AGRONEGÓCIO

Coffee Week” Chega a Brasília com Menus Especiais e Preços Acessíveis

Publicado em

Brasília se prepara para receber a segunda edição do “Brasília Coffee Week”, que ocorrerá de 13 a 29 de setembro. Com o apoio da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), o evento reunirá aproximadamente 50 cafeterias, confeitarias e panificadoras da capital federal, que oferecerão menus especiais com café ou pratos à base do produto por um preço fixo reduzido de R$ 30.

O “Brasília Coffee Week” faz parte da “Brasil Coffee Week”, uma iniciativa nacional que celebra a cultura do café e promove o acesso a experiências gastronômicas exclusivas. “Brasília e todo o Distrito Federal estão em crescimento no cenário cafeeiro, especialmente no segmento de cafés especiais, com uma rápida expansão de microtorrefações e cafeterias. Apoiar a ‘Coffee Week’ na capital é uma maneira de reconhecer o trabalho exemplar dos profissionais do setor, desde a produção até o produto final”, afirma Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA.

Estrela destaca que o evento busca aumentar o interesse dos brasilienses pelos cafés especiais, incentivando a exploração de técnicas diferenciadas de extração e processos de torra mais claros. “As cafeterias participantes são locais onde se pode conhecer as histórias da produção, dos produtores e das regiões do Brasil onde o café é cultivado, oferecendo uma rica experiência sensorial com pratos de alta gastronomia”, explica.

Leia Também:  Colheita entra na fase final, mas clima irregular impõe ritmo desigual no campo

O “Brasília Coffee Week” reflete o compromisso da BSCA em democratizar o acesso ao café especial, valorizar os estabelecimentos do setor e a profissão de barista, além de promover networking e boas conversas. O evento incluirá também workshops e sessões de degustação, sendo uma delas aberta ao público. Para conferir o cronograma e a lista de estabelecimentos participantes, acesse o site Brasília Coffee Week.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Expansão de área e liderança na exportação sustentam safra de 770 mil toneladas de banana

Published

on

A produção catarinense de banana deve atingir 770 mil toneladas no ciclo 2025/2026, consolidando o Estado na liderança das exportações nacionais da fruta. O resultado representa um crescimento de 0,3% em comparação com o ciclo anterior, impulsionado por um avanço de 3,2% na área cultivada. Por outro lado, a produtividade média na lavoura aponta uma retração de 1,9%, estimada em 26.490 quilos por hectare. O desempenho da safra atua como indutor econômico no Norte do Estado e no Vale do Itajaí, regiões que concentram 84,7% do volume total colhido.

A dinâmica do mercado local permanece dividida entre o volume produtivo e o valor agregado da fruta na ponta da venda. A banana-caturra, conhecida como nanica, mantém o predomínio absoluto nos plantios, ocupando 72,6% da área e respondendo por 82,4% da colheita estimada. A variedade prata, embora represente uma fatia menor — 27,4% da área e 17,6% do volume —, ganha relevância pelo preço superior pago ao produtor no mercado físico. No recorte regional, o Sul de Santa Catarina apresenta menor eficiência técnica se comparado ao Norte: a região detém 24,4% da área destinada à cultura, mas participa com apenas 15,3% do volume final.

Leia Também:  Terceiro avião trazendo brasileiros de Israel chega ao Brasil 

No front externo, Santa Catarina responde por cerca de metade de toda a banana exportada pelo Brasil, tendo como principais destinos os parceiros comerciais do Mercosul, especialmente a Argentina e o Uruguai. Internamente, o município de Corupá lidera a engrenagem econômica do setor no Norte catarinense, ocupando o posto de terceiro maior produtor nacional.

Com um volume de 153,1 mil toneladas registrado no balanço de 2024, a atividade movimenta R$ 324 milhões anuais na economia local. O município partilha, junto com Jaraguá do Sul, Schroeder e São Bento do Sul, o selo de Indicação Geográfica na modalidade Denominação de Origem, certificado que atesta o amadurecimento mais lento e o maior teor de açúcar natural da fruta devido às condições climáticas de relevo da região.

O resultado projetado para a safra atual ocorre após períodos de estresse nos pomares causados por eventos climáticos extremos nos últimos anos, como ciclones, ventos de grande intensidade e geadas recorrentes. A estabilização das lavouras foi garantida pela introdução de manejo especializado e ferramentas de monitoramento da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

Leia Também:  Em Brasília, Sorriso recebe selo prata para eliminação vertical de HIV e selo prata de boas práticas para tratamento da sífilis

O suporte técnico foca no controle fitossanitário da sigatoca-amarela, principal doença fúngica que atinge os bananais, e na previsão de perdas. A perspectiva para o encerramento do ciclo aponta para a manutenção da qualidade comercial da fruta diante de um clima mais ameno, sustentando o fluxo de caixa das pequenas propriedades rurais que formam a base social da atividade no campo.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA