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ÚLTIMA SESSÃO: Gestão 2021/2023 deixa legado de transparência, eficiência e inovação

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A gestão 2021/2023 realizou, nesta quinta-feira (27.04), a última sessão plenária sob a condução do desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, como presidente, e da desembargadora Nilza Mari Pôssas de Carvalho nos cargos de vice-presidente e corregedora regional eleitoral.

Realizada em formato presencial, a sessão foi sucedida pela solenidade de entrega dos colares de mérito eleitoral, dos broches de lapela ouro e dos certificados de honra outorgados aos juízes-membros, titulares e substitutos. As honrarias não foram entregues nas ocasiões das posses, em função da pandemia de Covid-19, quando as sessões plenárias passaram a ocorrer por meio de videoconferência.

O TRE-MT lançou, ainda, o informativo de jurisprudência 2021/2023, que reúne os principais julgados deste período, abrangendo, inclusive, as Eleições 2022, que poderão subsidiar novas análises e pesquisas e garantem estabilidade jurisdicional ao TRE-MT.

O desembargador Carlos Alves da Rocha agradeceu aos demais membros do Pleno, às autoridades presentes, magistrados(as), advogados(as), jornalistas, servidores(as) e familiares, pelo apoio ao longo dos dois anos. “Hoje somos o Tribunal mais produtivo, transparente e sustentável do Brasil, e estes foram apenas alguns dos prêmios recebidos nos últimos dois anos, entre os quais, destaco o Selo Diamante do Prêmio de Qualidade do Conselho Nacional de Justiça. É um feito inédito que ficará registrado nos anais da história deste Tribunal. Durante estes dois anos, procurei fazer uma gestão focada no investimento tecnológico, no planejamento, no diálogo, na capacitação, na inovação e no(a) eleitor(a), nosso maior patrimônio”.

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O trabalho árduo desenvolvido por todos(as) que compuseram a gestão foi destacado pela desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho. “Hoje me despeço da Justiça Eleitoral com profundo sentimento de gratidão e missão cumprida. Muitos foram os desafios. Enfrentamos uma das eleições mais difíceis e acirradas da história da democracia. Nossa gestão foi pautada na celeridade da prestação jurisdicional, enfrentamento à corrupção, promoção da inovação, luta pelos direitos dos vulneráveis e das minorias, além do combate à desinformação e às Fake News. O resultado de todo esse árduo trabalho foi o inédito Selo Diamante. Os resultados demonstram que conseguimos cumprir as metas impostas, graças à excelente atuação de magistrados(as), servidores(as) e demais integrantes da Justiça Eleitoral mato-grossense”.

A procuradora regional eleitoral substituta, Ludmilla Bortoleto Monteiro, ressaltou o trabalho feito pelos desembargadores Carlos Alberto Alves da Rocha e Nilza Maria Pôssas de Carvalho. “Considero que essa gestão revolucionou o TRE-MT em termos de eficiência e celeridade. Já trabalhei antes na Procuradoria Regional Eleitoral e posso dizer que as demais gestões foram primorosas, mas acho que a eficiência, celeridade e o dinamismo na condução dos julgamentos foram os diferenciais desta gestão”.

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Segundo a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso, Gisela Cardoso, o biênio ficará marcado por importantes realizações. “Sem dúvida, foi uma gestão muito especial, na qual a Justiça Eleitoral mato-grossense completou 90 anos, e também foi a gestão que conduziu uma das eleições mais desafiadoras, destacando-se em sua participação desde a organização à realização do pleito, e no combate às Fake News e aos crimes eleitorais e a gestão do Selo Diamante. Por tudo isso, recebam nossos agradecimentos e reconhecimento, em nome da advocacia estadual”.

Além do presidente e da vice-presidente, o diploma de encerramento também foi entregue à desembargadora Serly Marcondes Alves, cujo biênio como juíza-membro substituta do TRE-MT termina nesta data, 27 de abril de 2023.

Ao final da solenidade, foi realizado o ato de aposição dos retratos dos desembargadores Carlos Alberto Alves da Rocha e Nilza Maria Pôssas de Carvalho, nas galerias de presidente e de corregedores regionais eleitorais, respectivamente.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto em que aparecem os juízes-membros do Pleno, em sessão presencial realizada no Plenário do TRE-MT.

1/ Galeria de imagens

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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