Várzea Grande

Secretaria de Assistência adere programa federal e estará realizando quatro oficinas em Várzea Grande

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A Secretaria de Assistência Social aderiu ao Programa de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho (Acessuas Trabalho) – desenvolvido pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome – que busca a autonomia das famílias usuárias da política de assistência social, por meio da integração ao mundo do trabalho. Durante seis meses, equipes da secretaria estarão fazendo o acompanhamento de 200 usuários que estarão participando das oficinas em quatro polos diferentes.

O Acessuas Trabalho faz parte de um conjunto de ações de articulação de políticas públicas e de mobilização, encaminhamento e acompanhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade ou risco social para acesso a oportunidades de trabalho e emprego.

As ações de inclusão produtiva compreendem a qualificação técnico profissional; a intermediação pública de mão de obra; o apoio ao microempreendedor individual e à economia solidária; o acesso a direitos sociais relativos ao trabalho (formação do trabalho); a articulação com comerciantes e empresários locais para mapeamento e fomento de oportunidades, entre outros.

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A coordenadora do Acessuas Trabalho, em Várzea Grande, Geni Corello, destaca que todas as oficinas serão gratuitas, e que os usuários devem estar atentos às quais tem interesse em participar. “É importante que o usuário compareça ao Centro de Referência de Assistência Social de sua região, ou a sede da Rede Cidadã, localizada ao lado do Terminal André Maggi, munido de documentação pessoal. As inscrições poderão ser feitas até o dia 15 de julho”, comentou.

A coordenadora explica ainda que qualquer pessoa pode se inscrever, populações urbanas e rurais em situação de vulnerabilidade com idade entre 14 e 59 anos, com prioridade para usuários de serviços, projetos e programas de transferência de renda socioassistenciais, e portadores de deficiência. “As inscrições poderão ser feitas até o dia 15 de julho”, informou a coordenadora.

A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira disse que esse o Programa Acessuas Trabalho, vem somar com os demais programas e projetos desenvolvidos pela pasta, a exemplo do Qualifica + VG e as parceria com empresas privadas para captação de vagas de emprego, bem como as seletivas de emprego. “Com certeza essa é mais uma oportunidade que a população de Várzea Grande terá para se capacitar. O nosso objetivo é ofertar a qualificação profissional e facilitar o acesso das famílias ao mercado de trabalho”.

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Confira a lista de oficinas:

1. Identidade/conceito de trabalho;

2. Etapas do processo seletivo e currículo/etapas do processo seletivo, entrevista e dinâmica de grupos;

3. Postura profissional/imagem pessoal x imagem profissional dentro e fora das redes sociais;

4. Habilidades interpessoais/condutas éticas/planejamento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

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Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

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“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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