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Mercado doméstico de algodão teve volume moderado de negócios em abril

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O mercado brasileiro de algodão apresentou um volume moderado de negociações durante o mês de abril, marcado por uma demanda cautelosa, especialmente para compras no mercado spot. Enquanto alguns compradores demonstraram interesse na safra de 2025, os vendedores mostraram-se mais flexíveis. No entanto, a queda nas cotações do algodão resultou em negócios mais fracos ao longo do mês, de acordo com relatório da Safras Consultoria.

Na quinta-feira (02), o preço do algodão colocado em São Paulo girou em torno de R$ 3,94 por libra-peso sem ICMS. Na semana anterior, a pluma era negociada a R$ 4,00 por libra-peso, representando uma queda de 1,50%. Comparando com o mesmo período de março, a desvalorização foi ainda maior, de 3,43%, quando o algodão era cotado a R$ 4,08 por libra-peso sem ICMS.

No preço flat FOB porto de Santos, o algodão encerrou a quinta-feira (02) a 74,05 centavos de dólar por libra-peso, comparado com 75,46 centavos uma semana antes. No mês anterior, o preço era de 74,88 centavos por libra-peso. Isso deixou o prêmio pago pelo algodão brasileiro em -1,57 centavos por libra-peso contra o índice ICE US, uma melhora em relação ao -5,55 centavos da semana anterior e ao -12,49 centavos de um mês atrás.

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Preços dos Subprodutos do Algodão em Mato Grosso

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) informou que o preço do caroço de algodão disponível no Mato Grosso recuou 0,68% em relação à semana anterior, ficando cotado a R$ 667,35 por tonelada. Esse declínio foi atribuído principalmente à demanda enfraquecida pelo produto no estado. Além disso, a discrepância entre os preços propostos por vendedores e compradores também contribuiu para a retração.

Por outro lado, o preço do óleo de algodão no Mato Grosso apresentou um pequeno aumento de 0,17% na comparação semanal, chegando a R$ 3.782,86 por tonelada. Essa alta foi impulsionada pela crescente demanda da indústria de biodiesel. Apesar do crescimento semanal, o preço do óleo de algodão é 17,54% menor em relação ao mesmo período do ano passado.

Perspectivas para a Safra 2023/24

Com a expectativa de uma maior oferta de algodão na safra 2023/24 e a aproximação da colheita, o cenário não sugere uma expressiva valorização nos preços dos subprodutos a curto prazo. As projeções para o mercado de algodão no Brasil indicam que a oferta continuará estável, sem grandes oscilações nos preços do produto e seus derivados.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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