AGRONEGÓCIO

FMC participa da 34ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas

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Entre 21 e 23 de fevereiro, a FMC, empresa de ciências para agricultura, leva suas principais tecnologias para a 34ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, em Capão do Leão (RS). Durante o evento serão apresentadas as mais recentes soluções da companhia para os cultivos de arroz e soja e, também, a paixão da companhia pelo agro e por estar ao lado dos agricultores em todo o ciclo produtivo das culturas.

“Esse é um dos eventos mais importantes para a FMC e uma excelente oportunidade para apresentar o robusto portfólio para o manejo integrado de químicos e biológicos. Teremos demonstrações em campo de herbicidas, inseticidas e fungicidas e ministraremos oficinas técnicas e palestras com profissionais renomados sobre ciperáceas e como mitigar os estresses bióticos e abióticos na orizicultura”, destaca Luís Grandeza, gerente de cultivos da FMC.

A FMC também orientará sobre o manejo de plantas invasoras com a tecnologia GPS (Gamit®, Permit® e Seed+®), que combina a ação pré-emergente de maior residual do mercado e tratamento de semente visando a biopotencialização do arroz irrigado. Para melhorar e acelerar a dessecação pré-plantio, a indicação será a utilização do Aurora®, que otimiza o processo de plantio e colheita e o manejo das ciperáceas em pós-emergência.

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Outro produto capaz de proporcionar a proteção e a tranquilidade que o produtor de arroz precisa é o Gulliver®, herbicida seletivo e sistêmico, parceiro da tecnologia GPS e indicado para o combate das plantas infestantes, como angiquinho (Cyperus esculentus e Cyperus iria), sagitária (Sagittaria montevidensis) e cuminho (Fimbristylis miliacea).

Para a sojicultura, o estande e os profissionais da FMC apresentarão os lançamentos Premio® Star, inseticida que oferece proteção para 50 pragas em mais de 50 culturas, sendo o único produto do mercado que oferece controle simultâneo para lagartas e percevejos; e o fungicida Onsuva®, um produto exclusivo da FMC com uma carboxamida inédita no Brasil, o fluindapir, que em sua formulação diferenciada traz o triazol difenoconazol como parceiro ideal para manejo eficiente da ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) e das doenças de final de ciclo na soja.

“Por meio de nossas soluções e inovações traduzimos nossa paixão pelo agro e nossa dedicação diária para estar, cada vez mais, próximos dos produtores para que eles extraiam o máximo da produtividade e rentabilidade das lavouras”, diz o gerente.

Agenda

Diariamente, no período da manhã, grupos guiados visitarão o estande da FMC para comprovar, na prática, a eficiência das tecnologias nos campos de arroz irrigado e soja. Essas ações são abertas ao público.

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Na quinta-feira (22), às 14h, 15h e 16h, serão promovidas duas oficinas técnicas dentro do estande da empresa: Danie Sanchotene, diretor da Biomonte Pesquisa e Desenvolvimento, falará sobre manejo e identificação de ciperáceas na cultura do arroz; e o pesquisador e professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) Sidnei Deuner conduzirá um bate-papo será sobre a mitigação dos estresses biótico e abiótico na orizultura.

Fonte: FMC

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

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Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

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“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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