Tribunal de Justiça de MT

Justiça presente: Juizado Itinerante atende Nova Santa Helena e Santa Carmem

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O Poder Judiciário de Mato Grosso leva mais uma vez seus serviços diretamente à população por meio do Juizado Especial Itinerante (JEI) e do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Itinerante. De 3 a 7 de novembro, os atendimentos acontecerão no município de Nova Santa Helena, pertencente à Comarca de Itaúba, e de 10 a 14 de novembro será a vez da população de Santa Carmem, da Comarca de Sinop, receber a estrutura móvel do Judiciário.

Durante as visitas, o ônibus do JEI funcionará como um fórum itinerante completo, com salas de audiência climatizadas, equipamentos tecnológicos e equipe capacitada para realizar audiências, conciliações e orientações jurídicas. Serão atendidas demandas de menor complexidade, como ações de alimentos, divórcios consensuais, curatela, questões de consumo e negativação indevida, entre outras causas que podem ser resolvidas de forma rápida e gratuita.

O atendimento ao público ocorrerá das 8h às 11h e das 14h às 17h, sem necessidade de agendamento prévio. O serviço é oferecido sob demanda ou por meio de distribuição de senhas no local, garantindo que todos os interessados tenham acesso às orientações e serviços do Judiciário.

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Além dos atendimentos judiciais, a equipe também prestará orientações sociais e educativas, reforçando o papel do Judiciário na promoção da cidadania.

As atividades do JEI têm transformado realidades em todo o estado, com resultados concretos que mostram o impacto positivo dessa presença da Justiça nas comunidades.

Para acessar os serviços e confirmar os locais de atendimento, a população deve ficar atenta aos informes das rádios locais, aos grupos de WhatsApp que divulgam comunicados da prefeitura, e ao site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (www.tjmt.jus.br), onde são publicadas informações atualizadas sobre o cronograma do Juizado Itinerante.

O projeto é atualmente coordenado pelo juiz Edson Dias Reis, e a equipe responsável conta com a participação do gestor judiciário Caymmi Sousa e Silva, do técnico judiciário Arsenio Assis de Moraes Junior, do oficial de Justiça e mediador Celso Ferreira da Cruz Victoriano e da conciliadora Deborah Ribeiro da Silva.

Serviço:

Atendimento Juizado Especial Itinerante (JEI) e do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Itinerante

Onde: Nova Santa Helena

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Quando: 3 a 7 de novembro

———————-

Onde: Santa Carmem

Quando: 10 a 14 de novembro

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

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A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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