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Infestação da mosca-dos-chifres é desafio para a pecuária do Norte e Nordeste

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A mosca-dos-chifres (Haematobia irritans) causa prejuízos animais de cerca de US$ 3 bilhões à produção de carne e leite brasileira. Inseto hematófago que se alimenta do sangue do gado por meio de picadas – até 40 em um dia por mosca –, a mosca-dos-chifres incomoda muito os bovinos. Para que as infestações sejam controladas, o pecuarista deve utilizar soluções modernas de sanidade, visando otimizar sua rentabilidade. “É exatamente por isso que a Vetoquinol chega ao Maranhão, Pará e Tocantins com a Jornada Fiprotag® 210”, explica Leonardo Júnior, coordenador do projeto na região.

A Jornada Fiprotag® 210 divulga a importância do controle das infestações da mosca-dos-chifres para o aumento da rentabilidade, protegendo o lucro do produtor. “O investimento em sanidade animal representa pouco em relação aos custos totais de produção das fazendas, mas tem grande impacto na lucratividade. Sabendo disso, a Vetoquinol está levando informação de qualidade aos pecuaristas, divulgando soluções eficazes contra a praga”, explica Júnior.

O projeto idealizado pela Vetoquinol espalha informação técnica aos pecuaristas do Maranhão, Pará e Tocantins sobre como o brinco mosquicida Fiprotag, composto pelos princípios ativos diazinon e fipronil, são eficazes contra a mosca-dos-chifres. A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) promoveu estudo a campo – com o brinco mosquicida desenvolvido pela Vetoquinol –, que comprovou a proteção de até 210 dias contra a mosca, além de zerar a infestação nos bovinos em 30 minutos após a aplicação.

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Com eventos já realizados e outros se aproximando, Leonardo Júnior entende que o projeto está surtindo o efeito desejado. “A Jornada Fiprotag® 210 já é um sucesso. Estamos disseminando informações importantíssimas sobre o controle da mosca-dos-chifres e seu impacto na pecuária. Estamos com ótima expectativa para os próximos eventos, onde mostraremos o quanto essa tecnologia colabora com a produtividade da pecuária”, completa.

A Jornada Fiprotag® 210 é promovida pela Vetoquinol e passa pelas cinco regiões do país, levando informação de qualidade sobre o combate à mosca-dos-chifres. Com projeção para mapear 2 milhões de cabeças de gado, de aproximadamente 1.500 pecuaristas, em mais de 60 eventos, a iniciativa visita 16 estados no Brasil. O coordenador da Vetoquinol destaca que “os três estados foram selecionados para receber o projeto porque possuem, juntos, mais de 44 milhões de bovinos”.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Casal deixa Brasília e retoma produção de Queijo Minas Artesanal em fazenda histórica de Minas Gerais

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A produção de Queijo Minas Artesanal na Fazenda Saudade, em Ibertioga, no Campo das Vertentes (MG), é um exemplo de como tradição e inovação podem caminhar juntas no fortalecimento da agricultura familiar. A propriedade, que há cerca de um século já produzia queijo artesanal transportado a cavalo até o Rio de Janeiro, voltou a ganhar protagonismo com o retorno de uma nova geração da família ao campo.

Em 2018, a jornalista Tereza Rodrigues e o videomaker Matheus Brandão deixaram Brasília (DF) para retomar as raízes familiares e dar continuidade à produção iniciada por João Miranda, avô de Tereza, responsável por transformar leite cru, pingo, coalho e sal em um dos símbolos da gastronomia mineira.

Mudança de vida e sucessão familiar impulsionaram retorno ao campo

O retorno à zona rural foi motivado por uma mudança significativa na vida do casal.

“Em 2018, quando eu fiquei grávida, a gente resolveu vir para cá, voltar às raízes e começar a fazer Queijo Minas Artesanal também”, relembra Tereza Rodrigues.

A decisão marcou o início de um processo de sucessão familiar e reestruturação da atividade, com foco na valorização da tradição, sem abrir mão da modernização produtiva.

Produção é modernizada com estrutura adequada e mantém identidade artesanal

Atualmente, a Fazenda Saudade conta com cerca de 230 vacas em lactação e uma queijaria moderna, construída para atender às exigências sanitárias e melhorar as condições de produção.

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Mesmo com a modernização, o processo mantém técnicas tradicionais do Queijo Minas Artesanal. Os queijos são maturados por mais de 22 dias em tábuas de cedro, o que contribui para textura macia e desenvolvimento de aromas e sabores sutis, com notas que remetem ao amendoim.

O resultado preserva a identidade regional do produto, ao mesmo tempo em que atende padrões mais rigorosos de qualidade e segurança alimentar.

Assistência técnica da Emater-MG foi decisiva na evolução da qualidade

O avanço na qualidade dos queijos teve apoio fundamental da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), que orientou a implantação de Boas Práticas de Ordenha e Boas Práticas de Fabricação.

O trabalho técnico contribuiu para fortalecer a segurança alimentar, padronizar processos e ampliar o controle produtivo da propriedade.

Segundo a extensionista de Bem-estar Social da Emater-MG, Mayara Jarochinski, a atuação foi determinante para o desenvolvimento da queijaria.

“A Fazenda Saudade produz um Queijo Minas Artesanal premiado em concursos de qualidade. O casal é preocupado com a qualidade final do produto, mantendo os cuidados em cada detalhe”, afirmou.

Além da assistência técnica, a Emater-MG também apoiou a legalização da agroindústria e a participação em feiras, eventos e concursos de qualidade.

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Venda online aproxima produtor do consumidor final

Para ampliar o acesso ao mercado e superar desafios de comercialização, a Fazenda Saudade passou a integrar a plataforma digital ÉdoCampo, disponível em www.edocampo.com.br, iniciativa da Emater-MG voltada à comercialização de produtos da agricultura familiar.

A ferramenta conecta diretamente produtores rurais e consumidores, reduzindo intermediários e ampliando o alcance dos produtos mineiros.

Segundo Matheus Brandão, a plataforma representa um avanço importante na comercialização.

“A plataforma veio para diminuir esse espaço entre o produtor e o consumidor. Uma das grandes dificuldades hoje é você chegar até o consumidor final”, destacou.

Tradição e inovação fortalecem futuro do queijo artesanal mineiro

A trajetória da Fazenda Saudade evidencia o papel da sucessão familiar, do apoio técnico e da inovação digital na manutenção e expansão da produção artesanal.

Entre a memória dos queijos transportados a cavalo e o uso de plataformas digitais de venda, o caso reforça a importância da modernização do campo aliada à preservação de tradições que compõem a identidade do Queijo Minas Artesanal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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