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Corregedoria do TJMT conclui inspeções em cartórios da Capital e região metropolitana

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso concluiu, nesta terça-feira (21), o ciclo de inspeções presenciais em cartórios extrajudiciais de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger. As atividades tiveram início no dia 12 de janeiro e abrangeram a fiscalização de atos, prestação de contas e cobrança de emolumentos, conforme previsto em portaria da CGJ.
Ao longo do período, foram inspecionadas serventias de paz e notas, registros civis, tabelionatos e ofícios de registro localizados nos três municípios, incluindo cartórios situados em distritos e unidades de maior porte, como o 5º Ofício de Registro de Imóveis e Títulos e Documentos de Cuiabá.
Os trabalhos foram realizados por equipes técnicas do Departamento do Foro Extrajudicial (DFE) e coordenados pela juíza auxiliar da CGJ, Myrian Pavan Schenkel, com apoio da assessoria da CGJ. Durante as inspeções, foram examinados livros, documentos, protocolos, comprovantes de pagamento de emolumentos e demais itens relacionados ao funcionamento administrativo e financeiro das serventias.
Integrantes da CGJ posam com representantes do Cartório Distrito de Engenho Velho -  Santo Antônio do LevergerAlém da análise documental, a ação também garantiu espaço para a participação da população, que pôde apresentar reclamações, sugestões, críticas ou elogios diretamente às equipes durante as visitas ou por meio dos canais institucionais da Corregedoria.
A conclusão das inspeções reforça o trabalho contínuo da Corregedoria-Geral da Justiça na fiscalização dos serviços extrajudiciais, com foco na transparência, na regularidade dos atos praticados e na melhoria da qualidade do atendimento prestado aos cidadãos em Mato Grosso.

Autor: Assessoria de Comunicação

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJMT é destaque nacional em realização de audiências de conciliação

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Gráfico do Justiça em Números 2026 mostra o índice de conciliação nos processos de execução judicial dos Juizados Especiais e do Primeiro Grau nos Tribunais de JustiçaO Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) alcançou o maior índice de realização de audiências de conciliação entre os tribunais estaduais de médio porte e o segundo melhor desempenho dentre os 27 tribunais de Justiça do Brasil. O dado consta no relatório Justiça em Números 2026, elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com o documento, 54,4% dos casos novos distribuídos em 2025 em Mato Grosso passaram por audiência de conciliação. O número também é superior à média da Justiça Estadual, que foi de 29,5%. O índice demonstra que, sempre que possível, o TJMT oferece às partes a oportunidade de resolver conflitos por meio do diálogo, antes do prosseguimento do processo judicial.
Presidente do Poder Judiciário de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueirade, um homem idoso, barba e cabelos brancos, de terno, com gravata de bolinhas, segurando um microfone e ao fundo um logo desfocado.“É um indicador que demonstra o compromisso do Tribunal de Justiça de Mato Grosso em incentivar a solução consensual dos conflitos, oportunizando que as partes construam acordos antes do prosseguimento da ação judicial. Isso torna a prestação jurisdicional mais ágil e próxima das necessidades da população”, avalia o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira.
O resultado também reflete os investimentos realizados pelo TJMT na ampliação da estrutura voltada aos métodos consensuais de resolução de conflitos. Conforme o relatório, Mato Grosso conta atualmente com 50 Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs), unidades especializadas na realização de conciliações e mediações em diferentes regiões do estado.
A Justiça Estadual, considerando todos os estados, encerrou 2025 com 1.843 Cejuscs, consolidando uma política pública que vem sendo fortalecida ao longo dos últimos anos. Essas unidades têm papel fundamental na promoção do diálogo entre as partes, permitindo que muitos conflitos sejam solucionados de forma consensual, sem a necessidade de uma decisão judicial.
Segundo o CNJ, a expansão dos Cejuscs acompanha o fortalecimento da cultura da conciliação no Judiciário brasileiro. Além de contribuir para a redução da litigiosidade, a iniciativa estimula soluções construídas pelas próprias partes, preservando relações e proporcionando respostas mais rápidas aos cidadãos.

Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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