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Vetnil inaugura novo centro logístico sustentável em Louveira (SP)

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A Vetnil, renomada no segmento de medicamentos e suplementos para equinos no Brasil, celebrou seus 30 anos com a inauguração de um moderno centro logístico em Louveira (SP). Com uma área interna de 4.883 metros quadrados e capacidade para 10.200 porta-pallets, o novo empreendimento marca um passo importante na estratégia de crescimento da empresa.

Foco em Inovação e Expansão

Segundo Cristiano Sá, Diretor de Marketing e Novos Negócios da Vetnil, o centro logístico é parte integrante da expansão da Vetnil, que inclui também uma nova sede e ampliação das linhas de produção, laboratórios e área administrativa. “Estamos comprometidos com o desenvolvimento de novas soluções que beneficiem a saúde e o bem-estar dos cavalos e outros pets. Este novo centro logístico nos capacita a atender ainda melhor as demandas do mercado nacional e internacional”, enfatiza Cristiano Sá.

Sustentabilidade e Responsabilidade Ambiental

Além de aumentar sua capacidade operacional, a Vetnil demonstra seu compromisso com a sustentabilidade. O novo centro logístico conquistou a certificação LEED na categoria Prata, reconhecimento mundial que atesta a construção como ambientalmente responsável. A unidade incorpora diversas práticas sustentáveis, como autossuficiência energética por meio de uma usina fotovoltaica com 1.080 placas instaladas, totens de abastecimento para veículos elétricos, sistema de água de reuso, estação de tratamento de esgoto, e pavimentação interna com blocos intertravados para maior absorção de água.

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“Cuidar da saúde dos animais vai além de desenvolver produtos de qualidade; é também garantir um futuro sustentável para o planeta. Estamos orgulhosos de contribuir não apenas para o avanço da ciência veterinária, mas também para a preservação ambiental”, conclui Cristiano Sá.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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