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Conectividade com internet e mobilidade urbana são debatidas pelo GGI

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Durante a 5ª reunião do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), realizada nesta segunda-feira (09.09), foram discutidas questões relacionadas à conectividade de internet e infraestrutura urbana. Com a participação de empresas e instituições parceiras, o grupo avançou em mais uma etapa de planejamento da segurança para as Eleições Municipais de 2024.

Segundo o coordenador do GGI, juiz auxiliar da Presidência do TRE-MT, Aristeu Dias Batista Vilella, os alinhamentos desta 5ª reunião são primordiais para garantir a segurança do pleito. “Para nós, é importante termos estas questões relacionadas à comunicação e infraestrutura resolvidas e equipes no dia para atender e resolver problemas de forma prioritária. Dessa forma, conseguiremos atuar preventivamente, dentro do possível, e viabilizar soluções rápidas e eficazes, caso seja necessário, na véspera e no dia da eleição”.

Um dos assuntos abordados no encontro foi a conectividade com a internet. “Nossa preocupação é com rompimentos longos de conexão e a falta de retorno, por parte da empresa Oi, como tem ocorrido em alguns desses casos. Pedimos uma atenção redobrada da empresa, nesse sentido”, destacou o secretário de Tecnologia da Informação do TRE-MT, Carlos Henrique Cândido.

Sobre isso, o representante da Oi, Juvenal Alves Ferreira Neto, garantiu que irá comunicar a equipe de Brasília (DF) e pedir correção na falha de comunicação em dar retorno ao TRE-MT nos casos de interrupção da conexão. “Essas quedas ocorrem por causa dos rompimentos de cabos de fibra óptica que, por sua vez, são causados por obras e/ou muitas queimadas, que são comuns nessa época do ano. Estamos em constante comunicação com proprietários de chácaras, pedindo que eles nos avisem sobre as obras com antecedência”, explicou.

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Além disso, ele também informou que na véspera e no dia da eleição, a Oi disponibilizará uma equipe em cada polo regional de Mato Grosso para atender o TRE-MT. “Nas regiões em que identificamos o maior número de ocorrências de rompimentos, também estamos percorrendo as fibras com antecedência, com o objetivo de prevenir eventuais problemas”.

O serviço de telefonia fixa também foi abordado no encontro, já que o funcionamento depende da conectividade com a internet. O secretário de Tecnologia da Informação do TRE-MT, Carlos Henrique Cândido, pontuou uma demora de retorno da telefonia quando ocorre uma parada de conectividade e pediu para a empresa verificar essa questão. O representante da 3CORP Technology, empresa que presta serviço de telefonia fixa ao TRE-MT, Agnaldo Pila, assegurou todo o atendimento necessário. “O suporte já é feito durante 24 horas, e em período de eleição essa atenção à manutenção é redobrada. Iremos analisar essa observação feita pelo Tribunal e trabalhar na solução”.

Outra preocupação do GGI é com relação à infraestrutura urbana e mobilidade de trânsito, principalmente no que diz respeito às obras de implantação do Sistema BRT, que comprometem um grande trecho de acesso ao TRE-MT. O secretário adjunto da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT), Isaac Nascimento Filho, afirmou que a previsão é que as intervenções no canteiro central no trecho entre o trevo de entrada do bairro Morada do Ouro e a Justiça Federal, na Av. do CPA, terminem no dia 1º de outubro.

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A área técnica do TRE-MT informou que pedestres, incluindo servidores e colaboradores da Justiça Eleitoral, estão tendo problemas nas travessias da avenida. O diretor-geral do Tribunal, Mauro Sérgio Rodrigues Diogo, ressaltou que esta é uma demanda sensível, principalmente com o início dos treinamentos de mesários e mesárias. “Teremos, nos próximos dias, as capacitações para quem vai atuar como mesário e a circulação de pessoas deve aumentar, então, seria fundamental providenciar uma alternativa e uma sinalização para os pedestres que precisam atravessar a avenida”.

“Iremos providenciar uma passagem provisória e sinalizar, assim como fizemos em frente ao Hospital de Câncer. Além disso, sugiro que a Oi nos informe os locais onde é necessário ter atenção nas obras quanto aos cabos de fibra, para a Sinfra informar e sinalizar em todas elas. E com relação à paralisação das obras na véspera e no dia da eleição, estamos à disposição para atender ao pedido do TRE-MT, conforme oficialização do pedido junto à Secretaria”, frisou o secretário adjunto, Isaac Nascimento Filho.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto que mostra homens e mulheres, participantes do GGI, sentados em volta de uma grande mesa. Ao fundo, mais à direita, tem duas bandeiras, a do Brasil e de Mato Grosso, e uma parede azul com a marca do TRE-MT gravada. Mais à esquerda, tem uma parede de vidro espelhada.

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Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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