AGRONEGÓCIO

Corteva Agriscience leva à Abertura Oficial da Colheita do Arroz portfólio completo para a orizicultura

Publicado em

A Corteva Agriscience marca, mais uma vez, presença na 34ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, realizada de 21 a 23 de fevereiro, na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS). No evento, a empresa apresenta seu portfólio completo em proteção de cultivos e tratamento de sementes para os orizicultores, além de ações interativas para apresentar os benefícios e diferenciais dos defensivos e soluções para o tratamento de sementes de arroz.

“A Abertura da Colheita do Arroz é uma oportunidade para que o produtor possa conhecer o que há de mais moderno para a cultura, com soluções que trazem proteção, inovação e confiança, com controle efetivo às pragas e doenças comuns ao cultivo e que ajudam no aumento da produtividade e rentabilidade. O tradicional evento é o momento de conhecer as ferramentas, como os defensivos e produtos para tratamento de semente, que irão auxiliá-lo ao longo da próxima temporada, que será mais uma vez de bons resultados, já que todos nós acreditamos no arroz”, destaca Cristiane Delic. líder de Portfólio de Arroz da Corteva.

Leia Também:  Brasil registra recorde histórico nas exportações de carne suína em 2025
Portfólio completo para a cultura

Os produtores que comparecerem ao evento poderão conhecer de perto as soluções da Corteva para a orizicultura, como o Dermacor®, para tratamento de sementes, que traz controle residual, excelente manutenção do estande da planta, além de maximizar o potencial produtivo da lavoura. Outros produtos que estarão presentes são o fungicida Bim® Max – composto pela inovadora combinação de dois princípios ativos (Triciclazol e Tebuconazol), atuando com modo de ação sistêmico e amplo espectro de controle de doenças tanto nas folhas como nos grãos, como brusone e mancha-parda, além dos herbicidas Loyant® – à base do exclusivo ingrediente ativo Rinskor® Active, que oferece um amplo espectro de controle pós-emergente das principais plantas daninhas, e Clincher®, também para o controle das invasoras.

No evento, os visitantes poderão interagir com algumas ferramentas, como óculos de realidade virtual que mostram a tecnologia embarcada nos defensivos da Linha Arroz da Corteva, assim como dicas de aplicação correta dos produtos. A empresa também levará um simulador que demonstra, na prática, as técnicas de manejo da orizicultura com a utilização das soluções da empresa e dicas de aplicação dos produtos, com foco em evitar deriva nas lavouras gaúchas.

Leia Também:  Relação Frango x Milho: Poder de compra mantém estabilidade em novembro

“É fundamental que o orizicultor siga as boas práticas agrícolas, observando as recomendações do engenheiro agrônomo e seguindo a bula dos produtos. Assim, ele consegue maximizar a sua produtividade e rentabilidade, além de evitar pragas e doenças que possam prejudicar o andamento da lavoura. No evento, as ações de interatividade reforçarão estas dicas”, ressalta Cristiane.

Corteva reforça aposta na orizicultura por meio de campanha

No evento, a Corteva exibirá aos produtores a campanha A gente vê e acredita no Arroz, assim como você! #ArrozÉCorteva, para destacar tanto seu amplo portfólio quanto a aposta da empresa na cultura, destacando a importância da orizicultura para o Rio Grande do Sul, que passa por um momento de bons índices de produção, boa remuneração ao produtor e aumento de área plantada – de acordo com a Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab), a área nacional com cultivo de arroz foi de 1.57 mi de hectares, com produtividade de 6.852 kg/ha (quilos por hectare) e produção de 10,79 milhões de toneladas.

Fonte: Corteva

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Agro tem até dia 30 para escolher tributação que pode alterar competitividade em 2027

Published

on

Empresas do agronegócio enquadradas no Simples Nacional têm até 30 de outubro para decidir se manterão o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) dentro do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) ou se recolherão os dois tributos pelo regime regular a partir de janeiro de 2027. A escolha poderá afetar o valor dos créditos aproveitados pelos clientes e, consequentemente, a competitividade dos fornecedores.

Quem não fizer a opção continuará automaticamente no modelo tradicional, com IBS e CBS incluídos no DAS. A mudança interessa principalmente às empresas que vendem para cooperativas, indústrias, exportadores e outros compradores que aproveitam créditos tributários.

Essa limitação pode pesar na negociação. Uma cerealista, agroindústria ou fornecedora de insumos que gere pouco crédito poderá se tornar menos atraente para compradores empresariais, sobretudo quando concorrer com fornecedores capazes de transferir créditos maiores.

A alternativa prevista na reforma tributária é permanecer no Simples Nacional para os demais tributos, mas calcular IBS e CBS pelo regime regular. É o chamado modelo híbrido. A empresa continua recolhendo pelo DAS os tributos que permanecerem no Simples, enquanto apura IBS e CBS separadamente.

Nesse modelo, poderá aproveitar os créditos permitidos sobre máquinas, equipamentos, energia, serviços e outros bens e insumos adquiridos. Também poderá gerar créditos pelo regime regular para seus clientes. Em contrapartida, terá mais obrigações fiscais, necessidade de controlar entradas e saídas e possível aumento do custo contábil.

Leia Também:  Setor de Arroz Enfrenta Estagnação e Tensão Entre Compradores e Vendedores

Por isso, não existe uma resposta única para o agronegócio. Manter IBS e CBS dentro do Simples pode continuar sendo vantajoso para empresas que vendem principalmente ao consumidor final, possuem poucos gastos capazes de gerar créditos e valorizam uma operação tributária mais simples.

Já a apuração pelo regime regular merece ser simulada por empresas que vendem predominantemente a outras pessoas jurídicas, realizam investimentos elevados ou compram grande quantidade de insumos tributados. Nesses casos, os créditos podem compensar parte do aumento da burocracia e preservar a competitividade comercial.

A conta também precisa incluir os tratamentos diferenciados concedidos ao setor. A legislação prevê redução de 60% das alíquotas de IBS e CBS para determinados produtos agropecuários, aquícolas, pesqueiros, florestais e extrativistas in natura, além de insumos agropecuários incluídos nas listas legais. Há ainda operações sujeitas a alíquota zero, diferimento ou créditos presumidos.

Esses benefícios, entretanto, não alcançam automaticamente toda empresa ligada ao agronegócio. A aplicação depende do produto, da operação, da classificação fiscal e das condições previstas na legislação. Uma empresa pode ter receitas submetidas a tratamentos diferentes dentro da mesma atividade.

Leia Também:  Paraná fortalece exportações de suínos com diplomacia e status sanitário

A decisão, portanto, não deve considerar apenas o percentual atualmente pago no DAS. É necessário comparar o valor total dos tributos, os créditos aproveitáveis nas compras, os créditos transferidos aos clientes, o perfil das vendas, o efeito sobre os preços, o fluxo de caixa e o custo adicional de cumprimento das obrigações fiscais.

A Receita Federal informa que a opção pelo regime regular de IBS e CBS poderá ser feita até 30 de outubro de 2026. Quem não optar continuará recolhendo os dois tributos dentro do Simples. A escolha poderá ser cancelada entre 3 de novembro e 20 de dezembro. Haverá uma nova oportunidade em março de 2027, com efeitos a partir de julho.

Para as empresas do agro, o Simples não deixou de ser uma boa opção. O que terminou foi a segurança de escolhê-lo apenas porque a alíquota parece menor. A partir de 2027, o crédito tributário concedido ao comprador pode ser tão importante quanto o imposto pago pelo fornecedor.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA