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Projeto Nosso Judiciário encerra ciclo 2025 com palestra na Escola Estadual Hélio Palma de Arruda

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Foto que mostra o palestrante Neifi Feguri, do projeto Nosso Judiciário, falando ao microfone, diante de dezenas de alunos de uma escola estadual.O projeto Nosso Judiciário, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), encerrou o ciclo 2025, nesta segunda-feira (17), com uma palestra na Escola Estadual Hélio Palma de Arruda, localizada no bairro Planalto, em Cuiabá. Na oportunidade, 120 alunos do 9º ano do Ensino Fundamental receberam a cartilha educativa e aprenderam sobre o funcionamento dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais, direitos e deveres acerca de diversas áreas, como direito do consumidor, crimes relacionados ao racismo, à homofobia, bullying e ciberbullying, importunação sexual, entre outros.

“O Nosso Judiciário é um projeto cidadão, social, que abrange alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio, aos quais informamos sobre as atribuições dos Juizados Especiais. No Ensino Fundamental nós falamos sobre a função do juiz, do desembargador, da Justiça Restaurativa, da Defensoria Pública e diversos outros assuntos”, afirma o coordenador do projeto, Neifi Feguri.

Desde 2017, o projeto Nosso Judiciário já levou informação a 36.200 estudantes de 163 escolas de Cuiabá e Várzea Grande. Neste ano, foram 17 escolas visitadas e 2.950 alunos contemplados com o trabalho de conscientização.

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Alunos da Escola Estadual Hélio Palma de Arruda posam para a foto sorrindo e segurando a cartilha do projeto Nosso Judiciário.João Pedro Santana Fernandes, 14 anos, é um dos alunos da Escola Estadual Hélio Palma de Arruda que se identificou com os temas abordados na palestra. “A gente vê que ainda falta um pouco de respeito nos ambientes escolares. Aqui na escola, às vezes acontecem alguns atos racistas, xenofóbicos e até mesmo homofóbicos. A palestra ajuda muito a incentivar aqueles que sofrem a falar com os coordenadores e psicólogos aqui da escola e a procurar nossos direitos”, disse.

Maria Eduarda Silva Morais, 15 anos, conta que o que mais lhe chamou a atenção foi aprender onde recorrer diante de alguma injustiça. “Tanto na internet, quanto pessoalmente, a palestra mostrou que temos direito de recorrer à Justiça e diversos meios que podem nos ajudar bastante. Eu acho isso bem importante porque agora, na adolescência, é a idade ideal para sabermos sobre nossos direitos, pra quando chegar o futuro não sofrermos com a falta de informação”, comenta Maria Eduarda.foto em plano aberto que mostra dezenas de estudantes com uniforme azul da Escola Estadual sentados, participando da palestra do projeto Nosso Judiciário.

A colega dela, Brenda Vitória Maia de Araújo, 15, afirma que gostou de saber que pode contar com o Poder Judiciário. “Chamou atenção saber que eu posso sempre contar com a Justiça em questão de sofrer bullying ou ciberbullying na internet. São situações que acontecem cotidianamente, então, acho sempre importante saber o que devemos fazer nesses momentos”.Professora Amanda Gouveia sorri para a foto, segurando a cartilha do projeto Nosso Judiciário. Ela é uma mulher jovem, branca, magra, com longos cabelos cacheados e castanhos, usando camiseta cinza.

Para a professora Amanda Gouveia, as palestras do projeto Nosso Judiciário são importantes porque contribuem com a formação cidadã dos jovens. “A gente aqui está formando cidadãos e isso é importante para que os estudantes se sintam preparados para atuar socialmente, no mercado de trabalho e estejam cada vez mais conscientes dos seus direitos, sobre aonde recorrer caso aconteça algo que eles precisem buscar os seus direitos”, afirma.

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Autor: Celly Silva

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Comarca de Rondonópolis reafirma parceria com Polícia Militar para ampliar proteção às mulheres

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A imagem mostra cinco pessoas, entre as quais dois homens e uma mulher vestidos com uniforme azul da PMMT, e duas mulheres vestindo roupas formais. Todos estão sentados em torno de uma mesa, num gabinete administrativo, com computadores, flores e materiais de escritório.A Comarca de Rondonópolis reafirmou parceria com a Polícia Militar de Mato Grosso durante a segunda reunião entre as instituições. O encontro foi realizado na terça-feira (02), na sala de audiências da Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher do Fórum da comarca, com o objetivo de aprimorar ações conjuntas voltadas à prevenção do feminicídio e à efetividade das medidas protetivas de urgência.

A iniciativa busca integrar esforços do Poder Judiciário e da Polícia Militar para ampliar a proteção às vítimas e fortalecer o enfrentamento à violência contra a mulher no município. Entre as ações previstas estão campanhas educativas, palestras, panfletagens e atividades a serem desenvolvidas pela Patrulha Maria da Penha entre os dias 10 de junho e 10 de julho.

Participaram da reunião a juíza titular da Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, Maria Mazarelo Farias Pinto, a comandante-adjunta do 4º Comando Regional da Polícia Militar, tenente-coronel Silva Sá, a 3ª sargento Janaína Ribeiro Antunes, o subtenente Fábio Aparecido Pereira Fagundes e a gestora da unidade judicial, Érica Sara Sodré Bortoloti Narloch.

Um dos temas tratados foi a capacitação continuada dos policiais militares que atuam diretamente no atendimento às vítimas de violência doméstica. Na ocasião, a comandante-adjunta solicitou o apoio da magistrada para participar como palestrante em cursos de formação e aperfeiçoamento destinados aos integrantes da corporação.

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A juíza Maria Mazarelo colocou-se à disposição para contribuir com a capacitação dos profissionais e destacou a importância da qualificação permanente para aprimorar a atuação da rede de enfrentamento à violência doméstica.

“A aproximação entre o Poder Judiciário e a Polícia Militar é fundamental para garantir uma resposta cada vez mais eficiente às mulheres em situação de violência. Coloco-me à disposição para colaborar com os cursos e palestras voltados aos militares, compartilhando conhecimentos sobre a legislação, as medidas protetivas e a atuação integrada da rede de enfrentamento à violência doméstica”, afirmou a magistrada.

Durante o encontro, também foram discutidas estratégias para aprimorar o cumprimento das Medidas Protetivas de Urgência (MPUs), executadas pela Patrulha Maria da Penha do 4º Comando Regional. A proposta é garantir maior agilidade e efetividade na fiscalização das determinações judiciais destinadas à proteção das mulheres vítimas de violência.

De acordo com a tenente-coronel Silva Sá, a reunião permitiu avaliar mecanismos para potencializar a atuação da Patrulha Maria da Penha em Rondonópolis, especialmente por meio da integração com a Vara Especializada.

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“Após essa análise conjunta, identificamos possibilidades de fortalecer ainda mais o trabalho desenvolvido pela Patrulha Maria da Penha, garantindo que as medidas protetivas sejam cumpridas com a urgência necessária e ampliando a proteção das mulheres atendidas”, destacou.

A integração institucional ganha ainda mais relevância neste mês de junho, quando ocorre a Operação Escudo Feminino, iniciativa da Polícia Militar voltada à intensificação das ações de prevenção e combate à violência contra a mulher.

Conforme ressaltaram os participantes, a cooperação entre o Poder Judiciário e a Polícia Militar terá caráter permanente. A expectativa é ampliar a efetividade das medidas protetivas, fortalecer as ações preventivas e garantir uma resposta cada vez mais rápida e eficiente às mulheres em situação de violência em Rondonópolis.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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