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Prêmio Queijo Brasil está confirmado em Blumenau (SC) de 11 a 14 de julho

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O Brasil é um dos cinco maiores produtores de queijos artesanais do mundo, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A soma de conhecimento técnico, criatividade e o conjunto de características da produção de leite – tecnicamente chamada de terroir – faz com que este seja um segmento que está chamando a atenção de empreendedores, gastrônomos e consumidores.

Todos eles têm destino certo em julho de 2024: Blumenau (SC). A cidade recebe, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Queijo Brasil. Nos dias 9 e 10 acontece o julgamento do concurso que valoriza as melhores receitas do país. Já entre 11 a 14, o público poderá degustar dezenas de opções em uma feira gastronômica que acontece no Parque Vila Germânica.

Esta será a sétima edição do evento. Fabrício Scalco, organizador do Prêmio Queijos Brasil, diz que “as avaliações positivas tanto dos especialistas quanto dos visitantes do evento reforçaram o desejo de que a programação, que já aconteceu em diversas outras cidades, se torne permanente em Blumenau”.

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A previsão é que sejam 1,5 mil amostras de queijos avaliadas por cerca de 100 especialistas de todo o Brasil. Na feira gastronômica, serão mais de 50 expositores de queijo e outras 20 marcas que se relacionam com esse universo disponíveis para o público.

Sobre o Prêmio Queijo Brasil

Criado em 2014 para valorizar a produção de queijos brasileiros, o Prêmio Queijo Brasil chega à sétima edição em 2024. Queijarias de todo o país enviam amostras dos seus produtos para serem avaliados por um time técnico que envolve profissionais de ciência, gastronomia e pesquisa de terroir nacional. Em 2023 foram 1045 amostras de 20 estados diferentes.

Sobre a Feira Gastronômica

Na mesma semana em que os queijos são julgados por especialistas, o Parque Vila Germânica recebe também uma feira gastronômica de queijos e produtos que se conectam ao produto, como geleias, vinhos, cervejas, méis e outros itens gastronômicos. O número de expositores deve superar as 70 marcas em 2024. Em 2023 o evento reuniu mais de 9 mil pessoas, número que deve ser ampliado este ano.

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Mais informações estão no site www.premioqueijobrasil.com.br.

Fonte: Melz

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Complexo soja impulsiona agronegócio do Paraná e gera US$ 2,94 bilhões em 2026 até maio

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O complexo soja segue como um dos principais motores do agronegócio paranaense em 2026. De acordo com o Boletim Conjuntural do Deral, vinculado à Seab, as exportações de soja em grão, farelo e óleo somaram 6,72 milhões de toneladas entre janeiro e maio, um avanço de 8% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 6,2 milhões de toneladas.

Em termos financeiros, o desempenho também foi expressivo: o complexo soja movimentou cerca de US$ 2,94 bilhões na balança comercial do Paraná, crescimento de 18% frente aos US$ 2,50 bilhões registrados no ano anterior.

Segundo análise do Deral, o aumento no ritmo de exportações tem contribuído para acelerar a comercialização interna da oleaginosa, abrindo espaço nos armazéns para a entrada da safra de milho.

Óleo de soja lidera avanço nas exportações

Dentro do complexo, o óleo de soja se destacou como o principal vetor de crescimento. O produto alcançou 338 mil toneladas exportadas no período, com forte expansão de receita.

No cenário nacional, o desempenho também foi positivo. As exportações brasileiras do complexo soja totalizaram 66,2 milhões de toneladas, crescimento de 7% em volume e 15% em valor, gerando mais de US$ 27 bilhões em receitas.

Urucum reforça diversificação agrícola no Paraná

Além da soja, o Paraná vem consolidando outras cadeias produtivas. O urucum ganha destaque ao posicionar o estado como o segundo maior produtor do país, atrás apenas de São Paulo.

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Dados preliminares analisados pelo Deral indicam que a cultura movimentou R$ 27,5 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP), com colheita de 1,6 mil toneladas em aproximadamente 1,4 mil hectares.

O município de Paranacity, segundo o IBGE, lidera a produção nacional e recentemente recebeu o registro de Indicação Geográfica (IG) de procedência junto ao INPI. O selo reconhece práticas de manejo sustentável, ausência de agrotóxicos e agrega valor ao produto, amplamente demandado pelas indústrias alimentícia, farmacêutica e de cosméticos.

Ovos e frango mantêm Paraná em posição estratégica

A produção de ovos de galinha mantém o Paraná entre os principais estados produtores do Brasil. No primeiro trimestre de 2026, o estado produziu 119,35 milhões de dúzias, equivalente a 9,8% da produção nacional, ocupando a terceira posição no ranking.

O destaque, no entanto, está na produção de ovos férteis para incubação. O Paraná respondeu por 67,88 milhões de dúzias, representando 30,9% do total nacional, reforçando sua relevância na base genética da avicultura brasileira.

Na avicultura de corte, o mês de maio trouxe alívio nos custos de produção, impulsionado pela queda nos preços do milho e do farelo de soja. Segundo o Deral, o custo do frango vivo recuou para R$ 4,68/kg, levemente abaixo do preço médio pago ao produtor, de R$ 4,69/kg.

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Na relação de troca, em maio de 2026 foram necessários 225 kg de frango vivo para aquisição de uma tonelada de milho, aumento de 5,6% frente a 2025. Para o farelo de soja, foram necessários 401 kg de frango, alta de 15,2% no comparativo anual.

Leite registra forte crescimento e reduz distância para Minas Gerais

A cadeia leiteira também reforça o protagonismo do Paraná no cenário nacional. O estado lidera o crescimento da captação de leite no Brasil, com alta de 8,8% entre o primeiro trimestre de 2026 e o mesmo período do ano anterior.

O volume captado pelas indústrias atingiu quase 1,1 bilhão de litros no período, segundo dados do Deral. O desempenho contribui para reduzir a distância em relação a Minas Gerais, principal estado produtor do país.

Perspectivas para o agro paranaense

O conjunto dos resultados reforça a diversificação e a força do agronegócio do Paraná em 2026, com destaque para o complexo soja, a expansão de cadeias alternativas como o urucum e o desempenho consistente da avicultura e da pecuária leiteira, fatores que sustentam a competitividade do estado no mercado nacional e internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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