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CNJ abre inscrições para webinário sobre atenção integral à saúde

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promoverá no dia 11 de setembro o 5º Webinário – Política de Atenção Integral à Saúde de Magistrados e Servidores do Poder Judiciário. O evento tem como público-alvo magistrados, servidores e sociedade civil. A iniciativa conta com o apoio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
 
A programação será transmitida exclusivamente por meio virtual (Canal do Youtube do CNJ), das 9h15 às 18h. Serão abordados o panorama da gestão de saúde no âmbito do Poder Judiciário e temas sobre a proteção à saúde mental de magistrados e servidores, saúde suplementar e interiorização da atenção.
 
 
Confira a programação completa do evento:
 
9h15 – SOLENIDADE DE ABERTURA
 
Presidente de mesa: Conselheiro Giovanni Olsson – Coordenador do Comitê.
 
9h30 – PAINEL 1: PANORAMA DA GESTÃO DE SAÚDE NOS TRIBUNAIS
 
Presidente de mesa: Conselheiro Giovanni Olsson – Coordenador do Comitê.
Palestrantes:
Gabriela Moreira – Diretora Executiva do Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ.
Tema: Diagnóstico do Poder Judiciário.
Daniel Marchionatti – Secretário-Geral do Conselho da Justiça Federal (CJF).
Tema: Gestão da Saúde no âmbito da Justiça Federal.
Bráulio Gusmão – Secretário-Geral do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT).
Tema: Gestão da Saúde no âmbito da Justiça do Trabalho.
 
11h – PAINEL 2: BOAS PRÁTICAS DE ATENÇÃO À SAÚDE
 
Presidente de mesa: Conselheira Jane Granzoto – Coordenadora Substituta do Comitê.
Palestrantes:
Denise Gomes da Silva – Secretária de Serviços Integrados de Saúde do Supremo Tribunal Federal.
Cledson Reis Silva – Médico do Superior Tribunal de Justiça.
Esterlina Santa de Araújo – Médica do Tribunal Superior do Trabalho.
 
12h30 às 13h30 – ALMOÇO
 
13h30 – PAINEL 3: PROTEÇÃO À SAÚDE MENTAL DE MAGISTRADOS E SERVIDORES NO PODER JUDICIÁRIO
 
Presidente de mesa: Sebastião Geraldo de Oliveira – Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região.
Palestrantes:
Fábio Angelim – Psicólogo do Superior Tribunal de Justiça.
Tema: Os desafios do cuidado em Saúde Mental para Magistrados e Servidores.
Fátima Macedo – Docente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Tema: Fatores de riscos psicossociais: como identificar, avaliar e modificar o meio ambiente do trabalho.
 
15h – PAINEL 4: SAÚDE SUPLEMENTAR E INTERIORIZAÇÃO DA ATENÇÃO À SAUDE
 
Presidente de mesa: Flávia Moreira Guimarães Pessoa – Juíza do Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região.
Palestrantes:
Jayme de Oliveira – Conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Tema: A atuação do CNMP no trato da saúde de Membros e Servidores.
Ana Carolina Zaina – Presidente do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho (COLEPRECOR) .
Tema: A saúde suplementar e a interiorização da atenção para magistrados e servidores nos Tribunais do Trabalho.
Carlos França – Presidente do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE)
Tema: A saúde suplementar e a interiorização da atenção para magistrados e servidores nos Tribunais de Justiça.
 
16h30 – PAINEL 5: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A EFETIVIDADE DA POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO À SAUDE DE MAGISTRADOS E SERVIDORES
 
Presidente de mesa: Flávia Moreira Guimarães Pessoa – Juíza do Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região.
Palestrantes:
Marco Aurélio Marsiglia Treviso – – Juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região.
Tema: Olhar do segmento da Justiça Trabalhista.
Raecler Baldresca – Juíza do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.
Tema: Olhar do segmento da Justiça Federal.
Iracy Ribeiro Mangueira Marques – Juíza do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe.
Tema: Olhar do segmento da Justiça Estadual.
 
18h – ENCERRAMENTO
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Aprimoramento do suporte pedagógico e valorização de potencialidades marcam debate sobre inclusão

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A inclusão escolar ultrapassa a dimensão técnica e demanda a construção de um ambiente pautado pela empatia, pela escuta e pela compreensão das diferenças. A reflexão é do professor Agnaldo Fernandes, um dos mais de mil participantes do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”, realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Com 24 anos de atuação na rede pública de ensino em Cuiabá e Várzea Grande, o educador destacou que o processo inclusivo se consolida, sobretudo, na convivência e no envolvimento de toda a comunidade escolar. “Existe também um trabalho importante com os demais estudantes, para que compreendam as diferenças e participem, respeitem e entendam. Exige preparo, sensibilidade e tempo”, afirmou.

A vivência em sala de aula, como professor de Artes, também revela o potencial expressivo dos estudantes atípicos quando encontram estímulos adequados. Segundo o professor Agnaldo Fernandes, há um envolvimento natural dos educadores em buscar estratégias mais direcionadas, especialmente em áreas como as artes, onde muitos alunos demonstram habilidades significativas. “A gente se apega muitas vezes, quer trabalhar de uma forma mais específica, mais enfática, pra que ele consiga se desenvolver, principalmente na minha área, que tem crianças que conseguem ter um potencial incrível na área de artes. Alguns autistas, por exemplo, conseguem trabalhar pintura, o faz de conta, uma série de elementos da arte que são interessantíssimos”, relatou.

No entanto, o tempo limitado e a dinâmica da rotina escolar acabam impondo barreiras à continuidade desse trabalho mais aprofundado. “Só que você tem muito pouco tempo pra trabalhar, aí você tem a próxima turma e a próxima turma e a próxima turma”, acrescentou, ao destacar a dificuldade de conciliar a atenção individualizada com a demanda de múltiplas turmas ao longo do dia.

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Ainda assim, o compromisso dos professores se mantém como um dos pilares da inclusão. O educador enfatiza que há um esforço contínuo para oferecer o melhor atendimento possível, mesmo diante das limitações estruturais. “A gente se esforça muito, tenta fazer o máximo, mas a gente gostaria que tivesse mais um apoio, um espaço específico pra aqueles que precisam, porque são seres humanos que necessitam de um acompanhamento maior”, afirmou.

Para ele, a ampliação desse suporte pode representar um avanço significativo não apenas no processo de aprendizagem, mas também na construção de perspectivas futuras para esses estudantes. “Esse apoio mais estruturado permitiria que eles se desenvolvessem melhor e pudessem, futuramente, estar no mercado de trabalho de uma forma muito mais efetiva”, concluiu.

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o evento foi realizado na quinta-feira (16), na Igreja Lagoinha, reunindo mais de 2,1 mil participantes, entre coordenadores escolares, professores e cuidadores de alunos com deficiência. A iniciativa, conduzida pela vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, reafirma o compromisso institucional do Judiciário mato-grossense com a promoção de direitos e com o fortalecimento de práticas inclusivas alinhadas às demandas sociais.

TJMT Inclusivo

O projeto reforça o compromisso do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, com o respeito à neurodiversidade, e dá cumprimento à Resolução nº 401/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência no âmbito do Judiciário. A iniciativa também está em consonância com a Lei nº 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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