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A novidade dos planos de saúde Pet

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A novidade dos planos de saúde Pet
Daniel Salgueiro

A novidade dos planos de saúde Pet

Olá, queridos leitores! Sou Daniel Salgueiro, médico veterinário e apaixonado por animais. Empreendedor no mercado pet e sócio fundador da operadora de plano de saúde pet DogCaT . Estamos iniciando uma coluna semanal sobre o mundo Pet, dedicada a compartilhar informações úteis sobre cuidados com nossos amados pets.

Daniel Salgueiro

Hoje, vamos abordar um tópico essencial para garantir a saúde e o bem-estar dos nossos companheiros de quatro patas: a importância de um plano de saúde pet.

O Que é um Plano de Saúde Pet?

Um plano de saúde pet funciona de forma semelhante aos planos de saúde para humanos. Ele oferece cobertura para diversos serviços veterinários, incluindo consultas, exames, vacinas, cirurgias e até tratamentos de emergência. Existem várias opções de planos no mercado, cada uma com diferentes níveis de cobertura e preços, permitindo que você escolha o que melhor se adapta às necessidades do seu pet e ao seu orçamento.

Benefícios de ter um plano de Saúde Pet

Pela minha experiência e trajetória como médico veterinário há 15 anos com experiências em outros países, com uma pós-graduação na universidade do Tennessee e dono de pet, percebi que os imprevistos são muitas vezes bem complicados a seus tutores, os insumos e serviços para pets tem ficado cada vez mais caros, preços altos de forma a dificultar os serviços veterinários. O planejamento financeiro para cuidar de um pet, através de um plano de saúde traz tranquilidade para utilização rotineira e emergências. A economia com os gastos veterinários pode ser desde uma consulta rotineira até uma cirurgia de emergência com plano de saúde.

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Muitos planos de saúde incluem cobertura para check-ups regulares e vacinas, que são fundamentais para prevenir doenças e detectar problemas de saúde precocemente, aumentando a qualidade de vida do seu filhote peludo juntamente com a longevidade.

Situações de emergência, como acidentes ou doenças graves, podem ser extremamente estressantes. Ter um plano de saúde garante que você possa focar na recuperação do seu pet, sem se preocupar excessivamente com os custos elevados de tratamentos emergenciais.

Como Escolher o Plano de Saúde Ideal

Ao escolher um plano de saúde para o seu pet, considere os seguintes aspectos:

Cobertura: Verifique quais serviços estão incluídos no plano. Alguns cobrem apenas cuidados básicos, enquanto outros oferecem cobertura abrangente que inclui cirurgias e tratamentos de emergência.

Custo: Compare os custos mensais do plano com os potenciais gastos veterinários. Lembre-se de que o mais barato nem sempre é o melhor. Cuidado com as modalidades com coparticipação, elas podem trazer imprevistos.

Rede de Veterinários: Certifique-se de que sua clínica veterinária de confiança está na rede de cobertura do plano.

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Reputação da Empresa: Pesquise sobre a empresa que oferece o plano. Leia avaliações de outros donos de pets e consulte o histórico de atendimento ao cliente.

Por fim

Investir em um plano de saúde pet é uma decisão que pode proporcionar segurança financeira e garantir que seu animal de estimação receba o melhor cuidado possível. Ao prevenir problemas de saúde e gerenciar custos de tratamento, um plano de saúde ajuda a manter seu pet saudável e feliz ao seu lado por muitos anos.

Fique atento às novidades e continue acompanhando nossa coluna semanal para mais dicas e informações sobre cuidados com pets. Até a próxima!

Daniel Salgueiro

CEO

DogCat – Planos de Saúde Pet

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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