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TJMT Inclusivo reúne saberes de múltiplas áreas para debater sobre Autismo em Rondonópolis

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Imagem colorida traz o logotipo do projeto “TJMT Inclusivo” com tema de autismo. O título tem letras coloridas e fundo branco, destacando o texto “Programação Rondonópolis” em tom alaranjado.O “TJMT Inclusivo: Capacitação e Conscientização em Autismo” chega a sua 5ª edição, dessa vez, levando um rico e diverso conhecimento sobre o tema para a população de Rondonópolis, especialmente profissionais da Saúde, Educação e do Direito, famílias atípicas e demais interessados no assunto. O evento é totalmente gratuito. Faça sua inscrição clicando aqui.

A iniciativa da capacitação é do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJMT e da Diretoria do Fórum de Rondonópolis, realizado em parceria com a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), Escola dos Servidores, Projeto Autismo na Escola e da ADNA de Rondonópolis.

O evento é uma oportunidade para pessoas que buscam ampliar sua visão sobre o autismo, estimular a empatia e combater estereótipos, uma vez que a programação é composta tanto por profissionais dos ramos do Direito, da Medicina, da Psicologia, da Fisioterapia, bem como de autistas e mãe atípica. Além disso, durante toda a programação, os participantes poderão contemplar a exposição de artes plásticas da artista Maria Clara Souza Campos, filha da servidora do TJMT, Adriana Ferreira de Souza, que por sua vez, será palestrante.

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Programação

A programação é vasta e começa às 8h, com a abertura feita pela presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJMT, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, e pela juíza diretora do Fórum de Rondonópolis, Aline Bissoni.

Haverá quatro palestras no período da manhã. Às 9h, o ativista, escritor, fotógrafo e autista, Nicolas Brito Sales, abordará o tema “Lugar de autista é onde ele quiser estar”.

Às 9h20, a doutora em Neurociência e especialista em autismo, Anita Brito, falará sobre “Inclusão social e neurodiversidade”.

Às 10h20, será a vez do neurologista pediátrico, Marino Miloca, abordar o tema “Autismo: atualizações e impactos na sociedade”.

Fechando a programação da manhã, às 11h10, a psicóloga Paola Cristina de Almeida Barcellos compartilhará conhecimentos sobre “Autismo: reconhecendo os sinais – critérios diagnósticos atuais e manifestações clínicas”.

O período vespertino também contará com cinco palestras. Às 13h45, a servidora do TJMT, Adriana Ferreira de Souza, proferirá a palestra “Depoimento de mãe atípica com meditação de fortalecimento interior”.

Às 14h, a psicóloga Erica Rezende Barbieri tratará sobre “Quando a resposta chega tarde: o diagnóstico de autismo na vida adulta”.

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Às 15h, o psicólogo Luciano José Denti proferirá a palestra “Alémd e técnica: o cuidado humanizado com famílias atípicas no contexto terapêutico”.

Às 16h, será a vez da fisioterapeuta Francieli Martins falar sobre “O papel da fisioterapia no desenvolvimento de crianças atípicas e condições neuropsicomotoras”.

A última palestra levará uma visão do Direito sobre o autismo para os participantes. Os juízes Antônio Veloso Peleja Júnior (auxiliar da Vice-Presidência) e Renata do Carmo Evaristo Parreira irão palestra sobre “TEA sob a ótica dos Tribunais: alguns casos”.

Autor: Celly Silva

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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