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Fertilizantes com aminoácidos minimizam impactos do El Niño na agricultura

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Estes fatores representam um desafio adicional para as colheitas e ecossistemas agrícolas, principalmente porque, segundo a Organização Mundial de Meteorologia (OMM), os efeitos devem perdurar até abril de 2024. Essas mudanças climáticas podem intensificar o estresse biótico e abiótico nas plantas, resultando em quedas significativas na produtividade e na qualidade dos produtos.

Em geral, as plantas estão sempre sujeitas a algum tipo de estresse biótico (ataque de pragas e doenças) e/ou abiótico (temperaturas extremas, falta de água, entre outros fatores). No entanto, mudanças abruptas intensificam esse cenário. O gerente da área técnica da Ajinomoto® Fertilizantes, divisão de agronegócios da Ajinomoto do Brasil, Rafael Hirano, enfatiza que quanto mais saudável a planta, melhor será a sua recuperação após um evento adverso como um déficit hídrico ou ataque de patógenos.

Pensando em auxiliar os produtores rurais a enfrentarem o período, a Ajinomoto® Fertilizantes apresenta soluções à base de aminoácidos que podem contribuir na prevenção e no alívio dos efeitos negativos do estresse climático.

AMINO Proline

Fertilizante organomineral de alta tecnologia, que desempenha um papel essencial para auxiliar as culturas no combate a condições severas de estresse. Composto por uma mistura exclusiva de aminoácidos, o fertilizante é indicado para proteger as plantas em condições adversas de déficit hídrico e temperaturas extremas.

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Produzida naturalmente pelas plantas, a prolina é um aminoácido hidrofílico e é fundamental na regulação osmótica, ou seja, na entrada e na saída de água nas células. No entanto, fornecer o aminoácido prolina antecipadamente, por meio de aplicações foliares, economiza tempo e energia da planta, permitindo uma melhor resposta ao estresse.

AMINO Imune

Fertilizante organomineral, composto por aminoácidos específicos que atuam como sinalizadores para a planta, alertando-a sobre possíveis ataques de pragas e doenças. Ao ativar rotas metabólicas de defesa, o produto fortalece a capacidade da planta de se proteger contra futuras ameaças. A aplicação preventiva do AMINO Imune proporciona à planta uma condição conhecida como efeito Priming, em que ela memoriza como se defender.

O uso correto desses produtos pode beneficiar qualquer cultura e auxiliar na prevenção de estresses causados por altas temperaturas, por exemplo. O clima quente e intenso que poderá chegar nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste com a passagem do El Niño pode acelerar a desidratação das plantas e resultar em escaldadura, um fenômeno em que as folhas são “queimadas” devido à super excitação de elétrons no interior da planta, levando à produção excessiva de radicais livres. “Nestes casos, o aminoácido prolina, presente no AMINO Proline, pode neutralizar os efeitos tóxicos desses radicais livres em excesso, além de auxiliar no controle osmótico das células”, explica Hirano.

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Em relação ao excesso de chuvas que poderá atingir a região Sul do país, algumas medidas podem ajudar a proteger as plantas, deixando-as menos propensas a doenças e pragas, como: o uso de variedades resistentes, o controle fitossanitário adequado, a higiene dos maquinários agrícolas e a nutrição equilibrada das plantas por meio de análises de solo e foliar.

Rafael Hirano destaca que a preparação antecipada e a implementação de boas práticas agrícolas são essenciais para diminuir os desafios determinados pelo El Niño e outras condições climáticas extremas. Além disso, o executivo reforça o compromisso da Ajinomoto® Fertilizantes com a preservação do meio ambiente, ressaltando a importância de medidas sustentáveis e conscientes.

Fonte: Race Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

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O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

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Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

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A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

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