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Eficiência e produtividade: Nidera Sementes apresenta seu portfólio na Tecnoshow COMIGO 2024

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O Estado de Goiás recebe de 8 a 12 de abril, no município Rio Verde, produtores da região para a 21ª edição da Tecnoshow COMIGO 2024, um dos maiores eventos de tecnologia rural do Centro-Oeste. A Nidera Sementes marca presença e apresenta seus novos híbridos de milho e cultivares de soja, além de toda a variedade do portifólio para maior eficiência e produtividade das lavouras.

Assim como outros estados brasileiros, em Goiás os produtores vêm enfrentando muitos desafios ocasionados pelas atuais condições climáticas, seja pela irregularidade das chuvas ou pelas altas temperaturas, impactando fortemente a produção.

“Diante desse cenário, estamos levando para a Tecnoshow COMIGO uma linha de produtos que oferece ao produtor segurança e alto teto produtivo, agregados a um bom pacote que envolve biotecnologia e tratamento de sementes. Além disso, teremos em nosso estande um time altamente capacitado e pronto para estar ao lado do agricultor, trazendo as melhores soluções para o campo”, enfatiza José Gomes, líder de Marketing da marca.

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Entre os lançamentos que serão apresentados pela Nidera Sementes se destacam as cultivares de soja:

NS7902IPRO: a cultivar é um lançamento com alto teto produtivo e múltipla resistência a nematóide e também se destaca por ser responsiva a ambientes de alto investimento. 

NS7676IPRO: possui alta eficiência produtiva para ciclos precoces, múltipla resistência a nematóides e amplitude geográfica.

No caso dos híbridos de milho, as novidades da marca que poderão ser conferidas pelos produtores são:

NS71VIP3: o híbrido de milho é um lançamento de alta performance com estabilidade produtiva que mostra seu diferencial mesmo em diferentes ambientes e, com manejo adequado, também apresenta excelente tolerância ao complexo do enfezamento. 

NS44VIP3: o superprecoce especialista em produtividade. Com alto potencial produtivo possui ampla adaptação devido ao seu ciclo e com manejo adequado tem uma boa tolerância ao complexo do enfezamento. 

Conexão direta com os produtores

Além de divulgar os novos híbridos de milho e cultivares de soja, com o uso de várias comunicações visuais no estande, Nidera realizará ações de ativação e distribuição de brindes para os agricultores presentes. Na Tecnoshow COMIGO 2024 também será gravado o “Minuto com o Especialista”, em que uma equipe técnica detalhará os produtos da marca, fornecendo dicas de plantio aos produtores da região. Os programas serão exibidos nas redes sociais da Nidera Sementes.

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Fonte: OBOÉ COMUNICAÇÃO CORPORATIVA

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Chuva falha no Centro-Oeste e sobra no Sul na largada da safra

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Outubro começa com risco de replantio da soja no Centro-Oeste e de paralisação das máquinas no Sul. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica chuva abaixo da média em Mato Grosso e Goiás, enquanto o Rio Grande do Sul pode receber até 200 milímetros acima do normal em algumas áreas.

O contraste ocorre no início do plantio da safra 2026/27, estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 366,6 milhões de toneladas de grãos. A soja deverá ocupar 49,3 milhões de hectares, mas a semeadura ainda ocorre de forma pontual nas áreas de sequeiro de Mato Grosso. Em Mato Grosso do Sul e no Paraná, as condições permitiram o início dos trabalhos.

O maior risco no Centro-Oeste não é apenas o atraso do plantio. O Inmet alerta que chuvas isoladas, seguidas por períodos secos, podem provocar germinação irregular, falhas na formação das lavouras e necessidade de replantio. Em Goiás e no Distrito Federal, as temperaturas podem superar em mais de 2°C a média histórica de outubro, acelerando a perda de água do solo.

A decisão de esperar pela regularização das chuvas também afeta o milho segunda safra. Quanto mais tarde a soja for semeada e colhida, menor será a janela para implantar o cereal dentro do período de menor risco climático.

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No Matopiba, formado por partes de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a previsão também é desfavorável. As precipitações de setembro aliviaram o risco de incêndios, mas não foram suficientes para recompor a umidade do solo na maioria das áreas de sequeiro. O plantio de soja e milho deverá depender de chuvas mais regulares.

Em Mato Grosso do Sul, a condição tende a ser melhor, principalmente no sudoeste e no leste do Estado. Mesmo assim, o centro-norte e o Pantanal podem receber chuva abaixo da média, o que exige atenção antes da entrada das semeadoras.

No Sul, o excesso de umidade cria o problema inverso. A chuva pode reduzir as janelas para o preparo do solo e o plantio de soja, milho e arroz. No Rio Grande do Sul, o acumulado de outubro pode ficar aproximadamente 75 milímetros acima da média e alcançar excesso de até 200 milímetros no oeste do Estado.

O trigo é a cultura mais exposta neste momento. Parte das lavouras está em fases críticas de desenvolvimento ou de colheita. A combinação de chuva frequente e calor favorece doenças como giberela, ferrugem, oídio e manchas foliares, além de aumentar o risco de perda de qualidade e germinação do grão ainda na espiga.

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Em São Paulo, a chuva tende a favorecer o plantio da soja e o desenvolvimento da cana-de-açúcar, das pastagens e das hortaliças. Minas Gerais e Espírito Santo, porém, devem enfrentar precipitações irregulares e temperaturas elevadas. Para o café, a condição pode prejudicar a uniformidade da florada e o pegamento dos frutos.

A previsão é influenciada pelo El Niño, que tem 95% de probabilidade de alcançar intensidade muito forte entre outubro e dezembro. O fenômeno ajuda a explicar a tendência de seca no Centro-Norte e chuva acima da média no Sul, mas não determina sozinho o volume que cairá em cada propriedade.

Para o produtor, a recomendação prática é não definir a semeadura apenas pela ocorrência de uma chuva. No Centro-Oeste, será necessário conferir se existe umidade suficiente no perfil do solo para sustentar a emergência das plantas. No Sul, o desafio será aproveitar os intervalos de tempo seco sem entrar com máquinas em áreas encharcadas.

Fonte: Pensar Agro

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