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Fonte de cromo segura para a eficiência na nutrição animal

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Na busca por soluções confiáveis e eficazes para a nutrição animal, a segurança dos produtos torna-se um ponto crucial para os produtores. Nesse contexto, o propionato de cromo, oferecido como KemTRACE™ Cromo pela empresa Kemin, não apenas destaca seus benefícios nutricionais, mas também reforça sua segurança como um componente essencial para dietas animais.

Segurança comprovada

A diferenciação entre os dois tipos de Cromo – o trivalente Cr3+, altamente desejável, e o hexavalente Cr6+, proveniente de processos industriais e altamente tóxico – é um aspecto de extrema importância na nutrição animal e humana. É crucial destacar que o Cr6+ é tóxico mesmo em baixas ingestões, ao passo que o Cr3+ é uma fonte de baixa reatividade e segura.

Qualidade e certificações

A Kemin assegura a qualidade de seu KemTRACE™ Cromo por meio de análises detalhadas que comprovam sua composição essencialmente composta por Cr3+, o tipo seguro e altamente benéfico para os animais. A revisão do FDA (Food and Drugs Admionistration) desde 2007 para comercialização nos Estados Unidos é um testemunho sólido dessa segurança. O FDA estabelece um valor máximo de 2 mg/kg de Cr6+ para considerar que uma fonte de cromo seja segura, um critério que o KemTRACE™ Cromo não apenas atende, mas supera com tranquilidade.

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Benefícios inegáveis

Além da segurança garantida, os benefícios do uso do propionato de cromo nas dietas animais são amplamente reconhecidos. A redução dos efeitos negativos do estresse gerado por diversos fatores, como desmama, parto, doenças, transporte, densidade, trocas de ração e calor, é apenas uma das vantagens. O controle efetivo do cortisol (ou corticosterona quando mencionamos aves), hormônio associado ao estresse, e a melhoria da performance produtiva e reprodutiva das espécies animais são outros pontos que ganham destaque. Portanto, antes de escolher a fonte de cromo orgânico disponível no seu mercado, certifique-se de que o produto ofertado é comprovadamente seguro e eficaz.

Fonte: Kemin Industries

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cachaças de Salinas brilham na Alimentaria 2026 em Barcelona

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Minas Gerais apresenta a cachaça de alambique no maior evento europeu de alimentos

A qualidade e a diversidade das cachaças mineiras chamaram atenção na Alimentaria 2026, considerada a maior feira internacional de alimentos da Europa, realizada na última semana de março em Barcelona.

Minas esteve representada pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em parceria com a Associação dos Produtores Artesanais de Cachaça de Salinas (Apacs), destacando o potencial da cachaça de alambique, licores à base de cachaça e a caipirinha em lata.

Versatilidade do produto atrai público B2B e novas oportunidades

Segundo Manoela Teixeira, assessora técnica da Seapa, a presença na feira evidenciou a versatilidade da cachaça mineira, tanto para consumo puro quanto em coquetelaria e novos formatos de mercado.

“Houve boa aceitação do público B2B nas degustações, além da aproximação com potenciais compradores, distribuidores e contatos institucionais que podem gerar parcerias internacionais”, afirmou.

Estratégia de promoção internacional reforça identidade e valor agregado

A participação integra a ação Agroexporta, iniciativa da Seapa para fortalecer as exportações de produtos agropecuários de Minas com identidade, origem e valor agregado. A cachaça de alambique, símbolo da cultura produtiva mineira, teve destaque nessa estratégia.

“Minas Gerais concentra o maior número de estabelecimentos regularizados do Brasil, cerca de 40% dos produtores, além de liderar em número de municípios com ao menos um elaborador registrado — 256 municípios, ou 30% do total do estado”, destacou Manoela Teixeira.

Exportações de cachaça mineira e potencial de crescimento

A assessora ressalta o potencial de ampliação da presença da cachaça mineira no mercado internacional. Em 2025, Minas exportou cerca de US$ 1,5 milhão, o equivalente a 337 toneladas, representando 8,8% do valor exportado pelo país no setor.

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No caso da Espanha, as exportações mineiras somaram US$ 18,9 mil, indicando espaço para crescimento naquele mercado.

Indicação de Procedência fortalece diferencial regional

A região de Salinas possui Indicação de Procedência (IP) “Região de Salinas”, que garante exclusividade de uso do nome apenas para cachaças produzidas na área delimitada, que abrange Salinas, Novorizonte e partes de Taiobeiras, Rubelita, Santa Cruz de Salinas e Fruta de Leite.

Participação da Apacs marca consolidação internacional

Para o presidente da Apacs, Jean Henrique de Oliveira, a feira representou um divisor de águas: “Com o apoio do Estado, foi possível mostrar um produto genuinamente brasileiro em uma feira internacional”.

A associação reúne 27 produtores associados, mais de 100 rótulos e cerca de 60 marcas, sendo responsável pela promoção da cachaça de alambique da região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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