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Ourofino Agrociência destaca inovações e produtos na 8ª edição da CropShow

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A Ourofino Agrociência, empresa de origem brasileira de proteção de cultivos, participará da 8ª edição da CropShow, promovida pela 3Tentos de 27 a 29 de fevereiro. Com foco na soja, a companhia apresentará produtos inovadores em campos de demonstração, ressaltando a efetividade de soluções no controle de doenças e pragas.

Entre os produtos exibidos, está o inseticida Vivantha, que oferece controle eficiente contra pragas sugadoras, como percevejo-marrom (Euschistus heros), percevejo-barriga-verde (Diceraeus spp.) e a mosca-branca (Bemisia tabaci).

Outro destaque nos campos será o Pontual, fungicida reimaginado para a agricultura brasileira. A solução será destacada para o controle de doenças fúngicas, como a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi). A novidade do produto são os registros para novas culturas, como o milho e algodão, além da soja.

O fungicida Teburaz será outro destaque do estande. Com registro para diversas culturas, entre elas soja, milho e trigo, a formulação tem maior espectro de controle e não apresenta sintomas de fitotoxicidade. “O produto é indicado em aplicações foliares, preferencialmente preventivas, para controle de doenças da parte aérea”, explica Lamar Sakis Junior, engenheiro agrônomo e especialista em desenvolvimento de mercado da Ourofino Agrociência.

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O Terrad’or, eficaz no combate da buva (Conyza bonariensis) e do capim-amargoso (Digitaria insularis), é mais uma solução apresentada pela companhia na feira. O herbicida terá sua eficiência demonstrada na dessecação pré-plantio, utilizado nos campos de soja.

Ele destaca-se por sua molécula inédita, garantindo eficácia no manejo pós-emergente e contribui significativamente para a redução de perdas de produção. “A solução, que é uma aliada indispensável no manejo de plantas daninhas, evidencia o compromisso da Ourofino Agrociência com a constante inovação”, frisa Junior.

As equipes técnica e comercial da companhia estarão presente na feira para atender os visitantes, apresentar estas e outras tecnologias em campo e, principalmente, proporcionar uma oportunidade única de interação com os clientes.

Fonte: Ourofino Agrociência

Fonte: Portal do Agronegócio

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Acamamento no arroz: como evitar perdas e aumentar a produtividade com manejo correto na lavoura

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O acamamento do arroz, caracterizado pelo tombamento parcial ou total das plantas, segue entre os principais fatores de perda de produtividade na cultura. Além de reduzir o rendimento por área, o problema também afeta a qualidade dos grãos e dificulta a colheita mecanizada, elevando custos operacionais.

De acordo com especialistas, a prevenção depende de um conjunto de práticas de manejo que vão desde a escolha da cultivar até o controle de irrigação, adubação e densidade de plantas ao longo do ciclo produtivo.

Acamamento no arroz ocorre com mais frequência no enchimento de grãos

O problema é mais comum durante a fase de enchimento dos grãos, quando as panículas estão mais pesadas. Nesse estágio, a combinação de fatores agrava o risco de tombamento, como:

  • ventos fortes;
  • chuvas intensas;
  • excesso de nitrogênio;
  • colmos frágeis;
  • solos encharcados.

Quando ocorre, o acamamento provoca perdas diretas de produtividade e aumenta o risco de deterioração dos grãos.

Impactos do acamamento vão além da produtividade

Além da redução no rendimento, o acamamento compromete toda a operação de colheita e pós-colheita. Entre os principais impactos estão:

  • aumento das perdas na colheita mecanizada;
  • maior consumo de combustível das máquinas;
  • elevação da umidade dos grãos colhidos;
  • redução da qualidade industrial;
  • maior incidência de doenças na base das plantas.

Esses fatores tornam o manejo preventivo ainda mais importante para garantir eficiência produtiva.

Escolha da cultivar é ponto de partida para evitar o problema

O planejamento da lavoura é considerado o primeiro passo no controle do acamamento. A escolha de cultivares de porte médio ou baixo, com colmos mais espessos e resistentes, reduz significativamente a suscetibilidade ao tombamento.

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A recomendação técnica também inclui atenção à resposta de cada cultivar à fertilização nitrogenada e à densidade de semeadura, especialmente em áreas de alta fertilidade.

Densidade de semeadura influencia resistência das plantas

A população de plantas é outro fator determinante. Semear acima do recomendado pode aumentar a competição por luz e nutrientes, favorecendo:

  • estiolamento das plantas;
  • colmos mais finos e frágeis;
  • maior risco de acamamento.

O uso de sementes de alto vigor é indicado para garantir estande uniforme, reduzindo a necessidade de adensamento excessivo.

Adubação nitrogenada exige equilíbrio para evitar crescimento excessivo

O manejo do nitrogênio é um dos pontos mais sensíveis no controle do acamamento. O excesso de aplicação, especialmente em cobertura tardia, estimula crescimento vegetativo exagerado, aumentando a altura das plantas e reduzindo sua resistência estrutural.

O equilíbrio entre nutrientes também é essencial, principalmente entre:

  • nitrogênio (N);
  • potássio (K);
  • silício (Si).

Esse balanço contribui diretamente para a firmeza dos colmos e a sustentação da planta.

Manejo da irrigação influencia diretamente a estabilidade da lavoura

No arroz irrigado, o controle da lâmina de água tem papel decisivo na prevenção do acamamento. Níveis excessivos e prolongados podem:

  • estimular alongamento da parte aérea;
  • enfraquecer o sistema radicular;
  • aumentar a vulnerabilidade ao tombamento.
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O ajuste da irrigação conforme o estágio fenológico da cultura ajuda a manter o equilíbrio entre crescimento e sustentação das plantas.

Reguladores de crescimento devem ser usados com critério técnico

O uso de reguladores de crescimento pode ser uma ferramenta complementar no manejo do arroz, contribuindo para plantas mais baixas e colmos mais curtos.

No entanto, o uso deve ser criterioso e sempre baseado em recomendação técnica, já que aplicações fora do momento adequado podem:

  • prejudicar o enchimento dos grãos;
  • reduzir o potencial produtivo;
  • gerar efeitos indesejados na lavoura.
Manejo integrado é essencial para reduzir riscos

O controle do acamamento não depende de uma única prática, mas da combinação de diferentes fatores de manejo. Entre eles:

  • controle eficiente de plantas daninhas, pragas e doenças;
  • conservação da estrutura física do solo;
  • desenvolvimento adequado do sistema radicular;
  • monitoramento constante da lavoura.

O acompanhamento técnico ao longo do ciclo permite ajustes mais precisos e reduz riscos de perdas.

Conclusão

Segundo orientações técnicas, a redução do acamamento no arroz depende de uma estratégia integrada que envolve escolha adequada da cultivar, população equilibrada de plantas, adubação bem planejada, manejo correto da irrigação e monitoramento contínuo da lavoura.

O acompanhamento de um engenheiro agrônomo é fundamental para garantir decisões mais seguras, alinhadas às recomendações técnicas e ao potencial produtivo da cultura.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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