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Cartórios de Mato Grosso promovem sábado mutirão para incentivar doação de órgãos

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Neste sábado, dia 19, os cartórios de Mato Grosso realizarão um mutirão para emissão gratuita de Autorizações Eletrônicas de Doação de Órgãos (AEDO). Em Cuiabá, o evento será realizado na Praça da República, das 8h às 14h, no centro. Entre os objetivos está reduzir a fila de transplantes no Brasil, que atualmente conta com mais de 60 mil pessoas aguardando. A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, responsável pela fiscalização do chamado Foro Extrajudicial, apoia a iniciativa.
 
A diretora do Departamento do Foro Extrajudicial (DFE), Nilcemeire dos Santos Vilela, explica que o AEDO é um documento que assegura a vontade de ser doador de órgãos e pode ser emitido por qualquer cidadão interessado, desde que apresente documento de identificação com foto. Caso o doador deseje incluir novos órgãos à autorização, deve revogar a anterior e emitir uma nova declaração.
 
Desde o lançamento da AEDO, em abril deste ano, mais de 250 autorizações já foram emitidas em cartórios do estado. O documento pode ser consultado por meio do CPF do falecido pelos responsáveis do Sistema Nacional de Transplantes.
 
Mato Grosso conta com 50 hospitais habilitados para captação de órgãos, localizados em cidades como Cuiabá, Sinop, Cáceres e Tangará da Serra. A habilitação ocorre em unidades com UTI, permitindo a conservação dos órgãos até a chegada das equipes de coleta.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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