AGRONEGÓCIO

Syngenta proporcionará experiência inovadora durante a Show Rural Coopavel com seu portfólio de tecnologias de alta performance

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Entre os dias 05 e 09 de fevereiro acontece, em Cascavel (PR), a 36ª edição da Show Rural e, como já é tradição, a Syngenta marca presença conectando produtores rurais ao seu portfólio de tecnologias de alta performance desenvolvidas para apoiar os agricultores brasileiros no enfrentamento dos principais desafios típicos de nossa agricultura tropical, entre eles a alta pressão de pragas e os efeitos das mudanças climáticas.

“Além de líder em tecnologias agrícolas, nos tornamos referência nas feiras do setor, apresentando com criatividade as inovações desenvolvidas para apoiar produtores rurais a superarem as dificuldades enfrentadas em lavouras diversas. Tudo que fazemos é inspirado e focado nos agricultores e tem como objetivo ampliar a produção agrícola nacional e torná-la ainda mais eficiente, rentável e sustentável, mesmo em condições adversas como as que estão sendo enfrentadas nesta safra”, destaca André Savino, nomeado no início deste ano como Presidente da Syngenta Proteção de Cultivos do Brasil.

Além de conhecer as novidades TYMIRIUM® Technology, molécula fungicida e nematicida para o tratamento de sementes e aplicação no solo; e Rizoliq® UHC, o primeiro inoculante líquido de longa vida para o pré-tratamento de sementes da soja do mercado brasileiro; os visitantes poderão participar de ativações sobre os produtos VERDAVIS®, inseticida acaricida para as culturas do milho e soja; e MIRAVIS® Duo, fungicida que chegou para fortalecer a proteção do cultivo do milho.

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Ainda segundo Savino, a Show Rural é uma das principais oportunidades no ano para demonstrar a parceiros e agricultores como a Syngenta tem trabalhado para alavancar a prosperidade rural e apresentar uma gama completa de soluções capazes de fazer a diferença em todas as etapas, do plantio à colheita, primando pela saúde do solo e coexistência com a preservação ambiental.

“Os visitantes do estande participarão de uma experiência única, conhecendo, em primeira mão, tecnologias em biológicos que serão lançadas nos próximos meses ao mercado brasileiro, além de soluções em proteção de cultivos, tratamento de sementes e agricultura digital. Essas tecnologias são fruto do esforço contínuo da Syngenta para levar inovação ao campo”, reforça Savino.

Para essa edição da feira, a companhia também contará com um espaço exclusivo para o Syde, fintech lançada em 2023, que atua como um hub de soluções digitais para produtores, revendedores e cooperativas de todos os portes. A empresa também levará ao evento, por meio do Estúdio Mais Agro, informações e entrevistas com especialistas do setor, que compartilharão suas perspectivas sobre o cenário atual do agronegócio. No estande também haverá a realização de palestras de renomados pesquisadores, além de grandes lançamentos e apresentações no Auditório Syngenta.

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Portfólio completo e integrado

Outros produtos de sucesso do portfólio Syngenta também serão apresentados no estande da empresa, como os inseticidas para o cultivo do milho ENGEO PLENO® S e INSTIVO®; soluções fungicidas para auxiliar no enfrentamento da anomalia da soja, ALADE® e MITRION®, além dos herbicidas EDUUS®, para soja, e CALARIS®, para o milho e para o manejo antecipado da soja.

Demonstrando sua expertise em soluções integradas para o tratamento de sementes (TS), a Syngenta apresenta nesta edição da Show Rural as tecnologias AVICTA COMPLETO®, focada na soja, e CRUISER®, focada no milho, junto do biológico para o tratamento de sementes, ARVATICO®, para soja, milho e algodão.

“Nossas soluções são complementares e estão no mercado como parceiras dos produtores destes e outros cultivos importantes para o País. Esperamos proporcionar aos visitantes ainda mais conhecimento sobre as iniciativas da Syngenta em prol do agro nacional”, finaliza Savino.

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Fonte: Syngenta

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Acordo Mercosul-UE entra em vigor e abre mercado para agro brasileiro, com desafios distintos para café e frutas

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Após mais de duas décadas de negociações, o acordo entre Mercosul e União Europeia inicia uma nova fase com a entrada em vigor do chamado Acordo Interino de Comércio, marcando a abertura gradual do mercado europeu para produtos do agronegócio brasileiro. A partir de 1º de maio, o foco recai sobre o Pilar Comercial, permitindo a redução imediata de tarifas sem a necessidade de aprovação pelos parlamentos dos 27 países do bloco europeu.

O movimento representa uma janela relevante de oportunidades para o Brasil, mas com impactos distintos entre setores. Enquanto o café solúvel avança de forma mais gradual e sob forte pressão regulatória, o segmento de frutas tende a capturar benefícios mais rapidamente, embora ainda enfrente desafios logísticos e sanitários.

Acesso ampliado, mas condicionado à sustentabilidade

A abertura tarifária não garante, por si só, o aumento das exportações. Especialistas destacam que o acesso ao mercado europeu dependerá do cumprimento de exigências ambientais rigorosas, especialmente ligadas ao Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR).

Nesse cenário, produtores brasileiros precisarão comprovar, de forma estruturada, a rastreabilidade e a sustentabilidade de suas cadeias produtivas. A adaptação a essas regras deve ser um dos principais desafios no curto prazo, sobretudo para o setor cafeeiro.

Café solúvel: recuperação gradual e exigências mais rígidas

No caso do café solúvel, o acordo prevê redução tarifária progressiva ao longo de quatro anos. Já na fase inicial, há uma diminuição de 1,8 ponto percentual sobre a tarifa atual, hoje em 9%.

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O setor avalia que o novo cenário pode ajudar o Brasil a recuperar participação no mercado europeu, perdida nas últimas décadas. Atualmente, a União Europeia responde por cerca de 20% a 22% das exportações brasileiras de café solúvel, com volume próximo de 16 mil toneladas ao ano.

Mesmo em caráter provisório, o acordo já começa a gerar efeitos positivos. Empresas exportadoras iniciaram negociações com compradores europeus, que passaram a demandar informações detalhadas sobre o novo ambiente tarifário e as condições de fornecimento.

A expectativa é de crescimento gradual das exportações, acompanhando a redução das tarifas e o avanço na adequação às exigências ambientais.

Frutas: ganho mais imediato e expansão de mercado

Para o setor de frutas, o impacto tende a ser mais direto, embora varie conforme o produto. Algumas categorias, como a uva de mesa, passam a ter tarifa zerada já na entrada em vigor do acordo. Outras frutas seguirão cronogramas de redução tarifária que podem se estender por quatro, sete ou até dez anos.

A avaliação do setor é de que o cenário é positivo, com potencial de aumento da competitividade e ampliação da presença brasileira no mercado europeu.

Exportadores já iniciaram processos de adaptação, com ajustes na documentação e nos padrões exigidos pelos compradores internacionais. A tendência é de avanço mais rápido em relação ao café, especialmente pela menor pressão regulatória ambiental direta sobre algumas cadeias produtivas.

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Desafios estruturais e competitividade

Apesar da abertura comercial, especialistas apontam que o principal obstáculo não está na produção, mas na capacidade de organização e adequação às exigências do mercado europeu.

A necessidade de consolidar sistemas de rastreabilidade, comprovação de origem e conformidade ambiental exige investimentos e coordenação entre produtores, cooperativas e exportadores.

Cenário político e limites do acordo

Outro ponto relevante é que o acordo mais amplo entre Mercosul e União Europeia ainda não foi totalmente ratificado, especialmente no que se refere às cláusulas ambientais. No entanto, a entrada em vigor do pilar comercial reduz a capacidade de países críticos ao acordo de interferirem no curto prazo.

Na prática, isso significa que a redução de tarifas já passa a valer, mesmo sem consenso total dentro do bloco europeu.

Perspectivas para o agro brasileiro

A implementação do acordo inaugura uma nova fase para o comércio entre Brasil e União Europeia, com potencial de ampliar exportações e diversificar mercados. No entanto, o sucesso dessa abertura dependerá diretamente da capacidade do agronegócio brasileiro de atender às exigências regulatórias e fortalecer sua competitividade internacional.

A janela está aberta, mas o avanço efetivo dependerá da adaptação do setor às novas regras do comércio global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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