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Juiz convoca eleitores sem biometria nos municípios da 15ª Zona Eleitoral

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O juiz da 15ª Zona Eleitoral, sediada em São Félix do Araguaia, convoca eleitores e eleitoras dos municípios de Alto Boa Vista, Luciara, Novo Santo Antônio e São Félix do Araguaia que ainda não realizaram o cadastramento biométrico obrigatório a comparecerem a um posto de atendimento. A medida atende ao Provimento nº 5/2021 da Corregedoria Regional Eleitoral de Mato Grosso. 

 

De acordo com o edital nº 61/2025, assinado pelo juiz eleitoral Luis Otávio Tonello dos Santos, as pessoas sem biometria devem procurar um ponto de atendimento da Justiça Eleitoral para regularizar a situação e evitar futuras restrições no título. 

 

O documento lista, ainda, os locais e horários de atendimento disponíveis: 

São Félix do Araguaia (Cartório Eleitoral): 
Av. Dom Pedro Casaldáliga, s/nº, Vila Lagoa 
⏰ 7h30 às 13h30 (horário local) 

Alto Boa Vista (Posto Eleitoral): 
Rua Sebastiana Pereira Passarinho, nº 402, Setor Vila Real 
⏰ 8h às 11h e 13h às 17h (horário local) 

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Luciara (Posto Eleitoral): 
Rua Antônio Gomes de Souza, nº 228, Centro 
⏰ 8h às 12h e 14h às 17h (horário local) 

Novo Santo Antônio (Posto Eleitoral): 
Av. 29 de Setembro, Centro, em frente ao prédio da Prefeitura,  

⏰ 7h às 13h (horário local) 

Distrito de Espigão do Leste (Posto Eleitoral): 
Rua Curitiba, s/nº, prédio da Subprefeitura 
⏰ 8h às 11h e 13h às 17h (horário local) 

 

O Edital de convocação também dispõe da relação de eleitoras e eleitores que estão sem a coleta biométrica e devem comparecer a um ponto de atendimento da Justiça Eleitoral. Clique aqui e acesse. A relação dos eleitores e eleitoras ficará disponível até o dia 19 de dezembro de 2025. 

 

Documentos necessários 

 

Para o atendimento voltado ao cadastro biométrico, é preciso apresentar somente documento oficial de identificação com foto. No caso de regularização de título e mudança de endereço, também é necessário levar um comprovante de residência atualizado. Homens maiores de 18 devem mostrar o comprovante de quitação militar para tirar o primeiro título. 

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Atendimento em outros municípios 

 

Eleitores e eleitoras da 15ª Zona Eleitoral que estiverem fora do município em que votam, mas dentro do estado de Mato Grosso, poderão cadastrar a biometria em qualquer Cartório ou Posto de Atendimento da Justiça Eleitoral no estado. Os endereços estão disponíveis no site do TRE-MT: 
🌐 https://www.tre-mt.jus.br/institucional/zonas-eleitorais-cartorios 

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra a fachada do Cartório da 15ª Zona Eleitoral, do TRE-MT. O prédio tem pintura em tons de cinza, com a logomarca da Justiça Eleitoral no centro acima da entrada principal, que é de vidro. Há uma calçada ampla em frente e um carro branco estacionado à direita. O céu está claro, indicando dia ensolarado. 

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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