AGRONEGÓCIO

Presidente da Cooxupé lidera debate sobre estoque e demanda do mercado de café em Conferência Internacional

Publicado em

O XXIV Seminário Internacional do Café – Santos Brasil 2024 acontecerá de 21 a 23 de maio no Blue Med Convention Center, na cidade de Santos. O destaque do evento será a palestra “O excedente atual é suficientemente grande para satisfazer as necessidades do mercado?”, mediada pelo presidente da Cooxupé, Carlos Augusto Rodrigues de Melo. O debate contará com a participação dos CEOs Teddy Esteve (Diretor Geral ECOM Agroindustrial Corp), Trishul Mandana (Diretor Geral de Café – Volcafé) e Ben Clarkson (Diretor Global da Plataforma de Café da Louis Dreyfus Company), e ocorrerá no dia 22 de maio, às 16h.

O Papel do Brasil no Mercado Mundial de Café

Melo destaca a importância do Brasil como o maior produtor e exportador mundial de café e ressalta a relevância dos estoques brasileiros diante das demandas globais. O debate propõe uma análise do atual cenário e do papel do país no abastecimento global de café.

Além da participação na palestra, a Cooxupé apresentará seu Protocolo Gerações, demonstrando seus esforços em relação à Agenda ESG junto aos mais de 19 mil cooperados. A cooperativa também será responsável pela cafeteria oficial do evento, servindo seu café superior Prima Qualità aos participantes.

Leia Também:  UPAs de Cuiabá zeram internações nas salas de medicação
A Contribuição da Cooxupé para a Cafeicultura Brasileira

Com uma atuação abrangente em mais de 340 municípios de Minas Gerais e São Paulo, a Cooxupé recebeu 6,5 milhões de sacas de café de seus cooperados em 2023. No cenário nacional, a cooperativa foi responsável por 23% da produção de café arábica em Minas Gerais e 16,7% em todo o Brasil no ano passado, destacando-se como uma das principais exportadoras para 50 países.

Sobre o Seminário

O Seminário Internacional do Café – Santos Brasil é um evento bienal que reúne especialistas, produtores, pesquisadores e representantes da indústria cafeeira de todo o mundo para discutir os desafios e tendências do setor. Organizado pela Associação Comercial de Santos em parceria com diversas entidades do ramo, o evento apresentará estudos e pesquisas sobre o mercado mundial de café, inovações tecnológicas na produção e colheita, tendências de consumo e os desafios ambientais e sociais enfrentados pela indústria cafeeira.

  • Para mais informações sobre a programação do Seminário, clique aqui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Leia Também:  Índice de Preços ao Produtor Agropecuário recua em novembro, mas mantém alta de 10% no acumulado do ano, aponta Cepea

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Justiça amplia restrições ao uso do herbicida 2,4-D no Rio Grande do Sul e cria novas regras para aplicações agrícolas

Published

on

O uso do herbicida 2,4-D no Rio Grande do Sul passou a enfrentar novas limitações após uma decisão da Justiça Estadual que ampliou as restrições para aplicação do produto em áreas agrícolas. A medida determina a proibição do uso na região da Indicação de Procedência da Campanha e estabelece uma faixa de segurança de 50 metros ao redor de pomares e vinhedos em todo o estado.

A decisão foi tomada de forma unânime pela 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) e mantém o entendimento definido anteriormente em primeira instância. As novas regras deverão impactar a safra 2026/2027 e permanecerão em vigor até que o governo estadual apresente um sistema de monitoramento e estabeleça critérios técnicos para delimitação de áreas consideradas seguras.

Governo terá prazo para apresentar plano de controle

Conforme a decisão judicial, o governo do Rio Grande do Sul terá 120 dias para apresentar um plano de controle relacionado ao uso do herbicida. Caso as determinações não sejam cumpridas, foi estabelecida multa diária de R$ 10 mil.

A restrição na região da Campanha seguirá o mapa oficial da Indicação de Procedência, área reconhecida pela produção agrícola e pela presença de cadeias produtivas sensíveis à deriva de defensivos agrícolas.

Leia Também:  Iluminação LED aumenta produtividade agrícola em até 67% e reduz custos de energia no campo

A Procuradoria-Geral do Estado informou que apresentou recurso contra a decisão.

Herbicida é utilizado em importantes culturas agrícolas

O 2,4-D é um herbicida hormonal amplamente utilizado no manejo de plantas daninhas em culturas como:

  • soja;
  • arroz;
  • trigo;
  • milho.

Essas culturas representam parcela significativa da produção agrícola gaúcha e possuem grande importância econômica para o estado.

O principal ponto de debate envolve a possibilidade de deriva do produto durante a aplicação, quando partículas podem se deslocar pela ação do vento e atingir áreas vizinhas, especialmente cultivos sensíveis como videiras e macieiras.

Deriva de defensivo é foco da disputa judicial

A ação judicial tramita desde 2020 e foi apresentada por associações ligadas aos produtores de vinho e maçã. Segundo os documentos apresentados no processo, a exposição ao herbicida teria relação com sintomas como deformações em plantas, abortamento floral e perda de produtividade.

A Justiça avaliou que a fiscalização estadual existente não seria suficiente para garantir a segurança das aplicações e manteve as restrições, mesmo diante dos argumentos relacionados a possíveis impactos econômicos e à competência regulatória federal sobre defensivos agrícolas.

Leia Também:  STF faz segunda audiência de conciliação sobre marco temporal
Estado defende boas práticas no campo

Um relatório elaborado pelo governo estadual em 2022 apontou redução nos casos registrados de deriva após ações de capacitação de aplicadores e defendeu o fortalecimento das boas práticas agrícolas como alternativa à proibição.

Entre as medidas destacadas estavam treinamento técnico, regulagem adequada dos equipamentos e maior atenção às condições climáticas durante as aplicações.

Por outro lado, avaliações apresentadas no processo apontaram que as condições de vento na metade sul do estado podem dificultar a aplicação segura do produto, principalmente durante o período de implantação da soja.

Decisão gera atenção entre produtores agrícolas

A ampliação das restrições ao herbicida 2,4-D coloca em evidência o desafio de equilibrar a necessidade de controle de plantas daninhas nas lavouras com a proteção de culturas sensíveis e a segurança ambiental.

O setor agrícola acompanha os próximos passos do governo estadual e da Justiça, especialmente diante da proximidade da próxima safra e da necessidade de definição de critérios técnicos para o uso do produto no Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA