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ABS apresenta novo Catálogo Corte Zebu 2024 com touros inovadores para Pecuária de Corte

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A ABS, líder global em genética bovina, lança o Catálogo Corte Zebu 2024, oferecendo ainda mais opções e soluções para os pecuaristas que buscam aprimorar o potencial genético de seus rebanhos de corte.

Inovação Genética: A nova versão do catálogo apresenta a inclusão de 25 touros jovens, somando-se aos mais de 300 reprodutores que compõem a prestigiada bateria Corte Zebu da ABS. Esses touros abrangem uma variedade de raças, incluindo Brahman, Guzerá, Nelore, CEIP, Nelore Mocho, Nelore Pintado, Sindi e Tabapuã.

Compromisso com a Qualidade: Arthur Vieira, Coordenador de Produto e Atendimento ao Cliente Corte da ABS, destaca o compromisso da empresa em fornecer aos produtores as melhores opções das novas safras da pecuária nacional. Além da apresentação dos novos touros, o catálogo oferece sumários atualizados dos principais programas de melhoramento genético, bem como índices próprios, como o IRM e a certificação IATFmax para fertilidade.

Seleção Rigorosa: Para Gustavo Morales, Gerente de Mercado e Contas-Chave Corte da ABS, os animais incluídos no catálogo representam uma seleção criteriosa de touros provados, bem avaliados e com bom fenótipo. Ele destaca que a nova bateria de touros oferece a promessa de aumentar a produtividade e a rentabilidade em qualquer sistema de produção em todo o país.

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Detalhes Disponíveis: Os produtores interessados podem conferir todos os detalhes do novo Catálogo Corte Zebu 2024 para explorar as melhores opções genéticas para suas operações pecuárias.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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