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AGRO: Cocamar apresenta faturamento 17% superior em 2023, sobre 2022

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AGO – Esse e outros números foram apresentados e aprovados pelos cooperados durante a Assembleia Geral Ordinária de prestação de contas do exercício, realizada na manhã de quinta-feira (1º) em Maringá (PR).

Reuniões – Liderada pelo presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, a Assembleia finalizou um ciclo de mais de 50 reuniões com os cooperados, em suas comunidades, que contou com mais de 3,3 mil participantes, quando as informações foram antecipadas e discutidas.

Cotações – Ao apresentar o relatório de gestão, o presidente executivo Divanir Higino lembrou que “associada a alguns fundamentos de mercado, a superoferta brasileira de soja causou, já nos primeiros meses de 2023, uma forte pressão sobre as cotações que haviam sido infladas principalmente durante a pandemia e frustrou as expectativas do setor”.

Quantidade recorde- A safra volumosa exigiu que a Cocamar redobrasse esforços para dar conta dos altos volumes de recebimento, agravados pelo fato de a colheita concentrar-se em curto período. No total, a cooperativa registrou uma movimentação histórica de 4 milhões de toneladas de grãos ao longo do ano, entre soja e milho principalmente, além de trigo e sorgo.

Recebimentos – De soja, foram recebidas 2,3 milhões de toneladas, quase o dobro em comparação às 1,2 milhão de toneladas entregues pelos produtores no ano anterior, em que as lavouras foram afetadas pela estiagem. De milho, o volume chegou a 1,7 milhão de toneladas, acima das 1,3 milhão recebidas em 2022.

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Lentidão nas vendas – “A reviravolta no mercado deprimiu também os preços do milho e do trigo e freou, num primeiro momento, a comercialização da soja, que depois passou a avançar lentamente. Como consequência, os produtores, de uma forma geral, ficaram mais cautelosos na efetivação de negócios. Por isso, muitos deles deixaram de planejar, como vinham fazendo, a antecipação de insumos para o ciclo 2023/24, arriscando-se em aquisições de última hora”, acrescentou Higino.

Expansão e investimentos – A Cocamar implementou um plano de atividades em 2023 em que ampliou sua presença em vários estados, inaugurando novas instalações no Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás. Ao mesmo tempo, deu início a um programa de investimentos para aumentar a capacidade de armazenagem estática de grãos de 2,2 para 2,5 milhões de toneladas já para o início de 2024.

Carnes – Em 2023 a cooperativa começou, também, uma parceria na operação de uma unidade frigorífica em Nova Londrina (PR), cujos cortes de carne bovina chegam ao mercado consumidor com a marca Cocamar.

Projeções – Durante a Assembleia, foram apresentadas, ainda, as projeções para o exercício 2024, em que o faturamento, segundo estabelece o planejamento estratégico do ciclo 2020/25, deve chegar a R$ 14,2 bilhões, com a continuidade da ampliação do número de entrepostos em vários estados e da capacidade de armazenagem de grãos. Para 2025, a meta é atingir R$ 15 bilhões.

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“Extraordinários”- Participando como convidado especial da Assembleia, o presidente do Sistema Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), José Roberto Ricken, destacou que os números obtidos pela Cocamar no exercício 2023 “são extraordinários”, configurando, segundo ele, um exemplo de organização que representa o cooperativismo profissional e de resultados.

Irrigação – Foi anunciado também, durante a Assembleia, que o presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Luiz Lourenço, fará parte como representante do cooperativismo paranaense, do grupo encabeçado pelo governador do estado, Ratinho Júnior, que, nos próximos dias, segue para os Estados Unidos com a finalidade de conhecer regiões onde são mantidas lavouras irrigadas. “A irrigação é fundamental para fomentar a produção, principalmente, na região noroeste do estado”, afirmou Lourenço.

Convênio – Durante o evento, Lourenço representou a cooperativa na assinatura de um convênio entre o BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) e o cooperado e conselheiro César Formighieri, de Umuarama, para o financiamento de uma estrutura de irrigação em sua propriedade, no município de Douradina.

Fonte: Assessoria de Imprensa Cocamar

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de grãos deve crescer 11,9% na safra 2024/25 e atingir novo recorde no Brasil

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Safra brasileira de grãos caminha para novo recorde histórico

A produção brasileira de grãos na safra 2024/25 deve alcançar um novo recorde, com crescimento estimado em 11,9% em relação ao ciclo anterior. De acordo com dados da Conab, o volume total deve atingir patamar histórico, impulsionado principalmente pela recuperação da produtividade e pela expansão da área cultivada.

O resultado reflete condições climáticas mais favoráveis em comparação à safra passada, além de investimentos em tecnologia e manejo por parte dos produtores.

Expansão da área plantada contribui para aumento da produção

A área total destinada ao cultivo de grãos também apresenta crescimento, reforçando o potencial produtivo do país.

Esse avanço é puxado principalmente por culturas estratégicas, como:

  • Soja
  • Milho
  • Algodão

A ampliação da área, aliada a ganhos de produtividade, sustenta a expectativa de uma safra robusta e com forte impacto no abastecimento interno e nas exportações.

Soja lidera produção nacional e mantém protagonismo

A soja segue como principal cultura do país, com participação significativa no volume total produzido.

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A expectativa é de recuperação na produtividade, após desafios climáticos enfrentados no ciclo anterior. Esse desempenho reforça o papel do Brasil como um dos maiores produtores e exportadores globais da commodity.

Milho apresenta recuperação e reforça oferta interna

A produção de milho também deve crescer na safra 2024/25, impulsionada pelo bom desenvolvimento da segunda safra (safrinha).

A combinação de clima mais favorável e maior área plantada contribui para elevar a oferta do cereal, que é fundamental tanto para o mercado interno quanto para exportação.

Algodão e outras culturas também registram avanço

Além de soja e milho, outras culturas importantes, como o algodão, também apresentam perspectiva de crescimento.

O avanço dessas cadeias produtivas amplia a diversificação da produção agrícola brasileira e fortalece a posição do país no comércio internacional.

Condições climáticas favorecem desenvolvimento das lavouras

O clima tem sido um fator decisivo para o bom desempenho da safra atual. Em comparação ao ciclo anterior, marcado por irregularidades climáticas, a safra 2024/25 apresenta maior regularidade nas chuvas e melhores condições para o desenvolvimento das culturas.

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Esse cenário contribui diretamente para o aumento da produtividade média das lavouras.

Impactos positivos para o mercado interno e exportações

O crescimento da produção deve gerar efeitos relevantes em toda a cadeia do agronegócio:

  • Maior disponibilidade de produtos no mercado interno
  • Potencial de redução de preços em alguns segmentos
  • Aumento das exportações
  • Fortalecimento da balança comercial

Com maior oferta, o Brasil tende a consolidar ainda mais sua posição como um dos principais fornecedores globais de alimentos.

Perspectivas: safra robusta reforça protagonismo do agronegócio

A expectativa de uma produção recorde reforça o papel estratégico do agronegócio na economia brasileira.

Com ganhos de produtividade, expansão de área e clima favorável, o setor segue como um dos principais motores de crescimento do país, com impactos positivos sobre renda, emprego e comércio exterior.

A consolidação desses resultados ao longo da safra dependerá da manutenção das condições climáticas e do cenário de mercado nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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