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41ª Conferência FACTA WPSA-Brasil 2025 já tem data marcada

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A Conferência FACTA WPSA-Brasil, um dos eventos mais tradicionais do setor avícola brasileiro, está de volta em 2025, agora com um formato bienal. A 41ª edição do evento acontecerá nos dias 2 e 3 de setembro na Sociedade Hípica de Campinas (SP), e terá como tema central “Inovação e Produtividade na Proteína Animal”. A conferência reúne profissionais e estudantes do segmento avícola há mais de 41 anos, oferecendo debates de alta qualidade e oportunidades para atualização e networking.

Até então, a conferência era realizada anualmente no primeiro semestre, entre maio e junho. No entanto, segundo o presidente da FACTA, Ariel Mendes, a saturação de eventos nesse período levou a organização a mudar a data para setembro. “Essa escolha foi feita considerando o término das férias na Europa e nos Estados Unidos, o que facilita a participação de palestrantes estrangeiros. Além disso, setembro tem menos eventos no Brasil, o que deve aumentar a participação dos profissionais do setor avícola”, explicou Mendes.

A mudança para um formato bienal reflete a evolução da conferência, que começou como um seminário e se transformou em um dos eventos mais importantes para a ciência e tecnologia avícolas no Brasil. Nesta edição, o programa incluirá temas relevantes como estratégias para controle de salmonela, competitividade na produção de frango sem antimicrobianos, manejo da microbiota em poedeiras, automação, gestão de dados, inteligência artificial na gestão avícola e gestão integrada de sanidade e dados.

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A Conferência FACTA WPSA-Brasil é conhecida por sua alta qualidade técnica e por contar com palestrantes de renome, tanto do Brasil quanto do exterior. A organização pretende lançar oficialmente a próxima conferência durante o SIAVS 2024, em agosto, com um programa detalhado até setembro ou outubro, proporcionando às empresas tempo para incluir o evento em seus orçamentos do próximo ano.

O encontro representa uma oportunidade única para profissionais e estudantes do setor avícola aprenderem sobre as últimas inovações e compartilharem conhecimentos, fortalecendo assim a indústria como um todo. A FACTA espera que a mudança para um formato bienal ajude a otimizar a participação e o aproveitamento do evento pelos profissionais do setor, tornando-o ainda mais valioso para a comunidade avícola brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Geadas ameaçam hortifruti no Sul e produtores ampliam investimentos em irrigação para proteger lavouras

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A aproximação do inverno e a previsão de geadas mais intensas voltaram a acender o sinal de alerta no setor de hortifruti do Sul do Brasil. O avanço das massas de ar frio, aliado à maior umidade provocada pelo El Niño, aumenta os riscos para lavouras altamente sensíveis às baixas temperaturas, pressionando produtores a investir em tecnologias de irrigação e monitoramento climático para evitar perdas na produção.

O cenário preocupa especialmente produtores de frutas, legumes e hortaliças, já que as oscilações térmicas e o frio severo podem comprometer produtividade, qualidade dos alimentos e regularidade da oferta ao mercado consumidor.

Segundo Geferson Reis, especialista da Netafim, o momento exige planejamento e atenção redobrada nas propriedades rurais.

“O Sul do Brasil vinha enfrentando temperaturas elevadas, estiagem e irregularidade nas chuvas. Agora, o cenário muda rapidamente com a chegada de massas de ar frio mais intensas e maior risco de geadas, fatores que impactam diretamente as culturas hortifrutigranjeiras”, explica.

Hortaliças e frutas estão entre as culturas mais vulneráveis

Entre as culturas mais sensíveis ao frio estão tomate, pimentão, pepino, morango e folhosas, que podem sofrer danos severos em folhas, flores e frutos.

Nas áreas de campo aberto, frutas de clima temperado também entram em estado de atenção. Culturas como pêssego, ameixa, nectarina, uva e maçã ficam mais vulneráveis durante os períodos de floração e formação dos frutos, fases consideradas decisivas para o potencial produtivo das lavouras.

De acordo com o especialista, quando as geadas atingem as plantações nesse estágio, os prejuízos podem ser significativos.

“Os danos provocados pelo congelamento comprometem tecidos vegetais, provocam abortamento de flores e frutos e reduzem diretamente o potencial produtivo das culturas”, destaca.

Geadas podem impactar preços dos alimentos

Os reflexos do clima adverso não ficam restritos ao campo. A redução da produtividade e o aumento dos custos operacionais tendem a afetar a disponibilidade de alimentos e pressionar os preços ao consumidor.

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Segundo Reis, sempre que a geada reduz a oferta de produtos hortifrutigranjeiros, ocorre desequilíbrio entre oferta e demanda, cenário que favorece a elevação dos preços nas gôndolas.

Além da preocupação econômica, o setor enfrenta o desafio de manter a regularidade da produção em um ambiente climático cada vez mais instável.

“O consumidor quer encontrar frutas, verduras e legumes disponíveis durante todo o ano, mas os eventos climáticos extremos tornam essa estabilidade cada vez mais difícil”, afirma.

Irrigação anti-geada ganha espaço nas propriedades rurais

Diante do aumento dos riscos climáticos, cresce a adoção de sistemas de irrigação anti-geada nas regiões produtoras do Sul do país.

A tecnologia funciona por meio de aspersão ou microaspersão, formando uma fina camada de gelo sobre a superfície das plantas. Apesar de parecer contraditório, esse processo ajuda a proteger os tecidos vegetais das temperaturas mais baixas.

Segundo a Netafim, durante o congelamento da água ocorre liberação de calor latente, mantendo a temperatura das plantas próxima de 0°C e reduzindo os danos provocados pelo frio intenso.

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A camada de gelo formada atua como isolamento térmico, protegendo flores, frutos e brotações ao longo da madrugada. O sistema deve permanecer em operação contínua até o amanhecer, sendo desligado apenas após o descongelamento completo.

Monitoramento climático em tempo real melhora tomada de decisão

Outra estratégia que vem ganhando espaço no campo é o uso de ferramentas de agricultura digital para monitoramento climático em tempo real.

A Netafim disponibiliza soluções como o GrowSphere™ One e a sonda NetaCap, tecnologias capazes de acompanhar temperatura do ar e umidade do solo com atualizações a cada 30 minutos.

Segundo Reis, o monitoramento preciso permite decisões mais rápidas e eficientes sobre o acionamento dos sistemas de irrigação, reduzindo riscos e aumentando a eficiência operacional das propriedades.

“Com acesso às informações climáticas em tempo real, o produtor consegue agir no momento correto e proteger melhor as lavouras”, ressalta.

Tecnologia se torna aliada da rentabilidade no hortifruti

Além da proteção contra eventos extremos, os sistemas de irrigação vêm sendo avaliados também pelo retorno econômico proporcionado ao produtor rural.

De acordo com o especialista, apesar do investimento inicial, os equipamentos possuem longa vida útil e contribuem diretamente para ganhos de produtividade, qualidade e estabilidade da produção.

“São sistemas que podem permanecer em operação por 15, 20 ou até 25 anos, trazendo mais segurança produtiva e competitividade ao agricultor”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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