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Corteva Agriscience Lança LumiTreo™: Fungicida Inovador para Tratamento de Sementes de Soja

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A Corteva Agriscience, referência global em soluções para o agronegócio, amplia seu portfólio no Brasil com o lançamento do LumiTreo™, um fungicida avançado para tratamento de sementes. Esta inovação chega para enfrentar o complexo de doenças iniciais que afetam a soja, como podridão, tombamento e murchamento, oferecendo uma ferramenta eficaz para maximizar o potencial das cultivares desde o início do ciclo.

LumiTreo™ combina a expertise da Corteva em tecnologia de sementes com a confiabilidade que caracteriza a empresa. De acordo com Diego Rorrato, Líder de Produto de Tratamento de Sementes da Corteva para o Brasil e Paraguai, “Com processos de desenvolvimento avançados e rigorosos testes, LumiTreo™ reforça o trabalho do agricultor brasileiro e aumenta a produtividade de sua lavoura ao proteger o bem mais precioso: a semente. O produto possui um amplo espectro de controle, é isento de fitotoxidade e ajuda a preservar a reserva inicial das plantas de soja.”

Os testes de eficácia foram realizados no Centro de Tecnologia para Tratamento de Sementes (CSAT) da Corteva, localizado em Formosa, Goiás, o primeiro da empresa na América Latina e o segundo no mundo. Este centro oferece conhecimentos e serviços que potencializam a produção e investimento dos multiplicadores, marcas internas e produtores.

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A fórmula inovadora do LumiTreo™ contém três ingredientes ativos: oxatiapiprolina, picoxistrobina e ipconazol. Destacam-se entre esses os dois primeiros, inéditos no tratamento de sementes de soja. A tecnologia de combinação desses ativos torna o produto uma ferramenta robusta e eficaz para o manejo da resistência. “A formulação promove a manutenção das características intrínsecas das sementes, favorecendo o estabelecimento do estande e, por conseguinte, um maior potencial produtivo”, explica Rorrato, salientando que a produtividade também depende de fatores como clima, solo e manejo.

LumiTreo™ atua contra cinco doenças da soja: podridão radicular e tombamento (Rhizoctonia solani); podridão vermelha da raiz (Fusarium pallidoroseum); antracnose transmitida por sementes (Colletotrichum truncatum); podridão seca e fungo típico de sementes (Phomopsis sojae); e podridão radicular causada por fitóftora e oomiceto (Phytophthora sojae).

O modo de ação do produto envolve a absorção pela semente, que é então translocada pelo sistema radicular e pela parte aérea das plantas durante os primeiros estágios de desenvolvimento. Recomenda-se seguir rigorosamente as instruções da bula para obter os melhores resultados. LumiTreo™ já está registrado nos Estados Unidos e Canadá.

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Nos últimos cinco anos, durante o processo de pesquisa e desenvolvimento, LumiTreo™ foi testado em 15 regiões do Brasil. Os ensaios demonstraram que o produto melhora o vigor das plantas, com efeitos positivos já observados a partir do florescimento.

O fungicida foi aprovado pelas agências reguladoras federais no Brasil e por várias estaduais, incluindo São Paulo, Minas Gerais, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Bahia, Rondônia, Roraima, Alagoas, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul e Paraíba, estando em processo de aprovação nos demais estados onde será comercializado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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