AGRONEGÓCIO

Vittia Apresenta Inovação com Biodefensivo Aplicado por Drones na Global Cana 2024

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A Vittia, empresa brasileira de biotecnologia especializada em defensivos biológicos e nutrição especial para plantas, foi destaque no 3º Congresso Global Cana, realizado no dia 5 de setembro em Ribeirão Preto (SP). Durante o evento, a empresa apresentou o biodefensivo macrobiológico Tetra Duo-Vit (Tetrastichus howardi), utilizado para combater lagartas e pupas da broca da cana-de-açúcar (Diatraea saccharalis).

O grande diferencial apresentado pela Vittia foi a aplicação do agente de controle biológico via drone, o que trouxe resultados expressivos. Nos testes realizados em campos comerciais, a tecnologia demonstrou uma taxa de parasitismo superior a 80%. A Vittia é atualmente a única empresa no Brasil capaz de produzir e entregar o Tetra Duo-Vit em escala.

Controle Biológico Inovador e Eficiente

O controle biológico promovido pela Tetra Duo-Vit é estrategicamente planejado, com o parasitoide agindo em duas frentes: nas fases de lagarta e pupa da praga. Isso garante um controle mais duradouro, com o parasitismo atuando de maneira eficaz por até 10 dias em campo. A aplicação por drone, com um raio de voo de 50 metros, traz ainda ganhos operacionais, como maior rapidez e precisão, além de evitar desperdícios no processo.

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Segundo Joan Brigo Fernandes, Diretor de Macrobiológicos da Vittia, o uso de soluções biológicas está em crescimento no Brasil, principalmente devido à menor probabilidade de desenvolvimento de resistência aos defensivos biológicos, em comparação com os químicos. “Estudos indicam que 70% dos produtores brasileiros pretendem manter ou aumentar o investimento em produtos de base biológica. Somos pioneiros no uso do Tetrastichus para o controle da broca da cana, e nossos resultados superam os de qualquer outro produto macrobiológico disponível no mercado”, afirma Fernandes.

Expansão Tecnológica e Industrial

Neste ano, a Vittia centralizou suas operações laboratoriais de macrobiológicos em Artur Nogueira (SP), com investimentos em tecnologia 4.0, automação e sensoriamento, ampliando sua capacidade de atendimento. Com uma área de 32 mil m², a planta fabril está estrategicamente localizada próxima a universidades e centros de pesquisa de renome, facilitando o intercâmbio de conhecimento e a logística de distribuição em todo o país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja devem superar 15 milhões de toneladas em junho e reforçam liderança do agronegócio

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O agronegócio brasileiro segue demonstrando força no mercado internacional. As exportações de soja do Brasil devem alcançar aproximadamente 15,3 milhões de toneladas em junho, segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume representa um desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reforça a competitividade do produto brasileiro no comércio global.

Os dados mais recentes da entidade indicam que os embarques acumulados de soja em 2026 já ultrapassam 73,8 milhões de toneladas, consolidando um dos melhores desempenhos da história para o setor exportador nacional.

Soja lidera crescimento das exportações brasileiras

A soja continua sendo o principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e maio, os embarques apresentaram crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionados pela elevada demanda internacional e pela ampla oferta nacional.

Para junho, a previsão é de exportações superiores a 15 milhões de toneladas, resultado acima das 13,8 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês do ano anterior. O avanço reforça a posição do Brasil como maior fornecedor mundial da oleaginosa.

A China permanece como o principal destino da soja brasileira, absorvendo cerca de 70% das exportações realizadas entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda e México também figuram entre os principais compradores do grão brasileiro.

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Farelo de soja registra avanço e fortalece indústria de processamento

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026. A ANEC estima embarques próximos de 2,24 milhões de toneladas em junho, volume superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O crescimento reflete o fortalecimento da indústria nacional de processamento, que vem ampliando a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão Indonésia, Tailândia, Irã, Holanda, Polônia e Espanha, demonstrando a diversificação dos mercados consumidores do produto.

Milho acelera e amplia participação no comércio global

Outro destaque do ano é o milho. Os embarques acumulados já superam 6,3 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao observado no mesmo período de 2025. A previsão para junho aponta exportações próximas de 598 mil toneladas.

O cereal brasileiro vem ganhando espaço em mercados estratégicos, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio. Egito, Vietnã e Irã lideram as compras do milho nacional, seguidos por Argélia, Malásia e Arábia Saudita.

Portos do Arco Norte ampliam relevância logística

A logística segue sendo um dos pilares do crescimento das exportações brasileiras. Os portos de Santos, Paranaguá, Itaqui, Barcarena, Itacoatiara e Rio Grande concentram grande parte dos embarques de soja, farelo e milho.

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Além dos tradicionais corredores de exportação do Sul e Sudeste, os portos do Arco Norte vêm ampliando sua participação, contribuindo para a redução de custos logísticos e aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais.

Agronegócio mantém protagonismo na balança comercial

As projeções da ANEC reforçam a importância do complexo soja e milho para a economia brasileira. O avanço das exportações ocorre em um contexto de demanda global consistente por alimentos e proteínas, favorecendo o desempenho do setor.

Com produção elevada, infraestrutura em expansão e mercados consolidados, o Brasil segue fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores mundiais de grãos, contribuindo decisivamente para o saldo positivo da balança comercial e para a geração de renda no campo.

A expectativa do mercado é que os embarques continuem acelerados ao longo do segundo semestre, especialmente com a intensificação das exportações de milho e a manutenção da forte demanda asiática pela soja brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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