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OPPO Find X6 Pro: saiba por que o celular foi eleito o melhor do mundo

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OPPO Find X6 Pro é eleito o melhor celular do mundo
Divulgação/OPPO

OPPO Find X6 Pro é eleito o melhor celular do mundo

Nesta semana, o famoso ranking AnTuTu revelou os smartphones mais potentes do mundo no mês de março. Lançado no dia 21 de março, o OPPO Find X6 Pro já assumiu o posto de melhor do mundo logo em sua estreia, ultrapassando o campeão de fevereiro, o Red Magic 8 Pro+, da Nubia .

Para assumir a liderança no ranking de desempenho, o topo de linha da chinesa OPPO conta com processador Snapdragon 8 Gen 2, o mais avançado da Qualcomm no momento, e 16 GB de memória RAM.

Mas os destaques do Find X6 Pro não param no desempenho. Com design interessante, o smartphone também quebra recorde na tela, além de ter carregamento rápido e conjunto de câmeras poderoso.

O Find X6 Pro é o primeiro celular do mundo a ser lançado com brilho de tela de 2.500 nits. Isso significa que o smartphone é o que oferece a melhor experiência de brilho de tela do mercado global. Para comparação, a série Galaxy S23, a mais recente da Samsung, tem telas que atingem 1.750 nits.

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No que diz respeito à bateria, o celular tem 5.000 mAh e é compatível com carregamento de 100 W. De acordo com a OPPO, a recarga da bateria vai de 0% a 50% em apenas 10 minutos.

O Find X6 Pro continua surpreendendo na câmera, que tem sensor principal de uma polegada, o Sony IMX989 de 50MP. Na parte traseira, o celular ainda tem mais duas lentes de 50 MP: uma super grande angular e uma teleobjetiva de periscópio. O zoom óptico é de 3x, enquanto o digital chega a 120x.

OPPO Find X6 Pro: quanto custa o melhor celular do mundo?

Por enquanto, o smartphone foi lançado apenas no mercado chinês. Por lá, a versão mais potente, com 16 GB de memória RAM e 512 GB de armazenamento, custa 6999 yuans, o equivalente a R$ 5,1 mil em conversão direta.

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É provável que o Find X6 Pro seja vendido também na Europa, mercado que já recebeu seu antecessor, o Find X5 Pro.

Embora a OPPO tenha chegado ao mercado brasileiro no ano passado , é bastante improvável que o smartphone seja lançado oficialmente no país. Isso porque a marca desembarcou no Brasil com um portfólio composto por smartphones intermediários, e ainda não começou a vender os celulares topo de linha por aqui.

Fonte: Tecnologia

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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