Tribunal de Justiça de MT

Nova LexIA melhora organização de dados e facilita retomada de análises no Judiciário de MT

Publicado em

A nova versão da LexIA, ferramenta de Inteligência Artificial desenvolvida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), trouxe avanços significativos na gestão e organização das informações, tornando o uso da tecnologia mais intuitivo, eficiente e alinhado às rotinas do Judiciário.
As melhorias reforçam a LexIA como um ambiente integrado de apoio à atividade jurisdicional, com foco na produtividade, segurança e supervisão humana.
Entre os destaques está a reorganização do fluxo de informações dentro da plataforma, facilitando o acesso a conteúdos já produzidos e a localização de ferramentas específicas, o que otimiza o tempo de trabalho de magistrados e servidores.
Arte gráfica com fundo branco. Em letras grandes, garrafais azuis escuras está escrito: LeXIAHistórico acessível e busca mais eficiente – Uma das principais inovações é a inclusão do histórico de conversas diretamente na página inicial, permitindo que análises e produções anteriores sejam retomadas com rapidez, sem perda de contexto. A funcionalidade facilita a continuidade do trabalho e contribui para uma atuação mais organizada e estratégica.
O diretor do Departamento de Processamento Eletrônico, Inteligência de Dados e Negócio, Thales Barboza Ventorim Rubiale, destaca que as melhorias foram pensadas para impactar diretamente a rotina dos usuários.
“Na gestão de informações, incluímos o histórico de conversas na página principal e aprimoramos a busca de agentes com pesquisa por texto livre. Tudo isso foi desenvolvido para reduzir o tempo gasto em tarefas repetitivas e potencializar a capacidade analítica e decisória dos profissionais do Tribunal”, explicou.
Outra melhoria importante foi a busca aprimorada de agentes publicados, agora com pesquisa por texto livre. A mudança torna mais ágil localizar ferramentas específicas dentro da plataforma, ampliando o aproveitamento dos recursos disponíveis.
Gestão da informação aliada à IA avançada – Além da organização dos dados, a LexIA também passou a operar com os modelos mais avançados do mercado — Claude 4.5 Sonnet e Gemini 3 —, que podem ser alternados com apenas um clique.
A combinação entre modelos de alta performance e melhor gestão da informação eleva a qualidade das respostas, análises e minutas produzidas.
Mais do que uma ferramenta, a LexIA se consolida como um símbolo de transformação, mostrando que a boa gestão da informação é peça-chave para uma Justiça mais eficiente, organizada e acessível.

Autor: Vitória Maria Sena

Leia Também:  Cojud: Encontro nacional destaca papel das ouvidorias na integridade do Judiciário

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Published

on

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

Leia Também:  TJMT inaugura novo fórum de Chapada dos Guimarães, que recebe o nome da juíza Margarete Spadoni

Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

Leia Também:  Nosso Judiciário: alunos do ensino fundamental aprendem sobre o funcionamento da Justiça

Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA