Sul, cidades como Passo Fundo e Santa Rosa tiveram leve alta nas cotações da saca de soja, assim como Cascavel (PR). Já em estados do Centro-Oeste, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, os preços permaneceram estáveis.

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Nos portos, Paranaguá (PR) e Rio Grande (RS) apresentaram pequenos avanços, refletindo maior disputa por lotes disponíveis e movimentação moderada de negócios.

A ANEC elevou a projeção de exportações de maio, reforçando o ritmo do escoamento da safra brasileira, enquanto a colheita avança de forma desigual entre as regiões, impactada por clima e logística.

China, tarifas e soja: mercado segue no aguardo de definição

O foco principal do mercado segue sendo a relação comercial entre EUA e China. Informações preliminares indicam possíveis suspensões tarifárias envolvendo produtos agrícolas, incluindo soja, mas sem confirmação de incremento imediato nas compras chinesas.

Analistas destacam que qualquer avanço concreto nas negociações pode redefinir o fluxo global da commodity, mas, por enquanto, o cenário permanece de expectativa e alta volatilidade.

Perspectiva

Com Chicago em baixa, câmbio instável e incertezas geopolíticas no radar, o mercado brasileiro de soja deve seguir operando com pressão moderada no curto prazo, alternando momentos de sustentação pontual em portos e cautela nas negociações do interior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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