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Aquicultura em foco: Peixe BR destaca mercado e sanidade na Aquishow Brasil

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A 13ª edição da Aquishow Brasil 2024, que ocorre em São José do Rio Preto (SP) de 20 a 23 de maio, conta com a participação ativa da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR). Neste ano, a entidade destaca-se ao promover o segundo Workshop Peixe BR de Sanidade da Piscicultura, além da apresentação do presidente executivo da associação, Francisco Medeiros, sobre as perspectivas do mercado de peixes de cultivo. A Peixe BR também marca presença com um estande no evento.

Francisco Medeiros, presidente executivo da Peixe BR, ressalta a importância da presença da associação na Aquishow, como forma de fortalecer o setor e discutir oportunidades tanto no mercado nacional quanto global. “Além de promover nossa segunda edição do Workshop de Sanidade, vamos debater as oportunidades nos mercados locais e globais”, destaca Medeiros, enfatizando a relevância da sanidade na produção de alimentos de origem animal. “Com a saúde comprometida, não há manejo nutricional de qualidade que surta efeito”, acrescenta.

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Com o Brasil registrando a produção de 887.029 toneladas de peixes de cultivo em 2023, o setor não apenas atende à demanda interna, mas também busca a expansão em novos mercados. “Oportunidades vão se abrindo para a atividade avançar cada vez mais por conta da confiabilidade na qualidade e segurança dos peixes de cultivo do Brasil”, destaca Francisco.

A palestra de Francisco Medeiros está programada para o dia 22 de maio (quarta-feira), com início às 11h20 e duração de 30 minutos, no auditório da feira. Já o 2º Workshop Peixe BR de Sanidade da Piscicultura ocorre das 13h30 às 15h30, no mesmo dia.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Alta de invasões impulsiona campanha “Invasão Zero” e pressiona por lei mais dura

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou a reação às invasões de propriedades rurais com a campanha “Invasão Zero”, que reúne um conjunto de propostas legislativas e medidas de pressão institucional para endurecer o combate às ocupações no campo.

A iniciativa ganha força em meio ao aumento recente dos casos. Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta 33 invasões registradas entre janeiro e meados de abril deste ano, sendo 14 apenas neste mês. Do total, 32 episódios foram atribuídos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Para a bancada ruralista, o avanço das ocupações amplia a insegurança jurídica e afeta decisões de investimento no setor. A avaliação é de que o cenário pode comprometer a produção, sobretudo em regiões de fronteira agrícola, onde a expansão depende de maior previsibilidade institucional.

Como resposta, a FPA articula um pacote de projetos no Congresso. Entre eles está o Projeto de Lei 4.432/2023, que cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP), com integração ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). A proposta busca centralizar dados, facilitar a identificação de envolvidos e dar suporte às ações de segurança.

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Outro eixo da ofensiva é o endurecimento das penas. O Projeto de Lei 1.198/2023 propõe alterar o Código Penal para elevar a punição por esbulho possessório, hoje limitada a detenção de um a seis meses, para reclusão de quatro a oito anos, além de multa. Já o Projeto de Lei 6.612/2025 cria uma tipificação específica para invasões de propriedades rurais, com penas que podem chegar a dez anos, agravadas em casos de áreas produtivas ou ações coletivas.

No mesmo pacote, propostas buscam restringir o acesso de invasores a políticas públicas. Um dos textos em tramitação prevê a exclusão de ocupantes irregulares de programas de reforma agrária e o bloqueio temporário de crédito subsidiado, benefícios fiscais e contratos com o poder público.

A ofensiva legislativa ocorre em um contexto mais amplo de debate sobre a política fundiária. Dados do mostram que o Brasil tem cerca de 1,1 milhão de famílias assentadas, mas ainda enfrenta desafios estruturais na geração de renda e na integração produtiva dessas áreas. Para a FPA, a solução passa por tratar a reforma agrária como política técnica, com foco em infraestrutura, assistência e viabilidade econômica, e não por meio de ocupações.

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A campanha “Invasão Zero” deve orientar a atuação da bancada ao longo de 2026, com prioridade para projetos que ampliem a segurança jurídica no campo e estabeleçam regras mais rígidas para ocupações ilegais. O tema tende a ganhar espaço na agenda do Congresso, especialmente diante da pressão de produtores e entidades do setor.

Fonte: Pensar Agro

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