Várzea Grande

Comitê de Enfrentamento aos Alagamentos de Várzea Grande monitora pontos críticos em tempo real durante as chuvas

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Equipes permaneceram em alerta e em contato constante durante todo o período chuvoso, com a estrutura da Prefeitura mobilizada para resposta imediata.

Durante a chuva registrada na noite de segunda-feira (03.11), o Comitê de Enfrentamento aos Alagamentos de Várzea Grande realizou monitoramento em tempo real das condições climáticas e acompanhou o comportamento das águas em diversos pontos da cidade.

A ação ocorreu durante o período chuvoso, com as equipes das Secretarias de Viação e Obras; Serviços Públicos e Mobilidade Urbana; e Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, além do Departamento de Água e Esgoto (DAE/VG) e da Defesa Civil Municipal, em estado de alerta e prontas para atuar em caso de necessidade.

Os membros do comitê mantiveram contato constante e receberam informações atualizadas sobre o volume de chuva, pontos de acúmulo e o desempenho do sistema de drenagem. O secretário de Viação, Obras e Urbanismo e coordenador do Comitê de Enfrentamento aos Alagamentos, Celso Pereira, destacou que o trabalho conjunto das secretarias é essencial para garantir o bom funcionamento da infraestrutura urbana.

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“As equipes estão de prontidão e o plano de prevenção vem apresentando resultados positivos. Os serviços de limpeza de bocas de lobo, córregos e passagens de água têm contribuído para garantir fluidez ao escoamento durante as chuvas, evitando pontos de alagamento e maiores transtornos”, pontuou o secretário.

Durante o monitoramento, os secretários municipais mantiveram comunicação direta e permanente, e a prefeita Flávia Moretti acompanhou todo o andamento da situação, colocando à disposição toda a estrutura administrativa da Prefeitura para assegurar resposta rápida e eficaz a eventuais ocorrências, minimizando possíveis impactos à população.

Nos bairros Alameda, Construmat e Manga, que em períodos anteriores registraram alagamentos, o escoamento foi considerado satisfatório, sem registro de intercorrências.

Desde o início da atual gestão, foram intensificadas as ações de prevenção e manutenção da rede de drenagem urbana, além da instituição do Comitê de Enfrentamento aos Alagamentos, que atua de forma integrada e acompanha em tempo real o comportamento das chuvas no município.

O monitoramento permanece de forma contínua, com foco na segurança da população e na eficiência das medidas preventivas e corretivas implementadas pela Prefeitura de Várzea Grande.

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Em caso de Emergência o morador pode acionar Defesa Civil Municipal pelo (65) 98475-7112

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Livro sobre a história do bairro Cristo Rei é relançado em biblioteca municipal de Várzea Grande

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A comunidade do Grande Cristo Rei prestigiou, no último dia 20, o relançamento do livro “O Lendário Capão de Negro – A História do Bairro Cristo Rei”, de autoria do professor e ex-secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Odenil Seba. O evento, que integra o calendário comemorativo dos 159 anos de Várzea Grande, foi realizado na Biblioteca Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, no bairro Cristo Rei.

Lançado originalmente em maio de 2024, o livro é resultado de 30 anos de pesquisa sobre o Capão de Negro, área histórica e remanescente de quilombo urbano localizada no bairro Cristo Rei. A região remonta aos séculos XVIII e XIX, período em que escravizados fugitivos buscavam refúgio no grande capão de mata existente no local. Com o passar dos anos e a expansão urbana do município, a área passou por profundas transformações.

Ao longo das três décadas de pesquisa, o professor, historiador, músico e artista plástico Odenil Seba buscou não apenas resgatar a história do bairro, mas também preservar a memória das pessoas que viveram no Cristo Rei.

“Iniciei esse trabalho buscando informações sobre os negros escravizados que no Capão de Negro se refugiaram, fugindo da opressão dos seus senhores. Posteriormente, procurei resgatar histórias individuais de pessoas simples, lavradores que chegaram ao Capão de Negro nas décadas de 1930 e 1940”, declarou o autor.

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Segundo Odenil Seba, a obra também aborda a relação entre a presença religiosa dos padres salesianos no seminário construído por Dom Orlando Chaves, no Capão de Negro, e os reflexos dessa atuação junto à população local.

“Por fim, analiso as angústias, os sofrimentos e os novos rumos que a população do Capão de Negro passou a enfrentar após a intervenção do poder público com o loteamento, formando assim o atual bairro Cristo Rei e regiões adjacentes”, explicou.

Para a superintendente de Cultura da SMECEL, Everlucy Arruda, o relançamento da obra representa um importante reconhecimento da memória e da identidade cultural do município.

“Este momento representa muito mais que o relançamento de um livro. É a valorização da educação, da cultura e do conhecimento como ferramentas de transformação social. A parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e os autores locais fortalece exatamente isso: incentivar nossos escritores, preservar nossas raízes e aproximar a comunidade da leitura”, afirmou.

Ela destacou ainda a importância da realização do evento na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira.

“Realizar este evento na biblioteca torna tudo ainda mais especial, pois este espaço simboliza o acesso ao saber e à construção cultural do nosso município. Parabenizo o professor Odenil Seba por essa importante contribuição à literatura e à cultura regional. Que este livro alcance muitas pessoas e inspire novas gerações a conhecerem e valorizarem nossa história”, concluiu.

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Além de apresentações especiais do Coral Vesper, da Escola Estadual José Leite, o evento contou com a participação de moradores e lideranças locais, entre eles o padre Felisberto, a professora Ilza Santana Costa, filha de Dona Binoca, Maria Rosa de Carvalho e suas filhas, Estanislau Bispo, viúvo de Dona Áurea Brás, e seu filho Uilson Brás, a professora Tacília Soares, do movimento negro de Várzea Grande, Eliseu da Silva Xunxum, Manoel dos Santos, conhecido como “seo Manezinho”, além das freiras missionárias do Bom Jesus, irmã Luceny e irmã Queiróz, que atuaram no Capão de Negro nas décadas de 1960 e 1970, entre outras personalidades.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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