Tribunal de Justiça de MT

Poder Judiciário de Mato Grosso avalia resultados alcançados com a Metodologia OKR

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Com o objetivo de avaliar os resultados e metas alcançados durante o segundo trimestre de implantação da metodologia OKR (Objetivos e Resultados Chave), a presidente do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, se reuniu na tarde desta quarta-feira (28 de junho), com os coordenadores e lideres das áreas técnicas do Tribunal de Justiça para avaliar o progresso dos resultados.
 
Implantada na gestão da desembargadora Clarice Claudino, a metodologia OKR é um modelo de gestão simples, ágil e flexível aplicado para o planejamento e execução de estratégias, onde desafios e metas são identificados de forma clara, assim como o caminho que deve ser percorrido para o alcance dos resultados.
 
Alinhados ao Plano de Diretrizes e Metas 2023-2024 da atual gestão, e ao Planejamento Estratégico estabelecido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso para o quinquênio 2021-2026, os OKRs foram adotados a partir da necessidade constante de assegurar eficiência, agilidade e efetividade na entrega de resultados ao cidadão.
 
Além de manter a equipe focada no alcance de resultados, a metodologia também visa promover o engajamento entre os setores, elevando os níveis de interação e produtividade da instituição.
 
A desembargadora Clarice Claudino parabenizou as equipes pelos resultados alcançados, e pediu que todos se mantenham perseverantes e focados na superação dos desafios impostos para o alcance de resultados ainda mais desafiadores.
 
“Estou extremamente feliz e grata pelo empenho e desempenho de todas as áreas, estamos todos juntos, dependemos uns dos outros, e é assim que caminharemos rumo a objetivos maiores. Estamos aqui para avaliar, priorizar e direcionar os esforços para alcançar os objetivos estabelecidos pelo Plano de Diretrizes e Metas, construído por todos, e nesse bojo, avaliar as necessidades de melhorias e quais as medidas corretivas para o alcance das metas e o fortalecimento da sinergia entre todos nós. Porque os OKRs também nos proporcionam fortalecer as conexões entre as equipes, aumentar o nível de interação, e consequentemente, os resultados são cada vez maiores e melhores. E essa clareza que os OKRs nos proporciona é fantástica, e está completamente alinhado e ligado ao nosso desejo por resultados”, definiu a presidente.
 
O desempenho das áreas em relação às metas e objetivos alcançados no primeiro trimestre também foi apresentado durante a reunião.
 
O coordenador da Coordenadoria de Planejamento do Tribunal de Justiça (Coplan), Afonso Maciel destacou que a implantação da metodologia veio como resposta às crescentes demandas por uma gestão mais ágil e efetiva na solução dos desafios. Afonso ainda definiu como vital, a postura mantida pela administração do Tribunal de Justiça, que têm suas decisões pautadas e alinhadas às estratégias estabelecidas pelo Plano de Diretrizes e Metas, logo, também alinhadas às metas definidas pelos OKRs.
 
“Nós estamos atuando sobre aquilo que atua sobre nós, as demandas. Responder as demandas do dia a dia, e nos mantermos focados no cumprimento das nossas metas, essa é a provocação que os OKRs nos trazem, onde todos precisamos tê-los como alvos de resultado. E a soma de ‘resultados de ruptura’ e de estratégias que envolvem fatores como possuir grande impacto estratégico, ser mensurável, mudança de comportamento em larga escala e alto grau de engajamento, são fundamentais para o alcance dessas metas. Os OKRs precisam estar voltados a essa ruptura, voltados à estratégia da organização, e os resultados não serão alcançados com decisões individuais, somente com o engajamento de todos”, expôs o coordenador da Coordenadoria de Planejamento, Afonso Maciel.
 
A diretora-geral do Tribunal de Justiça, Euzeni Paiva de Paula fez referencia ao empenho das equipes que têm trabalho de forma hercúlea no sentido de estabelecer e cumprir as metas estabelecidas pela gestão, com o apoio de todos.
 
“Está sendo um desafio bastante interessante trabalhar com essa ferramenta, ligando nossas atividades à estratégia. Temos o enorme desafio de atender as demandas da rotina, sem perder o foco de que os nossos objetivos precisam estar ligados às estratégias e aos desafios da gestão, e sob a governabilidade de cada área. As equipes estão de parabéns, e é uma honra liderar toda essa equipe e sermos mais uma vez um tribunal de vanguarda, na aplicação de uma ferramenta tão inovadora”, definiu Euzeni.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Foto colorida horizontal da mesa da presidência coma desembargadora Clarice Claudino na cabeceira da mesa. Ela segura o microfone com a mão esquerda e veste blazer amarelo. Ao seu lado esquerdo, o juiz auxiliar da presidência Túlio Duailibi e ao lado direito, o juiz Rodrigo Curvo.
 
Naiara Martins
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Plano deve pagar congelamento de óvulos para evitar infertilidade

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Plano de saúde deverá custear congelamento de óvulos para evitar infertilidade causada por tratamento médico, mas não pagará despesas futuras.

  • A decisão diferenciou prevenção de infertilidade de reprodução assistida.

Uma operadora de plano de saúde deverá custear parte do procedimento de congelamento de óvulos de uma paciente diagnosticada com endometriose profunda, diante do risco de infertilidade decorrente de tratamento cirúrgico. A decisão, porém, limitou a cobertura apenas às etapas iniciais do procedimento, excluindo despesas futuras.

O caso foi analisado pela Quarta Câmara de Direito Privado, sob relatoria do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho. A paciente relatou que precisava passar por cirurgia para tratar a doença e que, por orientação médica, deveria realizar a criopreservação de óvulos como forma de preservar a fertilidade.

A operadora negou o custeio sob o argumento de que o procedimento estaria relacionado à reprodução assistida, o que não é de cobertura obrigatória. No entanto, ao julgar o recurso, o relator destacou que a situação não se confunde com fertilização in vitro, mas sim com uma medida preventiva para evitar um dano decorrente do próprio tratamento de saúde.

Segundo o entendimento adotado, quando o plano cobre a doença, também deve arcar com medidas necessárias para evitar efeitos colaterais previsíveis, como a infertilidade. O magistrado ressaltou que a criopreservação, nesse contexto, tem caráter preventivo e está ligada diretamente ao tratamento médico indicado.

Por outro lado, a decisão estabeleceu limites para essa obrigação. Ficou definido que a operadora deve custear apenas as fases iniciais do procedimento, como a estimulação ovariana, a coleta e o congelamento dos óvulos.

Já os custos posteriores, como taxas de armazenamento do material genético e eventual utilização futura em fertilização assistida, não deverão ser arcados pelo plano, por se tratarem de medidas relacionadas ao planejamento familiar.

Processo nº 1004443-86.2026.8.11.0000

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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