Tecnologia
Bard, o ChatGPT do Google, chega ao Brasil; conheça a IA e seus riscos
Publicado em
13 de julho de 2023por
Da Redação
Menos de quatro meses após a estreia nos Estados Unidos , o Google liberou nesta quinta-feira (13) o acesso ao Bard no Brasil. A ferramenta de inteligência artificial (IA), que concorre com o ChatGPT , está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.
O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever emails e muito mais.
Além da chegada ao Brasil, o Bard também está sendo liberado na União Europeia. O Google anunciou, ainda, algumas atualizações na ferramenta de IA. Confira:
- Conversas recentes e fixadas: recurso permite que usuários fixem conversas na aba lateral do Bard, podendo revisitar as interações e continuar um mesmo assunto;
- Respostas em voz alta: o Bard agora consegue ler as respostas em voz alta, o que ajuda tanto na acessibilidade quanto na possibilidade do usuário fazer outras tarefas enquanto ouve a IA;
- Exportação de códigos Python para o Replit;
- Compartilhamento: agora é possível compartilhar as respostas do Bard para outras pessoas em apps do Google e em redes sociais;
- Modificar respostas: o Bard ganha novos botões para modificar as respostas, como alterar tom, estilo e fazer outras melhorias no texto;
- Imagens no Google Lens: integração entre os dois serviços permite inserir imagens nas perguntas.
Por enquanto, os dois últimos recursos estão disponíveis apenas em inglês. Os demais já estão disponíveis junto com o lançamento do Bard no Brasil.
Os riscos da inteligência artificial
Por enquanto, o Bard está em fase experimental, e o Google ainda não tem previsão de quando o sistema pode deixar de ser um teste. Isso significa que a ferramenta pode mostrar respostas erradas ou violentas.
Bruno Pôssas, vice-presidente global de engenharia do Google, explica que o Bard tem, atualmente, três desafios principais. O primeiro é o preconceito, ou seja, a inteligência artificial pode reproduzir preconceitos que aprende com os conteúdos que analisa da web, devolvendo comentários enviesados para os usuários.
O segundo problema são as chamadas “alucinações”. Nesse caso, o que o Bard faz é trazer respostas muito bem argumentadas e convincentes, mas sem qualquer ancoragem nos fatos. Na prática, a inteligência artificial pode desinformar os usuários.
O terceiro desafio são as respostas ofensivas. Assim como no caso do preconceito, o Bard pode aprender a ser violento, respondendo os usuários de forma ofensiva.
Ao acessar o Bard, o Google avisa os usuários que a ferramenta “é experimental e pode apresentar respostas imprecisas ou inadequadas”.
Segundo Bruno, a empresa segue uma série de princípios éticos para evitar que esses problemas aconteçam, incluindo revisão realizada por humanos. Isso significa que o Bard não aprende apenas através das informações que coleta na web, mas também através de comandos que a equipe do Google insere para que a IA entenda o que são bons ou maus exemplos.
Reportagem da Bloomberg aponta que, nos Estados Unidos, os funcionários que treinam o Bard vivem uma rotina estressante, além de receberam baixos salários. Sem formação técnica, eles revisam respostas da IA com prazos bastante apertados – há revisões, por exemplo, que devem ser feitas em três minutos, segundo a reportagem.
Bard: já era hora de lançar?
Antes de chegar ao Brasil, o Google afirma que o Bard passou por revisores brasileiros, contando com especialistas, legisladores e reguladores – a empresa diz não poder compartilhar as entidades envolvidas nos testes. “Ao longo desses três meses [desde o lançamento nos Estados Unidos], não só esses parceiros, mas a nossa comunidade de colaboradores internos brasileiros testou exaustivamente de maneira colaborativa esses comandos”, afirmou Leonardo Longo, gerente sênior de marketing de produto do Google para a América Latina, em coletiva de imprensa.
Além do Brasil, a União Europeia também teve que esperar para receber o Bard. Como as leis locais de produtos de tecnologia e de inteligência artificial são conhecidas por serem mais rígidas, é provável que processos similares também tenham sido realizados no bloco.
Apesar das revisões, o Google admite que o Bard ainda tem problemas, como os citados por Bruno. Mesmo assim, expandiu a disponibilidade da IA após menos de quatro meses da chegada aos Estados Unidos.
“Ao mesmo tempo que a gente entende que existe uma oportunidade enorme em relação à IA generativa, e que gente pode investir nisso e trazer uma experiência muito boa para os usuários, a gente entende, sim, que essa tecnologia ainda está bem no início. Então a gente tem uma série de questões que podem gerar impactos significativos, que vão precisar ser melhoradas e discutidas”, afirmou Claudia Tozetto, gerente de comunicação e relações públicas do Google Brasil.
Segundo Claudia, a chegada da ferramenta ao Brasil aconteceu porque a empresa precisa do feedback dos usuários para que o sistema avance – mesmo que isso signifique disponibilizar um sistema potencialmente prejudicial a centenas de milhões de pessoas.
“O Google tem levado muito a sério essa responsabilidade de oferecer uma ótima experiência para os usuários e, nas nossas plataformas, a gente tem essa mentalidade de sempre ouvir o feedback para melhorar. A gente está sendo muito responsável e cauteloso na forma como testa o produto, mas a gente quer muito ouvir o feedback da comunidade de usuários, e a gente está muito comprometido em continuar melhorando”, completou.
Questionada sobre a possibilidade do Google ter acelerado o lançamento do Bard para competir com o ChatGPT, Claudia disse que a empresa não faz comentários sobre a concorrência.
Fonte: Tecnologia
BRASIL
Equipe de e-sports de MT conquista título da série A e se consolida entre as melhores da América do Sul
CRESCIMENTO VERTIGINOSO
Published
1 ano agoon
11 de novembro de 2024By
Da Redação
A equipe mato-grossense de e-Sports, Yawara, fez história mais uma vez e sagrou-se campeã da etapa de outubro da Série A da Gamers Club, na noite do último domingo (10), ao derrotar a MIBR Academy por dois mapas a zero para faturar o título do torneio.
Com a conquista, a Yawara torna-se a primeira equipe profissional de Mato Grosso a trazer para o estado os títulos de campeões das séries A, B e C. O time vem crescendo bastante nos cenários nacional e internacional, conquistando os fãs gamers e atraindo olhares de patrocinadores pelo país.
A Yawara foi comandada pelo head coach Ner0 (Miguel Angelo Videira), contratado em novembro do ano passado e que trouxe experiência em treinamento de equipes de CS2 de alto nível, incluindo passagens por renomadas organizações portuguesas, como Rhyno, Offset e FTW, onde adquiriu experiência europeia e, posteriormente, fez parte do projeto da Arctic e da Meta Gaming no Brasil.
“É mais um dia de orgulho e superação da nossa equipe e dos nossos atletas. Conseguimos alcançar um patamar de nos colocarmos entre as principais equipes do Brasil e também da América do Sul. Estamos levando o nome de Mato Grosso para os mais altos níveis do nosso e-sports”, destacou Leonardo Rosa, um dos sócios-proprietários da Yawara.
Luiz Vieira, sócio-proprietário da ‘Fera’, também destacou o trabalho feito pela equipe: “Estamos sempre de olho no mercado e buscando atletas para nos representar. Montamos um time excelente, com profissionais dedicados e estamos conquistando nossos objetivos. Além disto, também estamos sendo vistos como ótimos formadores, criando uma casca muito grande no meio do e-sports”.
A disputa
O jogo começou muito melhor para o esquadrão liderado pelo português Lucas “stax” Scharenberg, que abriu um sonoro 10-2 do lado ofensivo da Anubis e, sem maiores dificuldades, venceu o mapa inaugural da série por 13-7.
A Ancient, entretanto, foi muito mais competitiva com duas metades de bastante equilíbrio culminando com dupla prorrogação, onde a Yawara novamente levou a melhor, mas dessa vez por dramáticos 19-17.
Vinicius “telezin” Morozini foi o dono da grande final, contabilizando 51/37 de K/D, 106.3 de ADR, 80.4% de KAST e 1.51 de rating ao longo dos dois mapas que deram o título à Yawara.
O título rendeu ainda R$ 8 mil em premiação para a equipe mato-grossense.
Yawara
Os cuiabanos Leonardo Rosa e Luiz Vieira decidiram fundar uma equipe (Yawara) de e-Sports para representar Mato Grosso no cenário nacional e internacional da modalidade.
A equipe começou a se estruturada em 2021, no mês de setembro, quando os dois sócios decidiram representar o Cuiabá Arsenal, time de futebol americano da capital mato-grossense na modalidade Counter Strike (CSGO). Na época, foram selecionados cinco jogadores da ‘Cidade Verde’ e no terceiro dia juntos, eles conquistaram um torneio nacional.
A organização também foi a primeira do estado a construir um ‘Gamming Office’, local em que os atletas fazem treinamento diário. Neste ano, a parceria com o Cuiabá Arsenal foi encerrada e foi fundada a organização Yawara (de origem tupi-guarani, que significa a fera, a besta ou onça).
Considerado o percursor dos esportes, o Counter Strike: Global Offensive é o último lançamento da Global Offensive. O game ocupa o segundo lugar entre os jogos com a maior premiação em dinheiro dos esportes, distribuindo US$ 14,6 milhões em 366 torneios em 2021.
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