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Banco do Nordeste investe R$ 10 milhões em energia solar em Minas Gerais

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O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) anunciou a liberação de R$ 10,5 milhões em créditos destinados à instalação de sistemas de energia solar em residências de Minas Gerais até o final deste ano. Este financiamento provém do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

Desde o início de 2024, já foram contratados R$ 1,7 milhão para viabilizar mais de 80 projetos de energia solar no estado. Nos últimos cinco anos, Minas Gerais acumulou R$ 34,5 milhões em financiamentos com recursos do FNE Sol, destinados à geração de energia limpa em mais de 1,3 mil operações residenciais.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Minas Gerais lidera entre os estados da área de atuação do Banco do Nordeste em número de residências com produção própria de energia solar, ocupando a terceira posição no ranking nacional.

Wesley Maciel, superintendente estadual do BNB em Minas Gerais, enfatiza que o excedente de energia gerada nas residências pode ser utilizado para atividades produtivas tanto nas áreas urbanas quanto rurais. “Criamos um círculo virtuoso porque apoiamos o cliente que investiu na geração de energia em sua casa e consegue reduzir a sua conta, beneficiando também toda a sociedade ao disponibilizar mais energia, um insumo essencial para o desenvolvimento”, ressalta Maciel.

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Dados da plataforma Meu Financiamento Solar mostram que, no primeiro trimestre deste ano, 45% da demanda por crédito para instalação de painéis solares veio de pessoas da classe C. O financiamento subsidiado pelo governo, com recursos do FNE, facilita a aquisição com baixas taxas de juros e prazos de pagamento acessíveis.

O BNB financia até 100% do valor investido na aquisição e instalação de sistemas de micro e minigeração de energia elétrica, com prazos de pagamento de até oito anos. Atuando nos nove estados da região Nordeste e em parte do Espírito Santo, o banco disponibiliza um total de R$ 118 milhões para projetos de energia solar em toda a sua área de atuação. Até abril deste ano, já foram liberados R$ 54 milhões para cerca de 2 mil projetos de micro e minigeração de energia fotovoltaica em residências.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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