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Novo Episódio do Ceva Sounds Aves Explora Impactos da Doença de Newcastle na Avicultura Global

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A Ceva Saúde Animal reforça seu compromisso com a sanidade da avicultura brasileira, trazendo ao público um conteúdo especializado e esclarecedor sobre a Doença de Newcastle, uma das principais preocupações da indústria avícola mundial. O novo episódio do podcast Ceva Sounds Aves, apresentado por Tharley Carvalho, Gerente de Marketing de Ciclo Curto da Ceva Saúde Animal Brasil, conta com a participação do Dr. Luiz Sesti, Gerente de Serviços Veterinários da Ceva Aves para América Latina, que compartilha sua vasta experiência e conhecimento sobre o tema.

“Nosso especialista oferece uma visão abrangente sobre o vírus da Doença de Newcastle, que, assim como a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), é uma ameaça global com graves repercussões para toda a cadeia produtiva”, enfatiza Tharley Carvalho.

Com uma carreira de 45 anos na medicina veterinária e mais de 50 publicações científicas, o Dr. Sesti destacou que o objetivo do episódio é conscientizar os profissionais da avicultura sobre os impactos devastadores, tanto econômicos quanto políticos, causados pela Doença de Newcastle. Ele ressaltou ainda que, embora o Brasil seja considerado livre da doença na avicultura industrial, a situação epidemiológica na América Latina varia significativamente, com alguns países enfrentando a circulação endêmica do vírus velogênico.

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“O episódio serve como uma ferramenta valiosa para a indústria avícola brasileira, permitindo que informações precisas e organizadas cheguem rapidamente aos profissionais de campo”, afirmou o Dr. Sesti. Ele destacou a importância de manter o conhecimento atualizado e investir continuamente no controle e erradicação do vírus.

Tharley Carvalho finalizou destacando que o conteúdo do episódio é fundamental para entender a epidemiologia da Doença de Newcastle nas Américas e as estratégias mais avançadas para seu controle. “Esta entrevista é rica em detalhes, com o Dr. Sesti narrando a evolução dessa doença desde sua primeira descrição até os dias de hoje”, concluiu.

Para quem deseja se aprofundar no tema e conhecer as melhores práticas de controle da Doença de Newcastle, o episódio está disponível para acesso no Ceva Sounds Aves. Não perca a oportunidade de ampliar seu conhecimento e fortalecer a sanidade avícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado global de açúcar pode registrar déficit em 2026/27, alerta Organização Internacional do Açúcar

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A Organização Internacional do Açúcar projeta que o mercado global de açúcar deverá entrar em déficit na safra 2026/27, sinalizando uma possível mudança no equilíbrio entre oferta e demanda após um período de superávit mundial.

Segundo estimativa divulgada pela entidade em atualização trimestral, o déficit global deverá alcançar 0,262 milhão de toneladas métricas na próxima temporada, refletindo principalmente uma queda prevista de cerca de 2 milhões de toneladas na produção mundial.

El Niño amplia preocupação com oferta global de açúcar

De acordo com a OIA, o avanço do fenômeno climático El Niño aumenta os riscos para importantes regiões produtoras, elevando as preocupações com produtividade agrícola e oferta global da commodity.

O relatório aponta que as condições climáticas podem afetar diretamente a produção de cana-de-açúcar em grandes exportadores, alterando o comportamento do mercado internacional ao longo de 2026 e 2027.

A entidade destacou que a previsão de déficit marca a primeira estimativa oficial para a safra 2026/27.

Superávit global de açúcar em 2025/26 foi revisado para cima

Apesar da perspectiva de déficit futuro, a Organização Internacional do Açúcar revisou para cima sua projeção de superávit global na temporada 2025/26, considerando o ciclo entre outubro e setembro.

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A estimativa passou de 1,22 milhão para 2,244 milhões de toneladas métricas, indicando oferta ainda confortável no curto prazo.

Segundo a entidade, o cenário atual tende a manter os preços relativamente estáveis nos próximos meses.

“A perspectiva para os preços nos próximos três meses é neutra, pois o superávit de 2025/26 é modesto”, informou a organização.

Formação de estoques pode sustentar preços internacionais

Mesmo com oferta global positiva na temporada atual, a OIA avalia que alguns fatores podem limitar pressões de baixa sobre os preços internacionais do açúcar.

Entre eles estão:

  • preocupações com redução no uso de fertilizantes;
  • aumento das operações de hedge;
  • formação preventiva de estoques;
  • incertezas climáticas relacionadas ao El Niño.

Segundo a entidade, esses elementos podem contribuir para maior sustentação dos preços no mercado internacional.

Produção global de etanol deve crescer em 2026

O relatório também apresentou projeções para o mercado global de etanol, setor diretamente ligado à cadeia sucroenergética.

A expectativa da OIA é que a produção mundial avance de 123,1 bilhões para 129,4 bilhões de litros em 2026, impulsionada principalmente pela recuperação da produção brasileira e pela expansão do setor na Índia.

O consumo global de etanol também deverá crescer, passando de 122,9 bilhões para 126,9 bilhões de litros, embora ainda permaneça abaixo da oferta prevista.

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Alta do petróleo fortalece demanda por biocombustíveis

Segundo a organização, o aumento dos preços do petróleo, influenciado pelas tensões geopolíticas no Golfo Pérsico, vem ampliando o interesse global pelos biocombustíveis.

A OIA destacou que diversos países estão ampliando programas de mistura de etanol à gasolina como estratégia energética e ambiental.

Entre os movimentos citados pela entidade estão:

  • o avanço do E32 no Brasil;
  • discussões sobre E25 na Índia;
  • ampliação do E20 na União Europeia.

Os biocombustíveis ganham competitividade econômica em cenários de petróleo elevado, favorecendo a demanda por etanol produzido a partir da cana-de-açúcar e do milho.

Brasil segue no centro das atenções do mercado sucroenergético

Com a recuperação da produção nacional prevista para 2026, o Brasil deve continuar exercendo papel estratégico no abastecimento global tanto de açúcar quanto de etanol.

O desempenho climático da safra brasileira, aliado ao comportamento da demanda internacional por biocombustíveis, deverá ser determinante para o equilíbrio do mercado global nos próximos ciclos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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