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Do Campo à Mesa: Programa do Sebrae/SC Potencializa Renda e Qualidade de Vida para Agricultores Familiares

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O Sebrae/SC, em colaboração com a Sulcredi Âmplea, a maior cooperativa independente de Santa Catarina, lançou, em outubro, uma ação voltada para fortalecer a agricultura familiar na região Oeste. Esta iniciativa integra o Programa Inclusão Socioprodutiva, que beneficiará 15 propriedades através de capacitações e consultorias personalizadas, com o objetivo de aumentar a produtividade e a renda dos agricultores, além de promover a inclusão socioeconômica no campo.

A reunião de alinhamento contou com a participação do gestor do programa na região, Thiago Dalla Rosa; do presidente da Sulcredi Âmplea, Cleber Simionato; do vice-presidente, João Carlos Anzolin; e do conselheiro, Adecir Roversi.

Cleber Simionato destacou a importância da parceria com o Sebrae/SC, afirmando: “Nossa principal preocupação é atender às demandas dos nossos clientes, especialmente dos agricultores. Essa parceria nos permite oferecer assistência técnica de qualidade e capacitações personalizadas para esses empreendedores. Com isso, a Sulcredi Âmplea reafirma seu compromisso com os associados, buscando ser uma boa opção para atender às suas necessidades”.

As ações estratégicas do Programa Inclusão Socioprodutiva visam reduzir as disparidades socioeconômicas entre os agricultores familiares e outros setores, promovendo a integração e melhoria das condições de vida, conforme ressaltou Thiago Dalla Rosa. “Reconhecido por impulsionar o desenvolvimento de micro e pequenas empresas em todo o país, o Sebrae desenvolve o Programa Inclusão Socioprodutiva, que oferece novas oportunidades para pessoas em situação de vulnerabilidade, promovendo o empreendedorismo e a geração de renda através de capacitações e consultorias”.

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O Sebrae está comprometido em promover a inclusão social e econômica de todos os empreendedores. Com ações direcionadas, busca proporcionar oportunidades para aqueles que enfrentam dificuldades em gerar renda e construir um futuro mais promissor. O programa atenderá, até o final de 2025, um público diversificado que inclui jovens, mulheres, povos indígenas, quilombolas e microempreendedores individuais, todos em situação de vulnerabilidade social. Por meio de diversas iniciativas, o programa pretende fomentar o desenvolvimento e crescimento desses grupos, promovendo a inclusão social e econômica.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura inicia Censo Real para mapear população em situação de rua e ampliar rede de acolhimento

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, iniciou a operação Censo Real, uma ação conjunta com o Governo de Mato Grosso para realizar um diagnóstico atualizado da população em situação de rua no município. O levantamento tem como objetivo identificar o perfil, as necessidades e a quantidade de pessoas nessa condição, subsidiando a ampliação das políticas públicas de acolhimento, assistência social, saúde e reinserção social. A ação começou na terça-feira (14).

A iniciativa reúne equipes da Prefeitura e do Governo do Estado, por meio das Secretarias de Segurança Pública (Sesp) e de Assistência Social e Cidadania (Setasc), além do Ministério Público e do Poder Judiciário. Nesta primeira etapa, quatro equipes atuaram simultaneamente na Praça do Porto, na Rodoviária, no Morro da Luz e na Praça Ipiranga. Na quarta-feira (15), os trabalhos seguem na Praça Cultural do CPA II e na região dos bairros Pedregal e Leblon.

De acordo com a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, o município já realiza o acompanhamento da população em situação de rua, mas o Censo Real permitirá um levantamento ainda mais detalhado e atualizado. “Esse diagnóstico sempre foi feito, mas agora teremos um levantamento individualizado de todas as pessoas em situação de rua. Nosso cadastro é atualizado a cada seis meses, porém queremos intensificar esse acompanhamento, realizando-o de forma quadrimestral. Assim, teremos números mais precisos para desenvolver novas políticas públicas em conjunto com o Estado”, destacou Hélida.

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Atualmente, o município conta com uma rede de acolhimento com capacidade para 350 vagas, distribuídas entre as unidades da Associação Terapêutica de Apoio às Pessoas, do Abrigo do Porto, do Abrigo Guia e do Miraglia. Esta última unidade está em reforma. Segundo Hélida, o diagnóstico permitirá dimensionar a necessidade de ampliação dessa estrutura e fortalecer o atendimento às pessoas em situação de rua, especialmente àquelas que necessitam de tratamento para dependência química. Ela ressaltou ainda que diversos fatores contribuem para o aumento dessa população, como o uso abusivo de álcool e outras drogas, o rompimento dos vínculos familiares e a vulnerabilidade social. “A saída das ruas depende da vontade da própria pessoa. O nosso papel é oferecer acolhimento, acompanhamento social, psicológico e os encaminhamentos necessários para que ela tenha condições de reconstruir sua vida”, completou.

A secretária de Estado de Segurança Pública, coronel Susana Tamanho, destacou que a ação integra diversas áreas do poder público e busca enfrentar uma realidade que impacta tanto a assistência social quanto a segurança pública. “Hoje estamos realizando um diagnóstico para identificar quem são essas pessoas, quantas são e quais encaminhamentos serão necessários. Muitas delas vivem em situação de extrema vulnerabilidade e acabam também expostas à criminalidade, ao tráfico de drogas e à prática de delitos. Por isso, é fundamental que Estado e município atuem juntos”, afirmou.

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Também participaram da ação a secretária adjunta de Políticas para Mulheres da Setasc, Salete Morockoski, e o secretário adjunto de Cidadania e Inclusão Socioprodutiva da Setasc, Emerson Toledo Santana, que reforçaram o compromisso do Governo do Estado em apoiar financeiramente o município na implementação e no fortalecimento das políticas públicas voltadas à população em situação de rua.

Entre as pessoas abordadas pelas equipes está Pedro Andrade, de 40 anos, que vive há mais de uma década em situação de rua. Dependente de álcool e outras drogas, ele afirmou acreditar na possibilidade de reconstruir a própria vida, desde que tenha acesso a tratamento adequado. “Tem que ter uma casa de apoio de verdade, com tratamento, remédio e acompanhamento. Não basta apenas retirar a pessoa da rua. É preciso oferecer condições para que ela consiga vencer a dependência e recomeçar.”

Além das ações de acolhimento, distribuição de cobertores, alimentação e atendimento social, a Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão viabilizou, entre janeiro e junho deste ano, 170 passagens interestaduais e intermunicipais para pessoas em situação de vulnerabilidade que, após atendimento técnico e cumprimento dos critérios estabelecidos, puderam retornar ao convívio familiar.

Após a conclusão do levantamento, o Governo do Estado e a Prefeitura de Cuiabá devem firmar um convênio para apoiar financeiramente a ampliação da rede de acolhimento e a reforma das unidades existentes.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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