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Tecnologia exclusiva ajuda produtores a reduzir a compactação do solo

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A compactação do solo é um problema muito conhecido, e é um tema de elevada importância e que requer bastante atenção dos produtores rurais e profissionais do setor. Quando a área está compactada acaba interferindo em uma série de fatores, entre eles estão: o crescimento das raízes das plantas, retenção de água, elevação da vulnerabilidade do solo a processos erosivos. Tudo isso impacta diretamente na queda de produção das lavouras.

Entre os responsáveis por agravar essa situação, está o deslocamento inevitável das máquinas e equipamentos pesados em áreas agrícolas. Para ajudar a reduzir esse impacto que afeta diretamente a produtividade da fazenda, a Titan Pneus desenvolveu a tecnologia exclusiva Low Sidewall (LSW), presente em sua linha agrícola. A solução será um dos destaques da empresa no Show Rural Coopavel, que este ano começou ontem, dia 5, e segue até 9 de fevereiro, na cidade de Cascavel, no Oeste paranaense.

De acordo com o gerente de marketing, William Bossolani, entre os principais benefícios dos pneus LSW está justamente a redução na compactação do solo. Além disso eles têm melhor aderência, baixo índice de derrapagem sempre dando a tração que o implemento precisa, com isso, melhoram a velocidade do plantio e geram maior conforto para o operador e durabilidade da cabine da máquina. “Outro ganho importante é com relação a redução de consumo e custos com combustível, gerando mais economia a propriedade e consequentemente maior rentabilidade no fim da safra”, destacou.

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Essa tecnologia foi desenvolvida também com foco em oferecer mais agilidade aos produtores, principalmente como alternativa aos rodados duplo, os quais a desmontagem e montagem para transporte são mais trabalhosos e demandam muito tempo. Ou seja, a solução proporcionou o aumento do diâmetro da roda, sem elevar o diâmetro externo do pneu. Isso possibilita o transporte do trator sem a necessidade de desmontar o rodado. “Como cada produtor tem necessidades diferentes, a Titan Pneus oferece rodas e pneus LSW para uma variedade de equipamentos. Isso inclui colheitadeiras e tratores”, acrescentou Bossolani.

A feira

O ritmo dos preparativos para a 36ª edição do Show Rural Coopavel segue intenso em Cascavel, no Oeste do Paraná. A expectativa de público nesta edição, segundo os organizadores, é superior a 300 mil pessoas. Serão 600 expositores com previsão de negócios, em cinco dias, de R$ 5,5 bilhões.

Segundo Bossolani, participar mais uma vez do evento em parceria com seu revendedor é muito importante, pois reforça o compromisso da empresa em estar cada vez mais próxima do produtor. “Os visitantes poderão ver de perto nossos produtos que ajudaram a tornar a agricultura cada vez mais eficiente, rentável e sustentável. Todo o portfólio estará à disposição e haverá uma equipe técnica no local todos os dias repassando informações e esclarecendo dúvidas”, finaliza.

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Fonte: Ruralpress

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fertilizantes: Rabobank reduz projeção para 2026 e alerta para impacto da inadimplência recorde no agro

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Inadimplência no campo e preços elevados devem reduzir consumo de fertilizantes

O mercado brasileiro de fertilizantes deverá enfrentar uma retração mais intensa em 2026 do que a prevista anteriormente. Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o Rabobank revisou para baixo sua estimativa de vendas de adubos no país e apontou a inadimplência recorde dos produtores rurais como um dos principais fatores de pressão sobre a demanda.

A instituição projeta que as entregas de fertilizantes aos agricultores brasileiros somem 45,1 milhões de toneladas em 2026, o que representa uma queda de 8,2% em relação ao volume recorde registrado em 2025. Caso a previsão se confirme, será o menor volume comercializado desde 2022, período marcado pelos impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia sobre o mercado global de insumos.

A nova estimativa é mais conservadora do que a divulgada em abril, quando o banco previa consumo de aproximadamente 47,2 milhões de toneladas.

Segundo o Rabobank, além dos preços ainda elevados dos fertilizantes, a situação financeira de muitos produtores brasileiros tem limitado a capacidade de investimento e comprometido a aquisição de insumos para a próxima safra.

Guerra no Oriente Médio afetou mercado global de fertilizantes

O relatório destaca que os reflexos da guerra envolvendo o Irã contribuíram para a elevação dos custos dos fertilizantes em 2026. O fechamento temporário do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de matérias-primas e insumos, provocou aumento dos preços internacionais e forte volatilidade nos mercados.

Embora haja sinais de normalização logística e avanços diplomáticos para reduzir as tensões na região, o banco avalia que os impactos sobre a demanda global já foram consolidados.

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No caso da ureia, um dos fertilizantes nitrogenados mais utilizados no mundo, os preços retornaram aos níveis observados antes do conflito. Ainda assim, o Rabobank destaca que o comportamento do mercado repetiu um padrão semelhante ao registrado em 2022.

De acordo com a análise, foram necessárias cerca de seis semanas para que os preços atingissem o pico após o início das tensões, seguidas por aproximadamente dez semanas para retornar aos patamares iniciais.

Já o fosfato monoamônico (MAP), um dos fertilizantes mais utilizados na agricultura brasileira, permanece negociado em níveis mais elevados, sustentando os custos de produção para diversas culturas.

Inadimplência recorde preocupa setor agropecuário

Outro ponto de atenção destacado pelo banco é o avanço da inadimplência no crédito rural.

Com base em dados do Banco Central referentes a abril, o Rabobank observa que a inadimplência nas operações contratadas a taxas de mercado alcançou 13,3% do volume financiado, um dos maiores níveis já registrados para o setor.

O cenário reforça as dificuldades enfrentadas por parte dos produtores rurais, especialmente em segmentos que vêm acumulando margens apertadas, custos elevados e dificuldades de acesso a novas linhas de crédito.

A combinação entre menor liquidez no campo e insumos ainda caros tende a limitar o potencial de recuperação da demanda por fertilizantes ao longo do próximo ano.

Rabobank prevê queda nas exportações de milho em 2026

Além do mercado de fertilizantes, o Rabobank revisou as perspectivas para o milho brasileiro e projetou redução nas exportações do cereal.

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A expectativa é de que os embarques nacionais atinjam 39 milhões de toneladas em 2026, volume cerca de 3 milhões de toneladas inferior ao registrado no ano anterior.

Entre os fatores que explicam a revisão estão a valorização do real frente ao dólar, que reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional, e a forte concorrência de grandes exportadores, especialmente Estados Unidos e Argentina.

Os elevados custos do transporte rodoviário também continuam sendo um desafio para o setor exportador, reduzindo a competitividade logística do cereal brasileiro.

Demanda interna por milho deve seguir aquecida

Apesar da perspectiva menos favorável para as exportações, o consumo doméstico de milho deverá continuar avançando.

O Rabobank estima crescimento de 5% na demanda interna em 2026, alcançando cerca de 97 milhões de toneladas.

O principal motor desse avanço será o aumento do consumo pelas indústrias de ração animal e pelo setor de etanol de milho, que segue ampliando sua participação na matriz de biocombustíveis brasileira.

Diante desse cenário, o mercado agrícola brasileiro entra em 2026 com desafios relacionados ao crédito rural, custos de produção e competitividade internacional, enquanto busca equilibrar a demanda interna crescente com um ambiente global ainda marcado por incertezas econômicas e geopolíticas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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