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IPCA de janeiro registra variação de 0,42% e impacta diversos setores da economia

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referente ao mês de janeiro alcançou uma variação de 0,42%, apresentando uma queda de 0,14 ponto percentual em relação ao mês anterior, que registrara 0,56%. Nos últimos 12 meses, o acumulado atinge 4,51%, marcando uma redução em comparação aos 4,62% observados no período imediatamente anterior. Em janeiro de 2023, a variação havia sido de 0,53%.

Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete apresentaram alta em janeiro. O grupo Alimentação e Bebidas se destacou com a maior variação (1,38%) e impacto significativo (0,29 p.p.), acelerando em relação ao resultado de dezembro (1,11%). A alta em Saúde e Cuidados Pessoais (0,83%) também merece destaque.

O grupo Transportes, por outro lado, registrou uma queda no índice de janeiro (-0,65%). Outros grupos variaram entre o -0,08% de Comunicação e o 0,82% de Despesas Pessoais.

Alimentação e Bebidas e seus Impactos

O grupo Alimentação e Bebidas apresentou uma alta de 1,38% em janeiro, impulsionada pelo aumento de 1,81% na alimentação no domicílio. Itens como cenoura (43,85%), batata-inglesa (29,45%), feijão-carioca (9,70%), arroz (6,39%) e frutas (5,07%) contribuíram para esse cenário. Já a alimentação fora do domicílio desacelerou em relação ao mês anterior.

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Saúde e Cuidados Pessoais

O grupo Saúde e Cuidados Pessoais teve uma variação de 0,83%, destacando-se o aumento de 0,94% nos itens de higiene pessoal, influenciados pelos produtos para a pele (2,64%) e perfumes (1,46%). Planos de saúde (0,76%) e produtos farmacêuticos (0,70%) também registraram alta.

Transportes

O grupo Transportes registrou uma queda de -0,65%, com destaque para a passagem aérea, que teve o maior impacto individual no índice do mês (-15,22% e -0,15 p.p.). Os preços do etanol (-1,55%), óleo diesel (-1,00%) e gasolina (-0,31%) também recuaram, enquanto o gás veicular (5,86%) apresentou alta.

As variações nos grupos de Habitação, Comunicação, e Despesas Pessoais também foram contempladas na análise do IPCA de janeiro.

As informações são provenientes do IBGE e refletem o período de 30 de dezembro de 2023 a 29 de janeiro de 2024.

INPC de Janeiro Registra Alta de 0,57%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC apresentou uma alta de 0,57% em janeiro, ficando 0,02 ponto percentual acima do resultado de dezembro (0,55%). Nos últimos 12 meses, o acumulado atinge 3,82%, superior aos 3,71% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2023, a taxa foi de 0,46%.

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Setores que Impulsionaram a Alta

Os produtos alimentícios tiveram uma variação de 1,51% em janeiro, em comparação aos 1,20% de dezembro. Já os não alimentícios apresentaram uma variação menor: 0,27% em janeiro frente à alta de 0,35% no mês anterior.

As variações nos índices regionais e as influências nos resultados de Brasília e Belo Horizonte também foram detalhadamente analisadas no contexto do INPC.

As informações são provenientes do IBGE e refletem o período de 30 de dezembro de 2023 a 29 de janeiro de 2024.

As informações são do IBGE.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de madeira brasileira recuam 8% em 2026 com impacto de tarifas, dólar e custos logísticos

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As exportações brasileiras de madeira registraram retração no primeiro semestre de 2026, pressionadas pelo cenário internacional de custos elevados, oscilações cambiais e barreiras comerciais. Dados do setor apontam que os dez principais produtos acompanhados pela WoodFlow tiveram redução de 6% no volume embarcado e queda de 8% no valor exportado entre janeiro e junho, na comparação com o mesmo período de 2025.

Segundo informações do portal ComexStat, as vendas externas de produtos de madeira somaram US$ 855,2 milhões no acumulado do ano, contra US$ 929,5 milhões registrados no mesmo intervalo do ano anterior.

Apesar do desempenho negativo no semestre, o mercado apresentou sinais de estabilidade em junho, quando as exportações alcançaram US$ 154,4 milhões, praticamente em linha com os US$ 155 milhões movimentados em maio.

Setor madeireiro enfrenta desafios no mercado internacional

A redução das exportações brasileiras de madeira está relacionada principalmente ao aumento das incertezas no comércio global. Entre os fatores que influenciaram os resultados estão as políticas tarifárias dos Estados Unidos, a volatilidade do dólar e o avanço dos custos de produção e transporte internacional.

Para representantes do setor, esses elementos reduziram a competitividade dos produtos brasileiros diante de outros fornecedores globais.

Mesmo com as dificuldades, as empresas nacionais vêm ampliando estratégias para reduzir riscos, investindo em diversificação de produtos, mercados consumidores e maior eficiência operacional.

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Estados Unidos seguem como principal destino da madeira brasileira

O mercado norte-americano continua sendo um dos principais compradores da madeira brasileira. No primeiro semestre de 2026, os Estados Unidos responderam por 24,7% das exportações nacionais do segmento, mantendo posição estratégica para os produtores brasileiros.

A forte participação norte-americana, porém, também aumenta a exposição do setor às mudanças na política comercial do país.

Especialistas avaliam que a redução de barreiras tarifárias poderia contribuir para recuperar a competitividade dos exportadores brasileiros e melhorar as margens dos produtores.

Europa amplia exigências ambientais para produtos de madeira

Além dos Estados Unidos, a União Europeia permanece como um mercado relevante para a madeira brasileira, especialmente para produtos como compensados de pinus.

No entanto, os exportadores precisam se preparar para novas exigências ambientais. A entrada em vigor do Regulamento Europeu contra o Desmatamento (EUDR) representa uma mudança importante nos critérios de acesso ao mercado europeu.

A legislação estabelece que produtos comercializados no bloco devem comprovar que não são provenientes de áreas associadas ao desmatamento após 2020.

Empresas que anteciparem processos de rastreabilidade, documentação e comprovação da origem da matéria-prima poderão conquistar vantagem competitiva diante das novas regras internacionais.

Rastreabilidade se torna diferencial para exportadores

A sustentabilidade passou a ser um dos principais critérios para compradores internacionais de produtos florestais.

Além da qualidade e do preço, mercados consumidores exigem cada vez mais informações sobre a origem da madeira, práticas de manejo e conformidade ambiental.

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Nesse cenário, produtores brasileiros que investirem em tecnologia, certificações e sistemas de controle terão melhores condições de atender às demandas globais.

Mercado interno ganha importância para o setor madeireiro

Após um primeiro semestre marcado por oscilações nas exportações e no câmbio, empresas do setor avaliam que a diversificação continuará sendo uma estratégia essencial para os próximos meses.

Além da busca por novos mercados internacionais, o desenvolvimento do consumo interno aparece como uma oportunidade para reduzir a dependência das vendas externas.

A expectativa é que o setor avance em soluções de maior valor agregado, ampliando a presença da madeira brasileira em diferentes segmentos da construção civil, indústria moveleira e cadeias sustentáveis.

Perspectivas para as exportações de madeira brasileira

Mesmo diante dos desafios globais, o Brasil mantém vantagens competitivas no mercado florestal, com disponibilidade de matéria-prima, capacidade produtiva e crescente adoção de práticas sustentáveis.

Para 2026, o desempenho das exportações dependerá principalmente da evolução das tarifas internacionais, comportamento do dólar, custos logísticos e adaptação às novas exigências ambientais.

A combinação entre diversificação comercial, inovação e rastreabilidade será determinante para fortalecer a participação da madeira brasileira no comércio mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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