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Rio Grande do Sul Avança para Concluir a Semeadura de Arroz na Safra 2024/2025

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul estão próximos de finalizar a semeadura de arroz para a safra 2024/2025. Até a última semana, 96,51% da área projetada havia sido plantada, totalizando 915.302 hectares dos 948.356 previstos pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). O avanço em relação ao levantamento anterior foi de 1,47 ponto percentual.

Regiões em estágio avançado de plantio

Duas regionais já haviam concluído a semeadura na semana anterior: Campanha e Planície Costeira Externa. Outras três regiões também estão próximas de finalizar os trabalhos. A Fronteira Oeste registra 99,83% da área plantada, com 281.056 hectares semeados dos 281.542 previstos. A Zona Sul atingiu 99,68%, com 165.462 hectares plantados dos 165.986 estimados, enquanto a Planície Costeira Interna alcançou 98,69%, com 141.941 hectares semeados dos 143.825 projetados.

Impactos climáticos na região central

A região central do estado, a mais afetada pelas enchentes de maio, apresenta o maior atraso na semeadura, com apenas 76,04% da área prevista plantada — 95.700 hectares de um total de 125.860. Segundo Luiz Fernando Siqueira, gerente da Extensão Rural (Dater) do Irga, as enchentes e as chuvas frequentes nos meses de setembro, outubro e novembro prejudicaram a recuperação das áreas afetadas.

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“A situação na região central é mais complexa devido ao percentual significativo ainda por semear. As enchentes e a frequência das chuvas nos últimos meses dificultaram a reconstrução dessas áreas. Os produtores estão enfrentando uma jornada dupla para recuperar os terrenos e realizar o plantio”, explica Siqueira.

Levantamento semanal

Os dados fazem parte do levantamento semanal realizado pela Dater, com informações coletadas diretamente junto aos orizicultores pelos núcleos do Irga em diferentes regiões do estado. O acompanhamento detalhado permite uma avaliação precisa do progresso da safra e das dificuldades enfrentadas pelos produtores gaúchos.

As informações foram divulgadas pelo Instituto Rio Grandense do Arroz.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do feijão carioca segue firme em julho com oferta restrita e demanda aquecida da indústria

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O mercado brasileiro de feijão carioca começou o mês de julho mantendo os preços firmes para os grãos de melhor qualidade. A sustentação das cotações é resultado da oferta ainda restrita, mesmo com o início da colheita das áreas irrigadas do Cerrado, e da demanda contínua da indústria, que segue ativa diante dos baixos estoques.

De acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os volumes iniciais provenientes das lavouras irrigadas ainda são insuficientes para alterar o equilíbrio entre oferta e demanda. Com isso, os melhores lotes continuam sendo negociados com boa valorização.

Oferta limitada mantém preços do feijão carioca sustentados

Apesar do avanço da colheita nas áreas irrigadas de Goiás e de outras regiões do Cerrado, a disponibilidade do feijão carioca permanece reduzida.

Os primeiros lotes colhidos apresentaram boa qualidade e encontraram forte receptividade da indústria empacotadora, que mantém o ritmo das compras para recompor estoques. Ainda assim, o setor acompanha de perto o aumento gradual da oferta esperado ao longo de julho, fator que poderá influenciar o comportamento dos preços nas próximas semanas.

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Enquanto isso, a colheita da segunda safra de feijão carioca no Paraná entra em sua fase final, marcando a transição entre importantes regiões produtoras do país.

Mercado apresenta comportamentos diferentes entre as variedades

O cenário não é uniforme para todas as categorias de feijão.

Segundo o Cepea, o feijão carioca de qualidade intermediária e o feijão preto seguem registrando oscilações distintas entre as regiões produtoras. As diferenças na disponibilidade, na qualidade dos lotes e no ritmo das negociações explicam os ajustes heterogêneos observados no mercado físico.

Essa dinâmica demonstra que a formação dos preços continua altamente dependente das condições regionais de oferta e demanda.

Feijão preto pode ganhar força nas próximas semanas

No segmento do feijão preto tipo 1, o encerramento da colheita no Paraná — principal produtor nacional — altera gradualmente a postura dos agentes de mercado.

A menor área cultivada nesta temporada, somada às perdas provocadas pelas adversidades climáticas, reduziu a disponibilidade dos lotes de melhor qualidade. Diante desse cenário, produtores e detentores de estoques mantêm posições firmes nas negociações, apostando em novas valorizações caso a oferta permaneça limitada.

Perspectivas para o mercado de feijão

A expectativa do setor é de aumento gradual da oferta ao longo de julho com o avanço da colheita irrigada no Cerrado. No entanto, enquanto esse crescimento ocorrer de forma moderada e os estoques da indústria permanecerem baixos, o mercado deverá continuar favorecendo os lotes de maior qualidade.

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Especialistas avaliam que a evolução da colheita, as condições climáticas nas principais regiões produtoras e o comportamento da demanda serão determinantes para o rumo dos preços nas próximas semanas.

Destaques do mercado
  • Oferta de feijão carioca de melhor qualidade continua restrita.
  • Indústria mantém compras para recompor estoques.
  • Colheita irrigada do Cerrado avança, mas ainda com baixo volume.
  • Paraná conclui a segunda safra de feijão carioca.
  • Feijão preto segue com perspectiva de valorização devido à menor oferta.
  • Mercado permanece atento ao aumento da disponibilidade durante julho.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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