Tribunal de Justiça de MT

Unidades judiciárias e administrativas do Judiciário serão premiadas por ações sustentáveis

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Arte do 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticas do Poder Judiciário de Mato Grosso em tons de verde, com imagens de folhas, do planeta Terra ao centro e símbolos relacionados à sustentabilidade.No dia 18 de setembro, durante o 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticas do Poder Judiciário de Mato Grosso, as unidades judiciárias e administrativas receberão os selos de reconhecimento pelas ações adotadas no Desafio Judiciário Sustentável, iniciativa coordenada pelo Núcleo de Sustentabilidade do Tribunal de Justiça. Está prevista a entrega de 48 selos de reconhecimento, divididos em Diamante, Ouro, Prata e Bronze.

No desafio, as unidades participantes são divididas em três categorias: comarcas, áreas administrativas do TJMT e gabinetes de desembargadores. Para receber o selo, todas devem cumprir as regras da competição durante o período de monitoramento dos indicadores (agosto de 2024 e julho de 2025).

De acordo com o desembargador Rodrigo Curvo, coordenador do Núcleo de Sustentabilidade, “o Desafio Judiciário Sustentável representa muito mais que uma competição: é um convite à mudança de hábitos. Cada unidade participante tem a oportunidade de transformar práticas cotidianas em ações responsáveis e inovadoras. Ao unirmos esforços, mostramos que a Justiça pode ser exemplo de gestão eficiente e ambientalmente consciente. Este é o momento de consolidarmos uma cultura de sustentabilidade permanente no Tribunal de Justiça de Mato Grosso”.

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A gestora administrativa do Núcleo de Sustentabilidade, Jaqueline Schofen, explica que os critérios do Desafio foram construídos com base no Índice de Desempenho da Sustentabilidade (IDS), que seguem os indicadores do Plano de Logística Sustentável, conforme estabelecido pela Resolução nº 400/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O IDS tem como objetivo estabelecer critérios de avaliação e comparação objetiva entre os participantes de cada categoria.

Para este ano, os indicadores avaliam o consumo de água, energia elétrica, impressões e equipamentos de impressão, papel, copos descartáveis e garrafinhas de água mineral, além de gastos com transporte, telefonia e serviços gráficos e destinação de resíduos sólidos.

Há previsão de pontuação extra àquelas unidades que finalizaram o período com número menor de impressoras do que em agosto de 2024.

Para as comarcas, há a previsão de pontuação extra também para aquelas que responderam ao formulário mensal disponibilizado pelo Núcleo de Sustentabilidade, com informações sobre a gestão de resíduos e ações desenvolvidas na comarca.

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Os indicadores são divididos por peso de importância, sendo:

Peso 1: consumo de água, copos descartáveis, água envasada e gasto com telefonia;

Peso 2: consumo de energia elétrica, papel, impressões, gastos com serviços gráficos e transporte;

Peso 3: equipamentos de impressão e destinação de resíduos sólidos.

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Inscreva-se para o 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticas

Autor: Celly Silva

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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