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Campanha ganha as telas do cinema em shopping da Capital

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A campanha de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista, desenvolvida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso e parceiros, ganhou espaço na segunda edição do Festival Cinegastroarte Itinerante, realizado entre os dias 18 a 21 de abril, em Cuiabá.

Quem passou pela sala VIP no cinema do Shopping Estação teve a oportunidade de assistir ao vídeo da campanha, além de experimentar sensações emocionantes com a imersão no universo do cinema e da gastronomia. O evento contou com a participação e a criatividade de chefs renomados e seus menus elaborados com inspiração nos filmes.

 “Para levar a informação sobre o Transtorno do Espectro Autista ao maior número de pessoas e vencermos o preconceito, temos buscado várias parcerias. Conseguimos este espaço com a Aster Máquinas, apoiadora da nossa  campanha, e também parceira do festival”, destacou a subprocuradora-geral de Justiça administrativa do MPMT, Claire Vogel Dutra.

Na reta final: Segundo a subprocuradora-geral, a campanha chega na sua última semana com repercussão considerável. Outdoors foram colocados em pontos estratégicos em várias avenidas da Capital. A mensagem também está sendo veiculada nos ônibus (busdoor), monitores internos e em painéis de led. Um vídeo sobre a campanha também está sendo exibido gratuitamente pela TV e rádio Centro América.

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Ainda como parte da iniciativa, todas as quartas-feiras, das 9h às 10h, está sendo veiculado um programa na Rádio CBN Cuiabá, parceira da iniciativa, com entrevistas sobre a temática. Também apoiam a campanha, as empresas Amaggi, Ginco, Áster Máquinas John Deere, Grupo Bom Futuro e Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA).

Nesta sexta-feira (26), será realizado o 1º Encontro do Ministério Público de Mato Grosso sobre Autismo e Inclusão. Com carga horária de oito horas, o encontro será transmitido pelo canal do MPMT no YouTube. Acesse aqui a programação do evento.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Prazo para adesão à Política Nacional termina dia 8 de junho

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O Centro de Apoio Operacional (CAO) Educação reforça que os gestores estaduais e municipais de educação têm até o próximo dia 8 de junho de 2026 para formalizar a adesão à Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, instituída pelo Ministério da Educação (MEC). O prazo é considerado estratégico para garantir o acesso das redes de ensino a apoio técnico e financeiro voltado à inclusão escolar. A adesão deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), plataforma oficial do MEC. A participação é voluntária, mas fundamental para garantir o fortalecimento de ações voltadas ao acesso, permanência, participação e aprendizagem de estudantes com deficiência, autistas e com altas habilidades ou superdotação. A política prevê a criação de instâncias de governança e articulação regional, com a participação das redes estaduais e municipais que aderirem ao programa. O objetivo é integrar esforços e tornar as ações de educação inclusiva mais eficazes em todo o país, por meio de planejamento conjunto e cooperação entre os entes federativos. Nesse contexto, quanto maior o número de adesões, maior será o alcance das iniciativas da política, como a formação de profissionais, a organização do atendimento educacional especializado e a melhoria das condições de acessibilidade nas escolas.Com o objetivo de incentivar a adesão e fomentar a correta implementação da política, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do CAO Educação e do CAO da Pessoa com Deficiência, elaborou a cartilha “Abraçando as Diferenças: escola para todos, na prática”. O material orienta gestores e profissionais da educação sobre conceitos fundamentais da educação especial inclusiva, como o papel do Atendimento Educacional Especializado (AEE), a atuação dos profissionais de apoio e a responsabilidade do professor regente na inclusão escolar.A cartilha também detalha direitos assegurados aos estudantes público-alvo da educação especial, reforçando que a inclusão deve ocorrer nas escolas regulares, com os apoios necessários, e que práticas discriminatórias, como a exigência de laudo médico para acesso ao atendimento, são vedadas. Outro ponto enfatizado pelo material é que a inclusão exige planejamento e compromisso dos gestores públicos. “A inclusão não acontece por acaso. Acontece quando gestores assumem seu dever constitucional de planejar e assegurar recursos”, destaca a publicação.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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