AGRONEGÓCIO

Agrural: Colheita de soja chega a 74% da área no Brasil

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A colheita da safra 2023/24 de soja atingiu na quinta-feira (28) 74% da área cultivada no Brasil, contra 69% uma semana antes e 76% no mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento da AgRural. A semana foi marcada por preocupação em parte do Centro-Norte do país, onde as chuvas têm dificultado o avanço da colheita e aumentado os problemas de qualidade dos grãos em algumas áreas.

No Rio Grande do Sul, em contrapartida, as chuvas diminuíram significativamente, mas ainda sem ameaçar as lavouras em enchimento de grãos, já que há umidade no solo. Mas é importante que chova em breve para que as áreas mais tardias do estado não tenham a produtividade prejudicada.

Milho safrinha termina março com divisão clara entre áreas boas e com problemas

Com a semeadura da safrinha 2024 de milho finalizada no Centro-Sul do Brasil, o foco dos produtores agora é no efeito do clima sobre o desenvolvimento e o potencial produtivo das lavouras.

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No momento, existe uma clara separação entre as áreas que contam com boas condições climáticas (Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, norte de Mato Grosso do Sul e norte de São Paulo) e as que vêm sofrendo com o calor e a irregularidade das chuvas (Paraná, sul de Mato Grosso do Sul e sul de São Paulo). Nessas últimas áreas, perdas de produtividade já são dadas como certas pelos produtores.

Milho verão

A colheita do milho verão 2023/24, por sua vez, chegou na quinta-feira (28) a 82% da área cultivada no Centro-Sul, contra 75% uma semana antes e 64% um ano atrás, segundo dados da AgRural.

Fonte: Agrural

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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