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Arrozeiros apresentam demandas para o novo secretário de Política Agrícola do Mapa

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Representantes da cadeia orizícola gaúcha estiveram reunidos, nesta quarta-feira, 10 de janeiro, com o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Neri Geller. Recentemente empossado, o dirigente veio ao Estado para atender a um chamamento da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) para ouvir as preocupações do setor e também receber a garantia de que não haverá desabastecimento, mesmo com as possíveis perdas de produtividade causadas por eventos climáticos extremos.

O secretário disse querer alinhar com o setor as políticas adequadas para manter a renda e trabalhar o aumento da produtividade, sempre com foco muito claro de manter as conquistas do mercado internacional e ampliá-lo, ficando longe de qualquer possibilidade de travar as exportações. Como medidas de apoio ao setor, Geller antecipou temas que já pautaram sua passagem pela secretaria em anos anteriores. “O governo federal vai voltar a implementar políticas de crédito mais fácil ao produtor, de acesso mais diversificado às linhas de crédito, entre elas a possibilidade do dólar em custeio, captação no mercado internacional através das cooperativas de crédito e também, eventualmente, reduzir custeio e investimento que são programas do Plano Safra”, detalhou.

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O presidente da Federarroz, Alexandre Velho, destacou que a cadeia do arroz tem um protagonismo na produção nacional do grão e ainda uma responsabilidade social e econômica muito grande no Rio Grande do Sul. “Quase a metade dos municípios gaúchos depende, na sua economia, do arroz. Na questão social, o arroz emprega um funcionário para cada cinquenta hectares, em média, enquanto a soja emprega um para 200 hectares, fora o entorno, com o supermercado, o posto de gasolina e toda a rede do comércio que abastece o setor arrozeiro”, destacou o dirigente.

Velho disse, ainda, que é importante o governo entender que ele também pode fazer sua parte, como nas áreas de crédito, do seguro agrícola, e não prejudicar o andamento do mercado com relação à exportação, além de conhecer mais de perto o setor. “E saber que este preço de hoje é resultado de uma falta de rentabilidade de muitos anos. A área plantada no Estado já foi de 1,2 milhão de hectares e veio para 840 mil na safra passada. E foi este ajuste no mercado que trouxe preços melhores”, justificou.

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Também estiveram na reunião, realizada na sede da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação, em Porto Alegre (RS), representantes de diferentes entidades, como Emater, Irga, Fetag, Farsul, Conab e Sindarroz. O secretário Giovani Feltes também participou do encontro, assim como o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz)

Fonte: Portal do Agronegócio

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Leilão Bonsmara Santa Silvéria comercializa 100% dos touros e registra média de R$ 18,2 mil por animal

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A 22ª edição do Leilão Bonsmara Santa Silvéria confirmou o aquecimento do mercado de genética bovina ao comercializar os 40 touros ofertados, alcançando média de R$ 18,2 mil por reprodutor. Realizado em formato totalmente virtual no dia 1º de julho, o remate reuniu animais selecionados pelo Programa Qualitas® de melhoramento genético, desenvolvidos para atender às exigências da pecuária de corte brasileira.

Além do desempenho nas vendas, o evento marcou a expansão da base de compradores da Fazenda Santa Silvéria, com a entrada de novos pecuaristas e elevada recompra de clientes que já utilizam a genética Bonsmara em seus rebanhos.

Segundo a proprietária da fazenda, Clélia Pacheco, o resultado demonstra a confiança do mercado no trabalho de seleção realizado ao longo dos anos.

“Observamos a chegada de novos compradores, inclusive do Mato Grosso do Sul, além do retorno de criadores que já utilizam a raça. Esse movimento reforça a credibilidade da genética que estamos produzindo e os resultados obtidos pelos animais nos sistemas de produção”, destaca.

Reprodutores jovens ganham espaço no mercado

Outro ponto de destaque do leilão foi a forte valorização dos reprodutores mais jovens, reflexo da crescente demanda por animais capazes de elevar o desempenho produtivo dos rebanhos desde as primeiras gerações.

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De acordo com Clélia Pacheco, as avaliações de carcaça também contribuíram para aumentar o interesse dos compradores, especialmente daqueles que buscam genética para programas de cruzamento industrial.

“A avaliação de carcaça agregou ainda mais valor aos animais e fortaleceu a procura por reprodutores destinados ao cruzamento com matrizes meio-sangue, visando maior eficiência e produtividade”, afirma.

Genética adaptada às condições da pecuária tropical

Reconhecida como pioneira na criação da raça Bonsmara no Brasil, a Fazenda Santa Silvéria direciona seu programa de seleção para a produção de animais adaptados às condições tropicais, reunindo características como fertilidade, rusticidade, eficiência produtiva e capacidade de percorrer grandes distâncias durante a estação de monta.

Segundo a criadora, o objetivo vai além da comercialização de reprodutores.

“Nosso compromisso é entregar ao pecuarista uma genética comprovada nas condições brasileiras, capaz de proporcionar mais eficiência, desempenho e rentabilidade aos diferentes sistemas de produção de carne”, ressalta.

Fazenda Santa Silvéria investe em melhoramento genético desde 2000

O programa de seleção da Fazenda Santa Silvéria é conduzido desde o ano 2000 com base nos critérios do Sistema Bonsmara de Seleção, aliado a avaliações permanentes de desempenho.

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A propriedade utiliza o Programa Qualitas® para avaliação genética e a ferramenta Progênie®, responsável por orientar os acasalamentos, buscando intensificar características de interesse econômico, como adaptação ao ambiente tropical, fertilidade, ganho de peso à desmama e desempenho ao sobreano.

Como resultado, a fazenda disponibiliza ao mercado reprodutores preparados para atuar em sistemas extensivos e transmitir aos descendentes atributos que contribuem para maior produtividade, eficiência e rentabilidade da pecuária de corte brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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